No primeiro dia de aula, numa escola secundaria dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega: Sakiro Suzuki, do Japão...
A aula começa.
- Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala.
Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775, na Filadélfia.
- Muito bem, Suzuki !!
- E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se.'?
- Abraham Lincoln em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha !??!?! Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cú, japonês filho da puta!!
- Quem foi? grita a professora.
Suzuki levanta a mão, e sem esperar responde:
- General McArthur em 7 de dezembro de 1941 em Pearl Harbour, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita: - Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tókio, 1991!
Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora irritada! Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997!
E outro aluno se levanta e grita:
- Ô Suzuki de uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Motociclismo no Rio de Janeiro, em 2002!
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- O Presidente do Brasil para o ministro da Aeronáutica, Brasilia 2006, a respeito do caos aéreo em Dezembro!
Outro aluno, num sussurro que ecoou:
- Agora fudeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM, na cidade de São Paulo!
O diretor, estarrecido com a petulância do japonês e da bagunça da turma, diz baixinho (mas que o zaponês ouve):
- Cambada de viadinhos filhos da puta, vão ter que virar gente de verdade!
Suzuki ouve, e respode:
- Muricy Ramalho para o time do São Paulo na Libertadores de 2009, antes de ser demitido...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Uma Carta; Longa E Linda
Carta para o Chico Buarque
(José Danon)
Chico, você foi, é e será sempre meu herói. Pelo que você foi, pelo que você é e pelo que creio que continuará sendo. Por isso mesmo, ao ver você declarar que vai votar no Lula “por falta de opção”, tomei a liberdade de lhe apresentar o que, na opinião do seu mais devoto e incondicional admirador, pode ser uma opção.
Eu também votei no Lula contra o Collor. Tanto pelo que representava o Lula como pelo que representava o Collor. Eu também acreditava no Lula. E até aprendi várias coisas com ele, como citar ditos da mãe. Minha mãe costumava lembrar a piada do bêbado que contava como se tinha machucado tanto. Cambaleante, ele explicava: “Eu vi dois touros e duas árvores, os que eram e os que não eram. Corri e subi na árvore que não era, aí veio o touro que era e me pegou.” Acho que nós votamos no Lula que não era, aí veio o Lula que era e nos pegou.
Chico, meu mestre, acho que nós, na nossa idade, fizemos a nossa parte. Se a fizemos bem feita ou mal feita, já é uma outra história. Quando a fizemos, acreditávamos que era a correta. Mas desconfio que nossa geração não foi tão bem-sucedida, afinal. Menos em função dos valores que temos defendido e mais em razão dos resultados que temos obtido. Creio que hoje nossa principal função será a de disseminar a mensagem adequada aos jovens que vão gerenciar o mundo a partir de agora. Eles que façam mais e melhor do que fizemos, principalmente porque o que deixamos para eles não foi grande coisa. Deixamos um governo que tem o cinismo de olimpicamente perdoar os “companheiros que erraram” quando a corrupção é descoberta.
Desculpe, senhor, acho que não entendi. Como é, mesmo? Erraram? Ora, Chico. O erro é uma falha acidental, involuntária, uma tentativa frustrada ou malsucedida de acertar. Podemos dizer que errou o Parreira na estratégia de jogo, que erramos nós ao votarmos no Lula, mas não que tenham errado os zésdirceus, os marcosvalérios, os genoinos, dudas, gushikens, waldomiros, delúbios, paloccis, okamottos, adalbertos das cuecas, lulinhas, beneditasdasilva, burattis, professoresluizinhos, silvinhos, joãopaulocunhas, berzoinis, hamiltonlacerdas, lorenzettis, bargas, expeditovelosos, vedoins, freuds e mais uma centena de exemplares dessa espécie tão abundante, desafortunadamente tão preservada do risco de extinção por seu tratador. Esses não erraram. Cometeram crimes. Não são desatentos ou equivocados. São criminosos. Não merecem carinho e consolo, merecem cadeia.
