Na busca por mim, descubro a verdade. Na busca pela verdade, descubro o amor. Na busca pelo amor, descubro Deus. E, com Deus, encontramos (Eu e Ele), tudo.
(http://www.pravsworld.com/)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A Mente Mente
Existem hoje vários textos que provam este enunciado: de que a mente cria uma realidade: confortável e burra.
Tirarei de três autores as idéias que aqui serão mencionadas. Óbviamente concordo plenamente com elas.
Primeiro mostrarei a vcs o que Rosana Herman deduziu a respeito da visão caolha com que a mente insiste em usar para compreender o que, às vezes, só o sentimento enxerga.
Depois (mas não hoje), postarei idéias também afiadas, mas bem mais profundas, enunciadas com sabedoria pelo pensador (digamos assim), Krishnamurti.
Por fim, passarei (mas não hoje), a quem possa interessar, os conceitos de Deus sobre o assunto; claro, e porque não? Ou você pensa que Deus é um mudo, a pairar sobre vossas cabeças?
"Não se chega à Deus pela mente", dizem grandes Mestres.
Passemos, pois, primeiramente, às considerações de Rosana Herman. Mais para frente tomaremos conhecimentos de outras opniões, tão importantes ou muito mais que essas que lhes ofereço.
"O pensamento pode voar, mas a mente gosta mesmo é de uma prisão. A mente gosta de prender-se voluntariamente a tudo o que não muda, ao que permanece, ao que se repete e ao que é sempre igual.
Por isso, a mente adora lembranças e memórias. Porque o passado já passou e não pode ser mais mudado.
O passado é permanente. A mente acha isso o máximo.
É como administrar uma empresa onde nada pode dar errado. O medo da mente é justamente este, administrar imprevistos.
Outra coisa que a mente ama de paixão é o padrão, porque como o nome já diz, o padrão não muda. Um metro, uma hora, o mesmo caminho para o trabalho, voltar ao mesmo restaurante e sentar à mesma mesa, são padrões que toda mente humana gosta de repetir.
Ah, que prazer que a mente sente quando a bunda senta na mesma cadeira que sentou na aula anterior! A repetição dá segurança, porque cria a falsa ilusão de que nada vai mudar.
E se nada mudar, nada de ruim poderá acontecer. Tudo será igual, com o mesmo final feliz, como antes.
Crianças adoram ver filmes mil vezes porque se sentem seguras, porque podem antecipar as próximas cenas (se na vida fosse assim...), e porque têm certeza de como a história terminará.
Já as mentes adultas, especialmente as obsessivas em qualquer grau, adoram a matemática. A matemática é a única ciência exata e imutável.
Enquanto a física e química, a biologia, por exemplo, estão sujeitas a variáveis da vida real, a matemática continua igual.
Daí o fato de que toda mente obsessiva gosta de contar, manipular números.
As contas são sempre exatas, não mudam.
E se você contar todos os passos e chegar direitinho à padaria com seus mil passos, então, podemos concluir que sua mãe não vai morrer e nada vai dar errado no seu dia.
Certo? Errado.
Errado porque a mente vive num mundo irreal.
Mundo da mente é como caspa, só existe na sua cabeça.
Tudo é mera ilusão. E, com perdão do excesso de realidade fisiológica, o mundo está cagando e andando pras suas ilusões mentais.
Como o mundo já provou, uma batida de asas de borboleta na África pode influenciar mais a ocorrência de um tsunami na Ásia do que sua contagem de azulejos no banheiro.
Porque a borboleta é real e seu pensamento, não.
O problema é que a mente não quer nem saber disso e provavelmente
muitos já terão abandonado este texto nas primeiras linhas.
Espertos, porque sabem que vou contar um segredo sobre eles: a mente fabrica alças.
Sim, alças, onde ela, a mente, possa se apegar.
Uma alça, como aquele putaquiupariu do carro, onde a gente segura a vida quando o motorista não é de confiança. Como o santoantonio dos jipes.
A alça pode ser um nome, um amuleto, uma mania, uma repetição qualquer.
A mente é chata, mas criativa, e assim, inventou a alça-sem-mala. Nesta alça ela se apega até a morte.
É uma crença, um dogma, uma frase feita, um chavão, um lugar-comum:
"Angélica ficou mais bonita depois que teve filho"; "Vaso ruim não quebra"; "Jesus voltará"...
Qualquer alça é boa pra mente: "A cadeia é a universidade do crime", "Direituzumanu só tem bandidu"...
Se a mente se acha fraca, ela inventa uma alça para se sentir forte, tipo: "Sou feia, mas tô na moda".
A mente inventa que se a pessoa perder dez quilos vai ser feliz e tudo vai dar certo na vida. Troca nomenclaturas, pra se sentir por cima.
Porque uma coisa é dizer que você tem TOC e outra coisa é assumir que você é um obsessivo chato, que ninguém agüenta conviver a seu lado e por isso você precisa de tratamento sério com remédio e tudo mais.
A mente inventa alças pra não cair em si.
Mas cair em si é a única forma de tomar consciência - primeiro passo para melhorar.
Portanto, remova todas as alças. Caia. Caia em si.
Tá gordo? Tá gordo, então, vamos emagrecer.
Tá infeliz? Sai dessa, viva a vida, aproveite.
Tá duro? 'Bora ganhar dinheiro'.
Só não fique aí, com essa cara de passageiro de circular da eternidade, vendo a vida passar na fresta da janelinha de um puta ônibus cheio, segurando firme na alça do medo, pois você tem que dar o sinal e descer para a liberdade do imprevisível."
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Terra De Todos Os Santos
Na Bahia, já não há mais assaltos...
Porque, quando os assaltantes falam: “Bota a mão na cabeça!!!...”,
os baianos já completam!, cantarolando: “... que já
vai começar...!!!" E engatam uma canção qualquer...,
como o reboleichon, por exemplo..!
Axé...
Porque, quando os assaltantes falam: “Bota a mão na cabeça!!!...”,
os baianos já completam!, cantarolando: “... que já
vai começar...!!!" E engatam uma canção qualquer...,
como o reboleichon, por exemplo..!
Axé...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Como Olhar Uma Mulher
É uma ciência!
Ando meditando (e experimentando), como fazer isso de uma maneira que ambos fiquemos satisfeitos tipo: olhos nos olhos primeiro?, nas pernocas?, no peito e depois nos olhos?... A coisa é complexa!
Como já é tarde, e eu me propus começar a dormir cedo, continuarei a tecer algumas considerações sobre o assunto amanhã.
Abraço a todos.
-----------------x------------------
Terça - feira, 18 de maio de 2010.
Bem, dois dias depois eis-me aqui pra continuar (e desenvolver), uma idéia.
Dois minguxos (rêrêrê), apareceram pra me dar um razoável apoio, sendo que Barbara até uma (boa) dica me deu. Augusto, claro, é uma presença bem vinda: poetas sempre o são, aqui.