Obviamente, não perguntarei se você se lembra da ditadura militar. Mas perguntarei se você não tem uma sensação de déjà vu nos rompantes de nosso presidente, na prepotência dos companheiros, na irritação com a imprensa quando a notícia não é a favor. Não é exagero, pergunte ao Larry Rother do New York Times, que, a propósito, não havia publicado nenhuma mentira. Nem mesmo o Bush, com sua peculiar e texana soberba, tem ousado ameaçar jornalistas por publicarem o que quer que seja. Pergunte ao Michael Moore. E olhe que, no caso do Bush, fazem mais que simples e despretensiosas alusões aos seus hábitos ou preferências alcoólicas no happy hour do expediente.
Mas devo concordar plenamente com o Lula ao menos numa questão em especial: quando acusa a elite de ameaçá-lo, ele tem razão. Explica o Aurélio Buarque de Hollanda que elite, do francês élite, significa “o que há de melhor em uma sociedade, minoria prestigiada, constituída pelos indivíduos mais aptos”. Poxa! Na mosca. Ele sabe que seus inimigos são as pessoas do povo mais informadas, com capacidade de análise, com condições de avaliar a eficiência e honestidade de suas ações. E não seria a primeira vez que essa mesma elite faz esse serviço. Essa elite lutou pela independência do Brasil, pela República, pelo fim da ditadura, pelas diretas-já, pela defenestração do Collor e até mesmo para tirar o Lula das grades da ditadura em 1980, onde passou 31 dias. Mas ela é a inimiga de hoje. E eu acho que é justamente aí que nós entramos.
Nós, que neste país tivemos o privilégio de aprender a ler, de comer diariamente, de ter pais dispostos a se sacrificar para que pudéssemos ser capazes de pensar com independência, como é próprio das elites - o que, a propósito, não considero uma ofensa -, não deveríamos deixar como herança para os mais jovens presentes de grego como Lula, Chávez, Evo Morales, Fidel - herói do Lula, que fuzila os insatisfeitos que tentam desesperadamente escapar de sua “democracia”. Nossa herança deveria ser a experiência que acumulamos como justo castigo por admitirmos passivamente ser governados pelo Lula, pelo Chávez, pelo Evo e pelo Fidel, juntamente com a sabedoria de poder fazer dessa experiência um antídoto para esse globalizado veneno. Nossa melhor herança será o sinal que deixaremos para quem vem depois, um claro sinal de que permanentemente apoiaremos a ética e a honestidade e repudiaremos o contrário disto. Da mesma forma que elegemos o bom, destronamos o ruim, mesmo que o bom e o ruim sejam representados pela mesma pessoa em tempos distintos.
Assim como o maior mal que a inflação causa é o da supressão da referência dos parâmetros do valor material das coisas, o maior mal que a impunidade causa é o da perda de referência dos parâmetros de justiça social. Aceitar passivamente a livre ação do desonesto é ser cúmplice do bandido, condenando a vítima a pagar pelo malfeito. Temos opção. A opção é destronar o ruim. Se o oposto será bom, veremos depois. Se o oposto tampouco servir, também o destronaremos. A nossa tolerância zero contra a sacanagem evitará que as passagens importantes de nossa História, nesse sanatório geral, terminem por desbotar-se na memória de nossas novas gerações.
Aí, sim, Chico, acho que cada paralelepípedo da velha cidade, no dia 1º de outubro, vai se arrepiar.
Seu admirador número 1,
Zé Danon
José Danon é economista e
consultor de empresas
(José Danon)
Chico, você foi, é e será sempre meu herói. Pelo que você foi, pelo que você é e pelo que creio que continuará sendo. Por isso mesmo, ao ver você declarar que vai votar no Lula “por falta de opção”, tomei a liberdade de lhe apresentar o que, na opinião do seu mais devoto e incondicional admirador, pode ser uma opção.
Eu também votei no Lula contra o Collor. Tanto pelo que representava o Lula como pelo que representava o Collor. Eu também acreditava no Lula. E até aprendi várias coisas com ele, como citar ditos da mãe. Minha mãe costumava lembrar a piada do bêbado que contava como se tinha machucado tanto. Cambaleante, ele explicava: “Eu vi dois touros e duas árvores, os que eram e os que não eram. Corri e subi na árvore que não era, aí veio o touro que era e me pegou.” Acho que nós votamos no Lula que não era, aí veio o Lula que era e nos pegou.
Chico, meu mestre, acho que nós, na nossa idade, fizemos a nossa parte. Se a fizemos bem feita ou mal feita, já é uma outra história. Quando a fizemos, acreditávamos que era a correta. Mas desconfio que nossa geração não foi tão bem-sucedida, afinal. Menos em função dos valores que temos defendido e mais em razão dos resultados que temos obtido. Creio que hoje nossa principal função será a de disseminar a mensagem adequada aos jovens que vão gerenciar o mundo a partir de agora. Eles que façam mais e melhor do que fizemos, principalmente porque o que deixamos para eles não foi grande coisa. Deixamos um governo que tem o cinismo de olimpicamente perdoar os “companheiros que erraram” quando a corrupção é descoberta.
Desculpe, senhor, acho que não entendi. Como é, mesmo? Erraram? Ora, Chico. O erro é uma falha acidental, involuntária, uma tentativa frustrada ou malsucedida de acertar. Podemos dizer que errou o Parreira na estratégia de jogo, que erramos nós ao votarmos no Lula, mas não que tenham errado os zésdirceus, os marcosvalérios, os genoinos, dudas, gushikens, waldomiros, delúbios, paloccis, okamottos, adalbertos das cuecas, lulinhas, beneditasdasilva, burattis, professoresluizinhos, silvinhos, joãopaulocunhas, berzoinis, hamiltonlacerdas, lorenzettis, bargas, expeditovelosos, vedoins, freuds e mais uma centena de exemplares dessa espécie tão abundante, desafortunadamente tão preservada do risco de extinção por seu tratador. Esses não erraram. Cometeram crimes. Não são desatentos ou equivocados. São criminosos. Não merecem carinho e consolo, merecem cadeia.
Obviamente, não perguntarei se você se lembra da ditadura militar. Mas perguntarei se você não tem uma sensação de déjà vu nos rompantes de nosso presidente, na prepotência dos companheiros, na irritação com a imprensa quando a notícia não é a favor. Não é exagero, pergunte ao Larry Rother do New York Times, que, a propósito, não havia publicado nenhuma mentira. Nem mesmo o Bush, com sua peculiar e texana soberba, tem ousado ameaçar jornalistas por publicarem o que quer que seja. Pergunte ao Michael Moore. E olhe que, no caso do Bush, fazem mais que simples e despretensiosas alusões aos seus hábitos ou preferências alcoólicas no happy hour do expediente.
Mas devo concordar plenamente com o Lula ao menos numa questão em especial: quando acusa a elite de ameaçá-lo, ele tem razão. Explica o Aurélio Buarque de Hollanda que elite, do francês élite, significa “o que há de melhor em uma sociedade, minoria prestigiada, constituída pelos indivíduos mais aptos”. Poxa! Na mosca. Ele sabe que seus inimigos são as pessoas do povo mais informadas, com capacidade de análise, com condições de avaliar a eficiência e honestidade de suas ações. E não seria a primeira vez que essa mesma elite faz esse serviço. Essa elite lutou pela independência do Brasil, pela República, pelo fim da ditadura, pelas diretas-já, pela defenestração do Collor e até mesmo para tirar o Lula das grades da ditadura em 1980, onde passou 31 dias. Mas ela é a inimiga de hoje. E eu acho que é justamente aí que nós entramos.
Nós, que neste país tivemos o privilégio de aprender a ler, de comer diariamente, de ter pais dispostos a se sacrificar para que pudéssemos ser capazes de pensar com independência, como é próprio das elites - o que, a propósito, não considero uma ofensa -, não deveríamos deixar como herança para os mais jovens presentes de grego como Lula, Chávez, Evo Morales, Fidel - herói do Lula, que fuzila os insatisfeitos que tentam desesperadamente escapar de sua “democracia”. Nossa herança deveria ser a experiência que acumulamos como justo castigo por admitirmos passivamente ser governados pelo Lula, pelo Chávez, pelo Evo e pelo Fidel, juntamente com a sabedoria de poder fazer dessa experiência um antídoto para esse globalizado veneno. Nossa melhor herança será o sinal que deixaremos para quem vem depois, um claro sinal de que permanentemente apoiaremos a ética e a honestidade e repudiaremos o contrário disto. Da mesma forma que elegemos o bom, destronamos o ruim, mesmo que o bom e o ruim sejam representados pela mesma pessoa em tempos distintos.