Básicamente o título que escolhi para este post se refere às mulheres que não fazem parte de meu círculo familiar pois, neste olhar a que me refiro, tem inserida uma conotação não só sexual mas, sensual também. Claro que podemos sentir algo assim por nossas irmãs, mó natural (normal, a maioria acha que não é), mas não é esse o meu caso nem o do assunto aqui abordado.
Sabe, tenho me preocupado com isso: como olhar para uma mulher de uma maneira que não a ofenda, e que mostre que como macho, e homem, ela não me é indiferente.
Sempre olhei as de quem gostei de maneira diferenciada, só que hoje o faço com mais conciência, então, me veio na cabeça comentar o fato e perguntar (ao mesmo tempo em que 'me' pergunto), o que pensamos disso.
Já estou enchendo linguiça...
"Da testa para baixo.
É só uma dica.
Mas que não seja com ar de experiência científica mas com abertura a receber a poesia que cada mulher poderá lhe mostrar (mesmo sem saber), deste jeito."
Como me deu branco, começarei com as dicas acima, da Barbara.
Na verdade, o caso é simples: olha-se o rosto, faz-se um contato visual, e de maneira discreta, dá-se uma olhada no corpo da dama em questão apreciando os aspectos físicos que mais aprecio.
Simples! Mas nem tanto.
Deixo claro o seguinte: pode até ser uma 'ciência' (se formos levar isso tão a sério que estudemos isso), mas não quero levar pra esse lado; pois que há, realmente, poesia, no encontro de uma mulher que nos agrada.
Fico pensando: o que farei caso a veja? Respondo:
- cada parte de mim olhará cada parte dela. Os cabelos, a testa, os olhos, nariz, boca, seios, barriga, sexo, pernas, o odor ainda desconhecido, o gosto inevitável, baterá em minha aura (como uma imagem), que filtrará a parte física deixando passar sua essência, seu brilho, a cor de seus sentimentos naturais.
Não pensarei em nada, não desejarei nada, apenas viverei o momento, que terei a sensibilidade de fazer eterno; e falarei algo, que fará com que eu ouça sua voz. Não ficarei cozinhando galo, viajando na maionese como um garoto perdido em frente à uma 'deusa' (:aquela vizinha gostosa que nunca deu bola), ligado em sensações 'espirituais', em olhares que acham que estão olhando alguma coisa fora do que é real.
Amanhã eu continuo..., já são uma da matina.
Abrçs à multidão que me acompanha.
O que seria de mim sem vcs!
:)
-----------------------x-------------------------
Quarta - feira, 18 de maio de 2010.
Se usássemos a lingua dos anjos teríamos lido nestas paginas palavras pra lá de sábias, mas, usando sentimentos (que é a linguagem de Deus), não ficaremos muito longe do que pretendíamos sem grandes pretenções.
Penso que numa situação dessa, a de ficarmos frente a frente com outra pessoa que nos desperte assim como nós a elas, será preciso que nos mantenhamos inteiro: corpo, mente, e espírito integrados, unos. Como uma Santíssima Trindade, que é o que realmente somos. Neste estado de completitude rolará aquilo que faz duas pessoas se tornarem uma.
Claro que o que disse acima é uma realidade que pensamos muitas vezes estar acima de nós, uma realidade poética e espiritualizada inalcançável. Não é. É uma maneira de falar sobre algo real.
De qualquer forma, cito a opnião de Luma (por quem sou agradecido por ter me apresentado a Amargha Reth), que, como todas aqui, foram singelas e verdadeiras:
"Olhar nos olhos, de forma que diga, sem dizer, que já olhou todo o conjunto e gostou do que viu.
Parece simples, mas é um desafio conseguir fazer isso de forma direta e elegante."
Ando meditando (e experimentando), como fazer isso de uma maneira que ambos fiquemos satisfeitos tipo: olhos nos olhos primeiro?, nas pernocas?, no peito e depois nos olhos?... A coisa é complexa!
Como já é tarde, e eu me propus começar a dormir cedo, continuarei a tecer algumas considerações sobre o assunto amanhã.
Abraço a todos.
-----------------x------------------
Terça - feira, 18 de maio de 2010.
Bem, dois dias depois eis-me aqui pra continuar (e desenvolver), uma idéia.
Dois minguxos (rêrêrê), apareceram pra me dar um razoável apoio, sendo que Barbara até uma (boa) dica me deu. Augusto, claro, é uma presença bem vinda: poetas sempre o são, aqui.
Básicamente o título que escolhi para este post se refere às mulheres que não fazem parte de meu círculo familiar pois, neste olhar a que me refiro, tem inserida uma conotação não só sexual mas, sensual também. Claro que podemos sentir algo assim por nossas irmãs, mó natural (normal, a maioria acha que não é), mas não é esse o meu caso nem o do assunto aqui abordado.
Sabe, tenho me preocupado com isso: como olhar para uma mulher de uma maneira que não a ofenda, e que mostre que como macho, e homem, ela não me é indiferente.
Sempre olhei as de quem gostei de maneira diferenciada, só que hoje o faço com mais conciência, então, me veio na cabeça comentar o fato e perguntar (ao mesmo tempo em que 'me' pergunto), o que pensamos disso.
Já estou enchendo linguiça...
"Da testa para baixo.
É só uma dica.
Mas que não seja com ar de experiência científica mas com abertura a receber a poesia que cada mulher poderá lhe mostrar (mesmo sem saber), deste jeito."
Como me deu branco, começarei com as dicas acima, da Barbara.
Na verdade, o caso é simples: olha-se o rosto, faz-se um contato visual, e de maneira discreta, dá-se uma olhada no corpo da dama em questão apreciando os aspectos físicos que mais aprecio.
Simples! Mas nem tanto.
Deixo claro o seguinte: pode até ser uma 'ciência' (se formos levar isso tão a sério que estudemos isso), mas não quero levar pra esse lado; pois que há, realmente, poesia, no encontro de uma mulher que nos agrada.
Fico pensando: o que farei caso a veja? Respondo:
- cada parte de mim olhará cada parte dela. Os cabelos, a testa, os olhos, nariz, boca, seios, barriga, sexo, pernas, o odor ainda desconhecido, o gosto inevitável, baterá em minha aura (como uma imagem), que filtrará a parte física deixando passar sua essência, seu brilho, a cor de seus sentimentos naturais.
Não pensarei em nada, não desejarei nada, apenas viverei o momento, que terei a sensibilidade de fazer eterno; e falarei algo, que fará com que eu ouça sua voz. Não ficarei cozinhando galo, viajando na maionese como um garoto perdido em frente à uma 'deusa' (:aquela vizinha gostosa que nunca deu bola), ligado em sensações 'espirituais', em olhares que acham que estão olhando alguma coisa fora do que é real.
Amanhã eu continuo..., já são uma da matina.
Abrçs à multidão que me acompanha.
O que seria de mim sem vcs!
:)
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Quarta - feira, 18 de maio de 2010.
Se usássemos a lingua dos anjos teríamos lido nestas paginas palavras pra lá de sábias, mas, usando sentimentos (que é a linguagem de Deus), não ficaremos muito longe do que pretendíamos sem grandes pretenções.
Penso que numa situação dessa, a de ficarmos frente a frente com outra pessoa que nos desperte assim como nós a elas, será preciso que nos mantenhamos inteiro: corpo, mente, e espírito integrados, unos. Como uma Santíssima Trindade, que é o que realmente somos. Neste estado de completitude rolará aquilo que faz duas pessoas se tornarem uma.
Claro que o que disse acima é uma realidade que pensamos muitas vezes estar acima de nós, uma realidade poética e espiritualizada inalcançável. Não é. É uma maneira de falar sobre algo real.
De qualquer forma, cito a opnião de Luma (por quem sou agradecido por ter me apresentado a Amargha Reth), que, como todas aqui, foram singelas e verdadeiras:
"Olhar nos olhos, de forma que diga, sem dizer, que já olhou todo o conjunto e gostou do que viu.
Parece simples, mas é um desafio conseguir fazer isso de forma direta e elegante."
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Dando Um Tempinho...
A duas semanas estou sem conexão. Minha nova linha telefônica foi instalada dia 6, e até hoje não está operacional... Um saco.
Tinha um perfil no Orkut. O google houve por bem eliminá-lo da face da Terra. Lá se foi um puta monte de comunidades (uma minha), tuuudo que postei em comunas diversas durante 3 anos, amizades em muiiitos Estados, fotos, etc... Que puta sacanagem! Eu num tinha foto de nenhuma mulé pelada, quer dizer, só da Janis Joplin, que tava linda: redondinha, macia, branca como um copo de leite (a flor), e cheia de colar!
Nem tô puto, só meio ressabiado: estou em terras do google (assim, em minúsculas), se esse povo (metido a besta) quiser, me deleta na hora que bem entender, sem dar a mínima satisfação! NA HORA QUE QUISER!!!!!! e eu, nada poderei fazer...!
Entreguei toda minha criação, idéias, relacionamentos, para um filha da puta...
O que farei: salvarei tudo que escrevi aqui (já tenho mais da metade guardado), e manterei minha independência, tipo: se aqui não der certo, pulo pra outro lugar.
Abrçs.
Tinha um perfil no Orkut. O google houve por bem eliminá-lo da face da Terra. Lá se foi um puta monte de comunidades (uma minha), tuuudo que postei em comunas diversas durante 3 anos, amizades em muiiitos Estados, fotos, etc... Que puta sacanagem! Eu num tinha foto de nenhuma mulé pelada, quer dizer, só da Janis Joplin, que tava linda: redondinha, macia, branca como um copo de leite (a flor), e cheia de colar!
Nem tô puto, só meio ressabiado: estou em terras do google (assim, em minúsculas), se esse povo (metido a besta) quiser, me deleta na hora que bem entender, sem dar a mínima satisfação! NA HORA QUE QUISER!!!!!! e eu, nada poderei fazer...!
Entreguei toda minha criação, idéias, relacionamentos, para um filha da puta...
O que farei: salvarei tudo que escrevi aqui (já tenho mais da metade guardado), e manterei minha independência, tipo: se aqui não der certo, pulo pra outro lugar.
Abrçs.
domingo, 9 de maio de 2010
Eu Vejo você
Em várias histórias de ficção científica nos encontramos com situações em que entramos em contato com o conceito de ‘mundos vivos’. Considero muito estranho que não possamos perceber o quanto é verdadeiro este conceito e que ele se aplica, em todos os sentidos, ao nosso planeta Mãe.
De imediato, posso afirmar que Avatar foi a segunda vez em que me deparei com a realidade que nos mostra como tudo está interligado. Em outra história (que li), homens descem num planeta só de árvores, elas tomam toda superfície; a idéia era que, por intermédio das raízes, elas criaram interação aonde todas eram um só ser; em outra (história), os seres que habitavam um planeta estavam tão ligados à ele que eram uma coisa só: podiam pensar de modo individual mas estavam, sempre, ligados em uma consciência da qual o próprio planeta, como uma matéria viva, fazia parte. Interessante...!
Fico pensando: o que se pode fazer para que a idéia da Unidade que formamos (nós e nosso planeta), se transforme em realidade; que realmente venhamos a ver a Terra como Mãe, e que isso não seja considerado uma uma loucura, uma infantilidade.
Confesso: a idéia de ‘união’, seja ela qual for, é benéfica. Talvez, o simples fato de ‘gostarmos’ da idéia, de ‘desejarmos’ que a Vida floresça sem empecilhos, e de ‘querermos’ que assim seja, quem sabe essa idéia se torne uma força palpável, mais real num plano ‘energético' e de atitudes; uma união que possibilite uma ponte para mudanças no pensamento humano de uma forma mais abrangente... De minha parte farei isso: trarei para o consciente esse desejo – o de que: ter consciência do Planeta em que vivemos nos leve a amá-lo e a querê-lo bem.
Uma boa hora para fazermos isso; e um bom dia, já que justamente hoje, é o dia das Mães.
De imediato, posso afirmar que Avatar foi a segunda vez em que me deparei com a realidade que nos mostra como tudo está interligado. Em outra história (que li), homens descem num planeta só de árvores, elas tomam toda superfície; a idéia era que, por intermédio das raízes, elas criaram interação aonde todas eram um só ser; em outra (história), os seres que habitavam um planeta estavam tão ligados à ele que eram uma coisa só: podiam pensar de modo individual mas estavam, sempre, ligados em uma consciência da qual o próprio planeta, como uma matéria viva, fazia parte. Interessante...!
Fico pensando: o que se pode fazer para que a idéia da Unidade que formamos (nós e nosso planeta), se transforme em realidade; que realmente venhamos a ver a Terra como Mãe, e que isso não seja considerado uma uma loucura, uma infantilidade.
Confesso: a idéia de ‘união’, seja ela qual for, é benéfica. Talvez, o simples fato de ‘gostarmos’ da idéia, de ‘desejarmos’ que a Vida floresça sem empecilhos, e de ‘querermos’ que assim seja, quem sabe essa idéia se torne uma força palpável, mais real num plano ‘energético' e de atitudes; uma união que possibilite uma ponte para mudanças no pensamento humano de uma forma mais abrangente... De minha parte farei isso: trarei para o consciente esse desejo – o de que: ter consciência do Planeta em que vivemos nos leve a amá-lo e a querê-lo bem.
Uma boa hora para fazermos isso; e um bom dia, já que justamente hoje, é o dia das Mães.
sábado, 8 de maio de 2010
Planos De Saúde
Um fiscal do Ministério da Saúde estava visitando um hospital.