Assim como o maior mal que a inflação causa é o da supressão da referência dos parâmetros do valor material das coisas, o maior mal que a impunidade causa é o da perda de referência dos parâmetros de justiça social. Aceitar passivamente a livre ação do desonesto é ser cúmplice do bandido, condenando a vítima a pagar pelo malfeito. Temos opção. A opção é destronar o ruim. Se o oposto será bom, veremos depois. Se o oposto tampouco servir, também o destronaremos. A nossa tolerância zero contra a sacanagem evitará que as passagens importantes de nossa História, nesse sanatório geral, terminem por desbotar-se na memória de nossas novas gerações.
Aí, sim, Chico, acho que cada paralelepípedo da velha cidade, no dia 1º de outubro, vai se arrepiar.
Seu admirador número 1,
Zé Danon
José Danon é economista e
consultor de empresas
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Escrever Não É O Mais Importante
Responder também é um tesão!
Não engorda e nos faz crescer!
Experimente! Faça sua (seu), coleguinha feliz: responda aos comentários!
Hoje tirei o dia pra comentar as blogadas dos chegados (muitos(as) nem sabem que sou um 'chegado': um cara que tá considerando a pessoa, e o que ela escreveu).
Meu, tô energizado!!!!!!
Como é bom sair por aí respondendo às blogadas! Tem gente que escreve pra caramba, que poetam com o espírito, que criticam com a alma!
É bom demais!
Comentei vários assuntos, todos importantes, criativos, sinceros, e bem escritos. Me enriqueci, independente se gostaram ou não.
De repente as pessoas nem irão ler o que comentei, mas isso definitivamente não importa.
Passeio, guardo, revisito, comento, me desfaço de alguns, guardo do lado esquerdo outros..., e assim vamos vivendo de amor.
:)
Rrsrsrsrs! É bom demais!
Tava preocupado... Não sabia direito o que escrever. Descobri, andando por aqui, que muitos(as) estão dando um tempinho. Nem precisavam! A algumas eu até dou razão, mas, acho que todo dia é dia pra se ligar nas coisas da própria alma, do próprio olhar, do perceber..., 6 sabem né.
Falou. É isso.
O post acima foi escrito, e colocado aqui, aos 16 de novembro de 2009.
Muitas pessoas (para mim, né), comentaram.
Logo de cara percebi a importância de se comentar o que o(a) blogueira(o) escreve.
Dar valor ao que se tem (mesmo que pouco), ou ao que se lê , é valorizar-se também - reflete-se na gente o ato generoso que considera (seja o que for, no sentido que der a palavra 'considerar').
Quero deixar claro que, isso é uma opnião pessoal! Muitas pessoas respondem por email, outras não fazem questão de responder. Existem varios motivos que levam pessoas a não responder o que se comenta; tudo bem, claro! Caso o blog me agrade muito, não faço questão NENHUMA que me respondam! Vou lá, comento, e tchau e bênção!
Uno-me pois, as meninas do BLOG DASGURIAS (que acham que existe um papo só de mulheres :P)
No mais, continuamos aqui pro que der e vier...!
Não engorda e nos faz crescer!
Experimente! Faça sua (seu), coleguinha feliz: responda aos comentários!
Hoje tirei o dia pra comentar as blogadas dos chegados (muitos(as) nem sabem que sou um 'chegado': um cara que tá considerando a pessoa, e o que ela escreveu).
Meu, tô energizado!!!!!!
Como é bom sair por aí respondendo às blogadas! Tem gente que escreve pra caramba, que poetam com o espírito, que criticam com a alma!
É bom demais!
Comentei vários assuntos, todos importantes, criativos, sinceros, e bem escritos. Me enriqueci, independente se gostaram ou não.
De repente as pessoas nem irão ler o que comentei, mas isso definitivamente não importa.
Passeio, guardo, revisito, comento, me desfaço de alguns, guardo do lado esquerdo outros..., e assim vamos vivendo de amor.
:)
Rrsrsrsrs! É bom demais!
Tava preocupado... Não sabia direito o que escrever. Descobri, andando por aqui, que muitos(as) estão dando um tempinho. Nem precisavam! A algumas eu até dou razão, mas, acho que todo dia é dia pra se ligar nas coisas da própria alma, do próprio olhar, do perceber..., 6 sabem né.