Acompanhado pelo diretor, ele passa por um quarto e vê um homem se masturbando.
A situação era meio constrangedora..., o fiscal pede uma explicação ao diretor do hospital.
Ele explica:
- Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de sêmen, e é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia, para evitar que seus testículos fiquem dolorosamente edemaciados.
O fiscal se satisfaz com a resposta, e prossegue a visita.
Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira muito boazuda, ajoelhada, aplicando nele uma bela sessão de sexo oral.
- Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão bem conceituado como este!, irrita-se o fiscal.
O diretor responde:
- É o mesmo problema do paciente anterior, só que este tem Unimed ...
Acompanhado pelo diretor, ele passa por um quarto e vê um homem se masturbando.
A situação era meio constrangedora..., o fiscal pede uma explicação ao diretor do hospital.
Ele explica:
- Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de sêmen, e é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia, para evitar que seus testículos fiquem dolorosamente edemaciados.
O fiscal se satisfaz com a resposta, e prossegue a visita.
Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira muito boazuda, ajoelhada, aplicando nele uma bela sessão de sexo oral.
- Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão bem conceituado como este!, irrita-se o fiscal.
O diretor responde:
- É o mesmo problema do paciente anterior, só que este tem Unimed ...
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Precipícios Bucais
Não é nova, mas lendo-a de novo percebo o quão perto da realidade ela está, e o quanto é terrível certos silêncios causados por uma bocona, que pode ser a nossa...
:)
Dois amigos conversavam, quando, depois da segunda, terceira, quarta taça de
vinho, Carlos declarou:
- Sabe Beto, descobri uns lances estranhos e acabei com tudo, quase deu
morte. Tô na fase da divisão dos bens. Tá foda.
- Pô, cara, é foda mesmo.
- Tô meio puto, mas agora vou organizar minha vida de forma diferente.
- Mas, Carlos, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Tua mulher tava dando
pra todo mundo e os caras que comeram disseram que ela é mais puta que a
imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três
escravos núbios ao mesmo tempo.
- Caralho, Beto! Eu me separei foi do meu sócio, porra!!!
- ....................................! (silêncio)
:)
Dois amigos conversavam, quando, depois da segunda, terceira, quarta taça de
vinho, Carlos declarou:
- Sabe Beto, descobri uns lances estranhos e acabei com tudo, quase deu
morte. Tô na fase da divisão dos bens. Tá foda.
- Pô, cara, é foda mesmo.
- Tô meio puto, mas agora vou organizar minha vida de forma diferente.
- Mas, Carlos, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Tua mulher tava dando
pra todo mundo e os caras que comeram disseram que ela é mais puta que a
imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três
escravos núbios ao mesmo tempo.
- Caralho, Beto! Eu me separei foi do meu sócio, porra!!!
- ....................................! (silêncio)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Cachaça Estratosférica
Juca e Chico eram dois mecânicos de avião e trabalhavam no aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro. Cachaceiros de carteirinha, não perdiam a chance de derrubar umas e outras.
Num fim de tarde sem movimento, Chico disse:
- Tô seco pra tomar umas...
- Eu também! Respondeu o broder.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de jato?
E o Juca:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.
Detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo muito bem e sem ressaca. Nisso o telefone tocou, era o Juca perguntando:
- Como você se sente?'
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só vou toma dela.
- É da boa mesmo; mas só uma pergunta: já peidou hoje?
- Não, por quê?
-Então se segura, porque eu tô te ligando de Cuiabá!
Num fim de tarde sem movimento, Chico disse:
- Tô seco pra tomar umas...
- Eu também! Respondeu o broder.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de jato?
E o Juca:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.
Detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo muito bem e sem ressaca. Nisso o telefone tocou, era o Juca perguntando:
- Como você se sente?'
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só vou toma dela.
- É da boa mesmo; mas só uma pergunta: já peidou hoje?
- Não, por quê?
-Então se segura, porque eu tô te ligando de Cuiabá!
terça-feira, 27 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O Enviado do Senhor!
Um dia Deus, muito insatisfeito com a humanidade e os seus pecados, decidiu
pôr fim a tudo. Reuniu os presidentes e disse:
- Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas.
E o povo dizia:
- Mas, Senhor...
- Nada de MAS, este é o limite, a humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre! Portanto, voltem aos respectivos países e digam ao povo que estejam preparados. Têm 24 horas!
O primeiro a reunir o povo foi Obama.
Em Washington, através de uma mensagem à nação, Obama disse:
- Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar. A boa notícia é que Deus existe e fala comigo (mas, claro, já sabíamos disso). A má notícia é que esta grande nação, o nosso grande Sonho, só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus.
Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
- Camaradas, tenho duas más notícias. A primeira é que Deus existe... Sim, eu O vi, estava na minha frente!!! A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica Revolução pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir.
Finalmente, no Brasil, Lula dá uma conferência de imprensa:
-Brasileiros e brasileiras! Hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias:
a primeira boa notícia é que eu sou um enviado de Deus, um mensageiro, porque conversei com Ele pessoalmente!
A segunda boa notícia é que, conforme constava do Programa do Governo, em apenas 24 horas, serão erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, de burocracia, e, o mais espectacular de tudo: todos
os impostos vão acabar, assim como a miséria e a pobreza neste País!!
É o Governo cumprindo tudo o que prometeu!!!"
pôr fim a tudo. Reuniu os presidentes e disse:
- Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas.
E o povo dizia:
- Mas, Senhor...
- Nada de MAS, este é o limite, a humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre! Portanto, voltem aos respectivos países e digam ao povo que estejam preparados. Têm 24 horas!
O primeiro a reunir o povo foi Obama.
Em Washington, através de uma mensagem à nação, Obama disse:
- Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar. A boa notícia é que Deus existe e fala comigo (mas, claro, já sabíamos disso). A má notícia é que esta grande nação, o nosso grande Sonho, só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus.
Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
- Camaradas, tenho duas más notícias. A primeira é que Deus existe... Sim, eu O vi, estava na minha frente!!! A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica Revolução pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir.
Finalmente, no Brasil, Lula dá uma conferência de imprensa:
-Brasileiros e brasileiras! Hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias:
a primeira boa notícia é que eu sou um enviado de Deus, um mensageiro, porque conversei com Ele pessoalmente!
A segunda boa notícia é que, conforme constava do Programa do Governo, em apenas 24 horas, serão erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, de burocracia, e, o mais espectacular de tudo: todos
os impostos vão acabar, assim como a miséria e a pobreza neste País!!
É o Governo cumprindo tudo o que prometeu!!!"
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ahhh!! O Amor...
Datas..., sempre as esquecia. Hoje não me preocupo mais com isso: minha agenda me lembra se for o caso.
Este vídeo é emblemático: sofremos muito com datas que se relacionem ao 'nosso amoreco' (que aliás, estou sem faz um tempo).
Um salve aos 'homens de boa vontade'!!
Este vídeo é emblemático: sofremos muito com datas que se relacionem ao 'nosso amoreco' (que aliás, estou sem faz um tempo).
Um salve aos 'homens de boa vontade'!!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Angola, Terra Prometida
Uma pessoa que assina MARIANJARDIM, mantem um blog que fala da Angola em particular, e da África no geral.
Os textos são ilustrativos e fáceis de se ler, o conteúdo é que é difícil de engolir.
Das vozes que se levantam contra um estado de coisas, a dessa pessoa me parece bem clara.
Conheçam um pouco mais do assunto, um pouco mais de um país, um pouco mais de um continente.
http://povosmartires.blogspot.com/2009/01/petrleo-gera-pobreza-no-paradoxo.html
Os textos são ilustrativos e fáceis de se ler, o conteúdo é que é difícil de engolir.
Das vozes que se levantam contra um estado de coisas, a dessa pessoa me parece bem clara.
Conheçam um pouco mais do assunto, um pouco mais de um país, um pouco mais de um continente.
http://povosmartires.blogspot.com/2009/01/petrleo-gera-pobreza-no-paradoxo.html
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Não Se Assuste Pessoa, Se Eu Lhe Disser Que A Vida É Boa!
Saber não ter ilusões é absolutamente necessário
para se poder ter sonhos.
Fernando Pessoa
(Caramba, me esqueci de onde peguei esta frase do F. Pessoa)
para se poder ter sonhos.
Fernando Pessoa
(Caramba, me esqueci de onde peguei esta frase do F. Pessoa)
domingo, 11 de abril de 2010
Um Cômodo Vazio - (Mulheres!!)
"Vocês ganharam seu próprio espaço na casa até agora possuída exclusivamente por homens. [.] mas esta liberdade é apenas um começo; o cômodo é de vocês, mas ainda está vazio. Ele tem que ser mobiliado; tem que ser decorado; tem que ser repartido. Pela primeira vez vocês são capazes de decidir por si mesmas quais poderiam ser as respostas. Eu poderia ficar e discutir essas questões e respostas de bom grado – mas não esta noite. Meu tempo acabou e devo terminar.”
Era 1931 e Virginia Woolf dirigiu-se com essas palavras para um público de mulheres trabalhadoras. Ela ainda se empenhou por mais dez anos na busca da voz feminina na ficção antes de resolver de fato terminar. Não gosto de pensar que ela desistiu, prefiro acreditar que a literatura lhe prolongou uma vida de muito sofrimento psíquico.
Temos trabalhado nesse desafio que ela nos deixou. Para nós nada é certeza, mais que novos papéis, a liberdade conquistada nos legou a dúvida. Cabem filhos em nosso cômodo? Queremos um amor ou sucessivas paixões? O que mexe com nossa libido? Trabalharemos para viver ou viveremos para trabalhar?
Virginia conviveu com a primeira geração de mulheres numericamente significativas que tinham questões a colocar, mas elas não tinham precedentes. As mães delas sabiam o que seriam: esposa, mãe, solteirona, freira. Já elas precisavam fundar um destino e amadrinharam as gerações seguintes que tentavam preencher esse novo lugar.
A busca da voz é tema recorrente para todos aqueles que escrevem: como preencher um papel, uma tela em branco, que parecem zombar do pobre escritor? Ao referir-se ao vazio do recém-adquirido cômodo, Virginia inseriu a própria condição feminina nesse impasse criativo. Porém, hoje esse problema autoral coloca-se para ambos os sexos, já que a identidade masculina tornou-se inquieta.
Sexos frágeis
Outra matriarca, cuja obra sexagenária, O Segundo Sexo, foi finalmente reeditada em nosso país, tem uma explicação para isso: Simone de Beauvoir acreditava que a mulher fazia-se “Outro” para que o homem pudesse ser “Um”, fazia-se de fundo para que ele pudesse ser a figura. Eram papéis complementares, de tal modo que quando se rompe um lado desse enlace soltam-se os dois.
Não há por que pensar que as mudanças de comportamento provêm somente das mulheres, e que os homens apenas as teriam tolerado. Foi para ambos que o elo dos lugares fixos se dissolveu: houve homens que se apaixonaram por mulheres livres, elas por sua vez abriram mão do abrigo do patriarca. Assim foi o amor de Simone e Sartre, o de William Godwin pela feminista Mary Woolstonecraft, o de Virginia e Leonard. Homens e mulheres saíram do piloto automático, sentem-se frágeis, mas não cessam na busca do tom, de uma voz autêntica, e compartilham uma dúvida interior: o que me torna uma mulher, o que me faz um homem?
Por isso esperamos tanto do amor e do desejo, que parecem confirmar alguma coisa, qualquer coisa. Virginia, Simone e outras tantas nos deixaram essas ideias, com elas pelo menos não ficamos tão órfãs.
(Diana Corso)
Um texto, muito bem vindo nos dias de hoje e, porque não, por muitos dias do amanhã.
Foi postado por Amèlie, no blog Lost In Traslation (porque a palavra é valorosamente conotativa)
Iracema, A Voz Da Terra
Iracema Forte Caingang, é o nome dessa artista plástica, dona do blog Mil Contos Indígenas, que nos fala diretamente à alma, à cidadania, ao nosso coração brasileiro. É do Acre, um Estado que merece nestes dias mais acurada atenção, pela riqueza humana de alguns de seus filhos.
Ouçamos o que têm a dizer, é a Natureza falando.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Eucaliptos Na Janela
O título deste post é o nome do blog de Solange Maia.
Quarta, as duas da manhã, encontrei-a. Ela gosta de eucaliptos; eu a vejo mais frondosa (mas não carente de resina).
Me senti atraído: pelo que ela tem, pelo que dela vem; uma visão amorosa das coisas e pessoas: pela visão sensível do que a cerca: pelo carinho ao que é humano e natural.
Aqui, uma poesia dela, e o seguinte comentário por mim emitido:
'parece que necessito de um amor assim desde o dia em que nasci'.
Queria um amor assim,
desses que ficam grisalhos,
de histórias divididas e afetos desmedidos.
Queria o gosto da constância,
um pouco de rotina e o charme do tempo.
Gosto das marcas, dos vincos e da pele,
que mesmo sem o viço de ontem
é tão mais habitada, tão mais real.
Porque amor se aprende com o tempo,
no limite das renúncias,
no abandono das horas...
Quarta, as duas da manhã, encontrei-a. Ela gosta de eucaliptos; eu a vejo mais frondosa (mas não carente de resina).
Me senti atraído: pelo que ela tem, pelo que dela vem; uma visão amorosa das coisas e pessoas: pela visão sensível do que a cerca: pelo carinho ao que é humano e natural.
Aqui, uma poesia dela, e o seguinte comentário por mim emitido:
'parece que necessito de um amor assim desde o dia em que nasci'.