Falou. É isso.
O post acima foi escrito, e colocado aqui, aos 16 de novembro de 2009.
Muitas pessoas (para mim, né), comentaram.
Logo de cara percebi a importância de se comentar o que o(a) blogueira(o) escreve.
Dar valor ao que se tem (mesmo que pouco), ou ao que se lê , é valorizar-se também - reflete-se na gente o ato generoso que considera (seja o que for, no sentido que der a palavra 'considerar').
Quero deixar claro que, isso é uma opnião pessoal! Muitas pessoas respondem por email, outras não fazem questão de responder. Existem varios motivos que levam pessoas a não responder o que se comenta; tudo bem, claro! Caso o blog me agrade muito, não faço questão NENHUMA que me respondam! Vou lá, comento, e tchau e bênção!
Uno-me pois, as meninas do BLOG DASGURIAS (que acham que existe um papo só de mulheres :P)
No mais, continuamos aqui pro que der e vier...!
domingo, 30 de maio de 2010
Gravidez Precoce (A Estatística Da Estupidez)
Fazendo um trabalho de Escola topei com essas informações retiradas de um site oficial.
Se não forem quentes, estão perto: haja meninas tendo filhos! Claro que rola esse fato na classe média, e acima. Mas, nas classes mais pobres o bicho pega!
Considero a estupidez, mencionada no titulo, de total responsabilidade dos que gerem uma política capenga, caolha, 'católica', que, com mais boa vontade (e até por 'caridade'), deveriam, através dos canais de informação que possuem, dar um alô pra meninas ficarem mais espertas.
Na verdade, não só dos 'canais de informação', dispõem os governos (federal, estadual, municipal), mas da GRANA que possuem, e que gastam em propagandas institucionais inócuas, ou pior: nas propagandas de governo do sicrano, do beltrano, e da puta que os pariu!).
Em cidades do Interior do Norte o estoque de pílulas anticoncepcionais acaba em 10 dias..., pode uma coisa dessa?????????????
Bem..., aí vai a informação:
A cada 17 minutos uma adolescente se torna mãe.
Apenas 14% das adolescentes usam metodos contraceptivos.
Nos últimos 20 anos aumentou em 391% o numero de adolescentes gravidas.
240.000 jovens são atendidas no SUS por complicações causadas por aborto.
20% das adolescentes que fazem aborto clandestino, morrem.
Como se percebe, os numeros são aterradores, se considerarmos que outras pessoas (como os familiares por exemplo), estão envolvidos nessas estatísticas; em que não é computado os sofrimentos que advém de um aborto mal sucedido...
---------------------------------------------------
Por causa de duas moças, a Sarah e a Luma, colocarei um adendo neste post (uma das vantagens sobre livro: poder 'editar' um texto na hora que quiser, para 'n' leitoras(es)).
Voces duas têm razão...
No minimo, no minimo mesmo!, existem três personagens a quem podemos responsabilizar sem termos medo de incorrer em erro: os mocinhos (bestamente rasos), as mocinhas (bestamente bestas), os pais (envolvidos muitas vezes de maneira besta neste imbróglio), o governo (bestamente uma porção de coisas).
Poderia discorrer hora, sobre a responsabilidade dos envolvidos, mas... deixa pra lá. Na verdade minha intenção, além de mostrar-me (pras gatinhas também) um homem inteligente e inserido no contexto, minha intenção também era a de manter a chama!
- Que chama, ô nhambiquara?
A chama da informação!, do conhecimento (mesmo que só estatístico), ué!
Quis poupar uma das partes envolvidas..., não me perguntem por quê - nem eu sei direito.
Sei lá..., apesar da falta de responsabilidade, maturidade, de um minimo de simancol de todos os envolvidos, quis aliviar a das meninas...
Coisas de pai..., só pode ser.
Abrçs!
Se não forem quentes, estão perto: haja meninas tendo filhos! Claro que rola esse fato na classe média, e acima. Mas, nas classes mais pobres o bicho pega!
Considero a estupidez, mencionada no titulo, de total responsabilidade dos que gerem uma política capenga, caolha, 'católica', que, com mais boa vontade (e até por 'caridade'), deveriam, através dos canais de informação que possuem, dar um alô pra meninas ficarem mais espertas.