Queria um amor assim,
desses que ficam grisalhos,
de histórias divididas e afetos desmedidos.
Queria o gosto da constância,
um pouco de rotina e o charme do tempo.
Gosto das marcas, dos vincos e da pele,
que mesmo sem o viço de ontem
é tão mais habitada, tão mais real.
Porque amor se aprende com o tempo,
no limite das renúncias,
no abandono das horas...
terça-feira, 6 de abril de 2010
Ficha Limpa, Já!!!!!!!!!!!!!! - Assine!
Pense Maior!
Acabemos, com o que
Temos de Pior!
Dentro de menos de 48 horas o Congresso irá finalmente votar no Projeto de Lei Ficha Limpa.
Nós só temos dois dias para convencê-los de passar esta legislação ousada que irá mudar a política brasileira para sempre!
A Lei Ficha Limpa irá remover das eleições candidatos que cometeram crimes sérios como desvio de verba pública, corrupção, assassinato e tráfico de drogas. Vamos pressionar nossos deputados conseguindo 2 milhões de assinaturas para mostrar que se eles não votarem pela "Ficha Limpa" não votaremos neles!
http://www.avaaz.org/po/brasil_ficha_limpa/?cl=520425289&v=5741
Acabemos, com o que
Temos de Pior!
Dentro de menos de 48 horas o Congresso irá finalmente votar no Projeto de Lei Ficha Limpa.
Nós só temos dois dias para convencê-los de passar esta legislação ousada que irá mudar a política brasileira para sempre!
A Lei Ficha Limpa irá remover das eleições candidatos que cometeram crimes sérios como desvio de verba pública, corrupção, assassinato e tráfico de drogas. Vamos pressionar nossos deputados conseguindo 2 milhões de assinaturas para mostrar que se eles não votarem pela "Ficha Limpa" não votaremos neles!
http://www.avaaz.org/po/brasil_ficha_limpa/?cl=520425289&v=5741
Marina: Conteúdo Humano
No blog da Marina está uma entrevista na qual responde que, o crescimento nas pesquisas é resultado de um amplo "Movimento" .
"Eu acho que tem um processo de re-namoramento, re-apaixonamento, com a Politica. Não em função da pessoa (Marina), obviamente, mas em função da ideia. Parafraseando Victor Hugo: "Não há nada mais forte no mundo do que uma ideia cujo tempo chegou". E "uma ideia cujo tempo chegou" é isso, ela mobiliza os corações, ela mobiza as mentes, as ações das pessoas. Eu gosto muito de usar o termo pessoas, por que as eleições viraram máquenas de gahar o poder. Eu acho que a gente tem que ter um Movimento para discutir propostas, discutir o Brasil que a gente quer, conversar com (..) os diferentes segmentos da sociedade, na ideia de um Movimento. O Brasil é muito maior do que nós, e para dar conta dos desafios nas próximas décadas, há que ser um Movimento de todos para o Brasil."
Estou com 60. Pela primeira vez ouço palavras vindo de uma política que bate com o que anseio, com o que penso. Juscelino era simpático, possuía uma enegia que era visível - para mim, um estadista!
Faria Lima: um prefeito digno de prefeitar Nova York.
Existe um livro que fala de nossos políticos, e de situações acontecidas com eles. É MUITO legal!
"Eu acho que tem um processo de re-namoramento, re-apaixonamento, com a Politica. Não em função da pessoa (Marina), obviamente, mas em função da ideia. Parafraseando Victor Hugo: "Não há nada mais forte no mundo do que uma ideia cujo tempo chegou". E "uma ideia cujo tempo chegou" é isso, ela mobiliza os corações, ela mobiza as mentes, as ações das pessoas. Eu gosto muito de usar o termo pessoas, por que as eleições viraram máquenas de gahar o poder. Eu acho que a gente tem que ter um Movimento para discutir propostas, discutir o Brasil que a gente quer, conversar com (..) os diferentes segmentos da sociedade, na ideia de um Movimento. O Brasil é muito maior do que nós, e para dar conta dos desafios nas próximas décadas, há que ser um Movimento de todos para o Brasil."
Estou com 60. Pela primeira vez ouço palavras vindo de uma política que bate com o que anseio, com o que penso. Juscelino era simpático, possuía uma enegia que era visível - para mim, um estadista!
Faria Lima: um prefeito digno de prefeitar Nova York.
Existe um livro que fala de nossos políticos, e de situações acontecidas com eles. É MUITO legal!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A Política, E Os Erros De Informação
Lendas urbanas, pulhas virtuais, desinformação, teorias conspiratórias, mentiras, vírus, cavalos de tróia, golpes e muitas outras coisas que vagam pela Internet e tiram o sossego do Internauta.
http://www.quatrocantos.com/LENDAS/407_bolsa_familia_costureiras_ceara.htm
(Veiculei, neste blog, uma informação que não procedia. Retirei-o, mas ele está na íntegra, no link que disponibilizei acima.)
Grandes estadistas (como sir Winston Churchill por exemplo, (César foi assassinado!...)), devem ter tido dores de cabeça com noticias plantadas e/ou ações que visavam desmerecê-los, ou, simplesmente destruí-los.
Convenho que Inacio não é um estadista, está mais para um Bóris Yeltsin.
Nunca gostei de 'política'. Tinha verdadeira ojeriza ao assunto. Hoje não mais; discuto, converso, opino, surgiro, e me interesso. Claro, cometi erro como esse: o de postar públicamente uma notícia que carece de fundamento. Lamento, ainda mais neste caso, nestes tempos, onde demasiados atos políticos (mas que sempre existiram em governos, aqui e ali), carecem de quase tudo que é bom para o cidadão. Neste caso, o erro se potencializa por se tratar de um homem público com 75% de aprovação (se bobear, passou o Hitler neste índice!), e que algumas vezes me envergonhou de ter o presidente que tenho.
Ter servido como um agente propagador de notícia falsa (coisa que Dilma já fez na cara dura, sem se desculpar), me leva a tomar a decisão de pesquisar mais a fundo o Bolsa Família, suas qualidades, e suas distorções. E é o que farei, por uma questão de consciência política; que aliás devo usar este ano de maneira mais efetiva, e num plano mais real.
Por outro lado tendo mais conciência do que rola (e quais os motivos), em termos de ações políticas, poderei afastar para segundo plano preocupação com ATITUDES de pessoas que se ofendem ao ouvir opniões contrárias. Não posso, e não devo, priorizar opniões políticas em detrimento de valores humanos: os últimos, são os primeiros; no caso de Marina (trazendo o assunto político à realidade), mesmo que não se eleja, essa afirmação também se aplica.
Nasci um animal político, hoje sou um homem que valoriza atitudes conscientes; até porque recebo de volta as consequências de cagadas que cometo. Que todos recebam sua parte, como reza a Lei Universal.
http://www.quatrocantos.com/LENDAS/407_bolsa_familia_costureiras_ceara.htm
(Veiculei, neste blog, uma informação que não procedia. Retirei-o, mas ele está na íntegra, no link que disponibilizei acima.)