Na verdade, não só dos 'canais de informação', dispõem os governos (federal, estadual, municipal), mas da GRANA que possuem, e que gastam em propagandas institucionais inócuas, ou pior: nas propagandas de governo do sicrano, do beltrano, e da puta que os pariu!).
Em cidades do Interior do Norte o estoque de pílulas anticoncepcionais acaba em 10 dias..., pode uma coisa dessa?????????????
Bem..., aí vai a informação:
A cada 17 minutos uma adolescente se torna mãe.
Apenas 14% das adolescentes usam metodos contraceptivos.
Nos últimos 20 anos aumentou em 391% o numero de adolescentes gravidas.
240.000 jovens são atendidas no SUS por complicações causadas por aborto.
20% das adolescentes que fazem aborto clandestino, morrem.
Como se percebe, os numeros são aterradores, se considerarmos que outras pessoas (como os familiares por exemplo), estão envolvidos nessas estatísticas; em que não é computado os sofrimentos que advém de um aborto mal sucedido...
---------------------------------------------------
Por causa de duas moças, a Sarah e a Luma, colocarei um adendo neste post (uma das vantagens sobre livro: poder 'editar' um texto na hora que quiser, para 'n' leitoras(es)).
Voces duas têm razão...
No minimo, no minimo mesmo!, existem três personagens a quem podemos responsabilizar sem termos medo de incorrer em erro: os mocinhos (bestamente rasos), as mocinhas (bestamente bestas), os pais (envolvidos muitas vezes de maneira besta neste imbróglio), o governo (bestamente uma porção de coisas).
Poderia discorrer hora, sobre a responsabilidade dos envolvidos, mas... deixa pra lá. Na verdade minha intenção, além de mostrar-me (pras gatinhas também) um homem inteligente e inserido no contexto, minha intenção também era a de manter a chama!
- Que chama, ô nhambiquara?
A chama da informação!, do conhecimento (mesmo que só estatístico), ué!
Quis poupar uma das partes envolvidas..., não me perguntem por quê - nem eu sei direito.
Sei lá..., apesar da falta de responsabilidade, maturidade, de um minimo de simancol de todos os envolvidos, quis aliviar a das meninas...
Coisas de pai..., só pode ser.
Abrçs!
Um Dica De Responsa
Não posso colocar em evidência este ou aquele post pois acabei de lá chegar; mas coloco pelo menos um: o segundo que li, e que acho importante (e legal), pra quem se interessa por 'biografias' de épocas que nem estão tão longe assim (pelo menos para quem as viveu), e que envolve pessoas (atores e diretores, no caso), de quem temos conhecimento e que é o assunto do livro indicado pela Lola:
"Easy Riders, Raging Bulls: Como a Geração Sexo-Drogas-e-Rock'n'Roll Salvou Hollywood que é uma delícia do começo ao fim. Não dá pra entender por que demoram dez anos pra traduzir pro português um livro incrível desses. A tradução tá marcada pra sair este ano, pela Editora Intrínseca. Mês passado aluguei um documentário americano de 2003 com o mesmo nome, que traz todas as celebridades falando pra câmera, e clipes de muitos filmes, e acredite – o livro é muito superior. Isso porque o autor, Peter Biskind (foto), não só realizou um excelente trabalho de pesquisa, como escreve muitíssimo bem..."
Ela escreveu um artigo (informativo!), com o titudo de
FOFOCAS QUENTINHAS SOBRE OS CINEASTAS DOS ANOS 70, sobre este livro, que está dividido em duas partes: a primeira está aqui, e a segunda aqui.Sobre este mesmo tema vc pode ler algo neste site, também.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Caminhos
Na busca por mim, descubro a verdade. Na busca pela verdade, descubro o amor. Na busca pelo amor, descubro Deus. E, com Deus, encontramos (Eu e Ele), tudo.
(http://www.pravsworld.com/)
(http://www.pravsworld.com/)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A Mente Mente
Existem hoje vários textos que provam este enunciado: de que a mente cria uma realidade: confortável e burra.
Tirarei de três autores as idéias que aqui serão mencionadas. Óbviamente concordo plenamente com elas.
Primeiro mostrarei a vcs o que Rosana Herman deduziu a respeito da visão caolha com que a mente insiste em usar para compreender o que, às vezes, só o sentimento enxerga.