Grandes estadistas (como sir Winston Churchill por exemplo, (César foi assassinado!...)), devem ter tido dores de cabeça com noticias plantadas e/ou ações que visavam desmerecê-los, ou, simplesmente destruí-los.
Convenho que Inacio não é um estadista, está mais para um Bóris Yeltsin.
Nunca gostei de 'política'. Tinha verdadeira ojeriza ao assunto. Hoje não mais; discuto, converso, opino, surgiro, e me interesso. Claro, cometi erro como esse: o de postar públicamente uma notícia que carece de fundamento. Lamento, ainda mais neste caso, nestes tempos, onde demasiados atos políticos (mas que sempre existiram em governos, aqui e ali), carecem de quase tudo que é bom para o cidadão. Neste caso, o erro se potencializa por se tratar de um homem público com 75% de aprovação (se bobear, passou o Hitler neste índice!), e que algumas vezes me envergonhou de ter o presidente que tenho.
Ter servido como um agente propagador de notícia falsa (coisa que Dilma já fez na cara dura, sem se desculpar), me leva a tomar a decisão de pesquisar mais a fundo o Bolsa Família, suas qualidades, e suas distorções. E é o que farei, por uma questão de consciência política; que aliás devo usar este ano de maneira mais efetiva, e num plano mais real.
Por outro lado tendo mais conciência do que rola (e quais os motivos), em termos de ações políticas, poderei afastar para segundo plano preocupação com ATITUDES de pessoas que se ofendem ao ouvir opniões contrárias. Não posso, e não devo, priorizar opniões políticas em detrimento de valores humanos: os últimos, são os primeiros; no caso de Marina (trazendo o assunto político à realidade), mesmo que não se eleja, essa afirmação também se aplica.
Nasci um animal político, hoje sou um homem que valoriza atitudes conscientes; até porque recebo de volta as consequências de cagadas que cometo. Que todos recebam sua parte, como reza a Lei Universal.
Que Porra De política É Essa?
(Retirado o texto que aqui estava, sobra um vazio que não se cala, e que poderia ser prenchido com outras notícias (essas sim verdadeiras). Mas estou sem paciência. O que queria dizer, foi dito acima).
domingo, 4 de abril de 2010
A Viagem
Ontem, ele resolveu beber.
Estava numa quebrada (periferia) de SP mas, conhecida por ele.
Tomou dois copos americanos de Dreher, procurou um lugar para urinar atrás do quiosque, e achou 3 rapazes queimando um fumo. Deu 2 pegas sarados, curtidos, e profundos.
Antes (com 20 e poucos anos), quando ele dava umas bolas, o medo vinha fazer parte do olhar que dava para o mundo. O medo, e a curiosidade de ver 'o outro', se alternam, tornando -se uma coisa só: nova, excitante!
Neste estado ele solta o verbo, olhando os personagens que fazem parte, naquele momento, de sua realidade. Não, não fazem parte de 'sua' realidade, o homem é que os coloca na própria realidade construída naquele instante e baseada num lado dele que nem conhece direito.
Nada é dirigido, intelectualmente falando, tudo vem meio direto da psique.
O grupo, dessa vez, tinha 10 pessoas; dos 15 aos 20 anos. A área está na penumbra. Algumas coisas que ele falava impressionava, outras não; algumas coisas ofendiam, outras não; nesse rolo todo um deles levanta uma hora (o mais velho), e dá um aviso:
- Vc não pode vir lá dos quintos vir até aqui e falar de 'social'.
Falou outras coisas, mas o homem não prestou atenção entretido que estava no vórtice de sua viagem. Veio o segundo aviso 10 ou 15 minutos depois, nos mesmos termos:
- Vc vem com tuda sua literatura e conhecimento falar com a gente, quem é vc?
Não ouve terceiro aviso: o murro o pegou com força, nem se lembra de tê-lo levado. Viu-se sentado no chão, a rapaziada cercava o exaltado em quanto o homem procurava por si sentado no chão tateando em busca de uma das lentes dos óculos que estava no chão, caolho. Dirigiu-se ao seu carro estacionado ali perto.
A cabeça, a mil!
Porque faço isso?? Porque faço isso???, pensava ele. A imagem do acontecido (não só da agressão - natural, mas dispensável), teimava em invadir sua mente (obcessivamente), a procura de uma explicação que ele não tinha.
Chegou na casa em que estava hospedado, mal. Vomitou e tentou dormir...
Num determinado momento ele achou que devia varrer o acontecimento para debaixo do tapete do esquecer (coisa fácil e burra), e acabou! Mas, a coisa não era por aí: encarou aberta e gradativamente, sem julgar ninguém (nem a ele) e sem procurar 'responsáveis', se ateve sòmente a um ponto: 'quem' era essa parte dele que o levava a se expor de uma forma tão absurda! E chegou a seguinte conclusão:
que existe uma parte em nós que desconhecemos, a vemos, sabemos que está lá, a pomos para fora de vez em quando. Essa parte nos 'ferra'. Ela não é consciente só por não estar a tona no dia dia. Sob efeito de alguma substância a pessoa se divide..., atua em risco, não está 'inteira'.
Na verdade, a conclusão a que ele chegou é mais profunda, pois notou que, loucamente, criou uma realidade sem pé nem cabeça, mas fez isso com pessoas (e com ele), e isso tem seu preço. Talvez ele tenha que deixar a lembrança do acontecimento, livre, viva, do seu lado, e ele a olhará com amor, ouvindo o que ela tem a dizer; assim, se compreenderá melhor. É dessa forma que o que aconteceu poderá fazer parte do seu dia a dia sem que, no futuro, se desconheça.
Estava numa quebrada (periferia) de SP mas, conhecida por ele.
Tomou dois copos americanos de Dreher, procurou um lugar para urinar atrás do quiosque, e achou 3 rapazes queimando um fumo. Deu 2 pegas sarados, curtidos, e profundos.
Antes (com 20 e poucos anos), quando ele dava umas bolas, o medo vinha fazer parte do olhar que dava para o mundo. O medo, e a curiosidade de ver 'o outro', se alternam, tornando -se uma coisa só: nova, excitante!
Neste estado ele solta o verbo, olhando os personagens que fazem parte, naquele momento, de sua realidade. Não, não fazem parte de 'sua' realidade, o homem é que os coloca na própria realidade construída naquele instante e baseada num lado dele que nem conhece direito.
Nada é dirigido, intelectualmente falando, tudo vem meio direto da psique.
O grupo, dessa vez, tinha 10 pessoas; dos 15 aos 20 anos. A área está na penumbra. Algumas coisas que ele falava impressionava, outras não; algumas coisas ofendiam, outras não; nesse rolo todo um deles levanta uma hora (o mais velho), e dá um aviso:
- Vc não pode vir lá dos quintos vir até aqui e falar de 'social'.
Falou outras coisas, mas o homem não prestou atenção entretido que estava no vórtice de sua viagem. Veio o segundo aviso 10 ou 15 minutos depois, nos mesmos termos:
- Vc vem com tuda sua literatura e conhecimento falar com a gente, quem é vc?
Não ouve terceiro aviso: o murro o pegou com força, nem se lembra de tê-lo levado. Viu-se sentado no chão, a rapaziada cercava o exaltado em quanto o homem procurava por si sentado no chão tateando em busca de uma das lentes dos óculos que estava no chão, caolho. Dirigiu-se ao seu carro estacionado ali perto.
A cabeça, a mil!
Porque faço isso?? Porque faço isso???, pensava ele. A imagem do acontecido (não só da agressão - natural, mas dispensável), teimava em invadir sua mente (obcessivamente), a procura de uma explicação que ele não tinha.
Chegou na casa em que estava hospedado, mal. Vomitou e tentou dormir...
Num determinado momento ele achou que devia varrer o acontecimento para debaixo do tapete do esquecer (coisa fácil e burra), e acabou! Mas, a coisa não era por aí: encarou aberta e gradativamente, sem julgar ninguém (nem a ele) e sem procurar 'responsáveis', se ateve sòmente a um ponto: 'quem' era essa parte dele que o levava a se expor de uma forma tão absurda! E chegou a seguinte conclusão:
que existe uma parte em nós que desconhecemos, a vemos, sabemos que está lá, a pomos para fora de vez em quando. Essa parte nos 'ferra'. Ela não é consciente só por não estar a tona no dia dia. Sob efeito de alguma substância a pessoa se divide..., atua em risco, não está 'inteira'.
Na verdade, a conclusão a que ele chegou é mais profunda, pois notou que, loucamente, criou uma realidade sem pé nem cabeça, mas fez isso com pessoas (e com ele), e isso tem seu preço. Talvez ele tenha que deixar a lembrança do acontecimento, livre, viva, do seu lado, e ele a olhará com amor, ouvindo o que ela tem a dizer; assim, se compreenderá melhor. É dessa forma que o que aconteceu poderá fazer parte do seu dia a dia sem que, no futuro, se desconheça.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Prata da Casa
Ricardo Soares, um jornalista nos States, 'Manhatan'!!
Não não!!!!, desculpe!: em Angola!
Faço dele, oficialmente, meu correspondente na África!
Em 73 (por aí), lá em San José na Costa Rica, teve uma reunião da OEA. Como um muchileiro classe média, longos e lisos cabelos (sempre fui hippie, ou algo assim), abestalhadamente seguro (ingênuamente escrevi uma carta a Veja, através do João Bittar, comunicando minha intenção de fazer uma matéria do jornalístico encontro), parti pra minha reportagem que não houve. Na verdade escrevi umas besteiras e mandei a 'matéria ' pelo correio.
O que realmente aconteceu nesta que seria minha primeira cobertura jornalística, é que fui convidado por um diplomata (eu, lindinho, tinha 23 anos), para subir ao ap dele. Fui, naquela época (e até bem pouco tempo atrás), eu me metia em tudo; o cara queria que eu transasse com ele, me ofereceu uma grana. Sabia que não ía rolar mas subi para ver no que dava. Não deu nada. Foi a 2ª vez que declinei a profissão de garoto de programa (a 3ª iria acontecer um ano mais tarde).
O assunto não sou eu, é o Ricardo!
O blog dele é 10!!
Atú lungú!
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Lei Bendita
Bendita lei
Seguimos uma lei, a que nos serve,
Um rastro, uma razão, um compromisso.
Nós somos da direita, nos conserve
O certo como certo, só por isso.
Cegamos para os outros que se atrevem
A pontos que diferem, referentes
Estranhos ao padrão dos que não devem
Ao fisco. Por que há versos que são frentes,
Avessos de aparência facial,
Essências tão grosseiras como fumo
De rolo?... Não nos cabem, são do mal.
Nós somos pelo bem, eis o resumo.
Algumas poesias, no decorrer de minha vida, me fizeram a cabeça. Com tempo fui percebendo que os responsáveis, os poetas, diferenciavam-se entre si e que suas obras eram coerentes com eles mesmos: como acontece com pintores, fotógrafos, músicos, escritores... Aí, então, comecei a procurar os autores; o que me foi muito benéfico e prazeroso. Hoje, gosto do que me toca; aprofundei-me um pouco mais nas coisas (e em mim), natural que minhas escolhas se pautem por outros parâmetros onde o humano (a linguagem), seja o mais coloquial possível: que...: como se pulasse por cima do que léxico e caísse direto dentro de nós; que tenha a consistência daquelas espumas de alta densidade, aonde somos acolhidos mas não nescessáriamente abraçados.
por isso o 'P' maiúsculo).
Um poeta maior - em busca de si, e do Uno; do qual todos fazemos parte, infelizmente, de maneira inconsciente na maioria do tempo.
Seguimos uma lei, a que nos serve,
Um rastro, uma razão, um compromisso.
Nós somos da direita, nos conserve
O certo como certo, só por isso.
Cegamos para os outros que se atrevem
A pontos que diferem, referentes
Estranhos ao padrão dos que não devem
Ao fisco. Por que há versos que são frentes,
Avessos de aparência facial,
Essências tão grosseiras como fumo
De rolo?... Não nos cabem, são do mal.
Nós somos pelo bem, eis o resumo.
Conformes, no juízo que credita
Anil aos uniformes, eis a dita.
Algumas poesias, no decorrer de minha vida, me fizeram a cabeça. Com tempo fui percebendo que os responsáveis, os poetas, diferenciavam-se entre si e que suas obras eram coerentes com eles mesmos: como acontece com pintores, fotógrafos, músicos, escritores... Aí, então, comecei a procurar os autores; o que me foi muito benéfico e prazeroso. Hoje, gosto do que me toca; aprofundei-me um pouco mais nas coisas (e em mim), natural que minhas escolhas se pautem por outros parâmetros onde o humano (a linguagem), seja o mais coloquial possível: que...: como se pulasse por cima do que léxico e caísse direto dentro de nós; que tenha a consistência daquelas espumas de alta densidade, aonde somos acolhidos mas não nescessáriamente abraçados.
Gosto do Ferreira Gullar, mas, não o procuro... Vai entender...: na verdade, entendo: procuro uma linha definida, e contínua de expressão, que encontro em Henrique Pimenta.
'Apresento-lhes' (o apresentarei inúmeras vezes), novamente; é um Poeta que aprecio e admiro muito. Uma admiração que beira o respeito: (se não for o mesmo!,por isso o 'P' maiúsculo).
Um poeta maior - em busca de si, e do Uno; do qual todos fazemos parte, infelizmente, de maneira inconsciente na maioria do tempo.
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