Depois (mas não hoje), postarei idéias também afiadas, mas bem mais profundas, enunciadas com sabedoria pelo pensador (digamos assim), Krishnamurti.
Por fim, passarei (mas não hoje), a quem possa interessar, os conceitos de Deus sobre o assunto; claro, e porque não? Ou você pensa que Deus é um mudo, a pairar sobre vossas cabeças?
"Não se chega à Deus pela mente", dizem grandes Mestres.
Passemos, pois, primeiramente, às considerações de Rosana Herman. Mais para frente tomaremos conhecimentos de outras opniões, tão importantes ou muito mais que essas que lhes ofereço.
"O pensamento pode voar, mas a mente gosta mesmo é de uma prisão. A mente gosta de prender-se voluntariamente a tudo o que não muda, ao que permanece, ao que se repete e ao que é sempre igual.
Por isso, a mente adora lembranças e memórias. Porque o passado já passou e não pode ser mais mudado.
O passado é permanente. A mente acha isso o máximo.
É como administrar uma empresa onde nada pode dar errado. O medo da mente é justamente este, administrar imprevistos.
Outra coisa que a mente ama de paixão é o padrão, porque como o nome já diz, o padrão não muda. Um metro, uma hora, o mesmo caminho para o trabalho, voltar ao mesmo restaurante e sentar à mesma mesa, são padrões que toda mente humana gosta de repetir.
Ah, que prazer que a mente sente quando a bunda senta na mesma cadeira que sentou na aula anterior! A repetição dá segurança, porque cria a falsa ilusão de que nada vai mudar.
E se nada mudar, nada de ruim poderá acontecer. Tudo será igual, com o mesmo final feliz, como antes.
Crianças adoram ver filmes mil vezes porque se sentem seguras, porque podem antecipar as próximas cenas (se na vida fosse assim...), e porque têm certeza de como a história terminará.
Já as mentes adultas, especialmente as obsessivas em qualquer grau, adoram a matemática. A matemática é a única ciência exata e imutável.
Enquanto a física e química, a biologia, por exemplo, estão sujeitas a variáveis da vida real, a matemática continua igual.
Daí o fato de que toda mente obsessiva gosta de contar, manipular números.
As contas são sempre exatas, não mudam.
E se você contar todos os passos e chegar direitinho à padaria com seus mil passos, então, podemos concluir que sua mãe não vai morrer e nada vai dar errado no seu dia.
Certo? Errado.
Errado porque a mente vive num mundo irreal.
Mundo da mente é como caspa, só existe na sua cabeça.
Tudo é mera ilusão. E, com perdão do excesso de realidade fisiológica, o mundo está cagando e andando pras suas ilusões mentais.
Como o mundo já provou, uma batida de asas de borboleta na África pode influenciar mais a ocorrência de um tsunami na Ásia do que sua contagem de azulejos no banheiro.
Porque a borboleta é real e seu pensamento, não.
O problema é que a mente não quer nem saber disso e provavelmente
muitos já terão abandonado este texto nas primeiras linhas.
Espertos, porque sabem que vou contar um segredo sobre eles: a mente fabrica alças.
Sim, alças, onde ela, a mente, possa se apegar.
Uma alça, como aquele putaquiupariu do carro, onde a gente segura a vida quando o motorista não é de confiança. Como o santoantonio dos jipes.
A alça pode ser um nome, um amuleto, uma mania, uma repetição qualquer.
A mente é chata, mas criativa, e assim, inventou a alça-sem-mala. Nesta alça ela se apega até a morte.
É uma crença, um dogma, uma frase feita, um chavão, um lugar-comum:
"Angélica ficou mais bonita depois que teve filho"; "Vaso ruim não quebra"; "Jesus voltará"...
Qualquer alça é boa pra mente: "A cadeia é a universidade do crime", "Direituzumanu só tem bandidu"...
Se a mente se acha fraca, ela inventa uma alça para se sentir forte, tipo: "Sou feia, mas tô na moda".
A mente inventa que se a pessoa perder dez quilos vai ser feliz e tudo vai dar certo na vida. Troca nomenclaturas, pra se sentir por cima.
Porque uma coisa é dizer que você tem TOC e outra coisa é assumir que você é um obsessivo chato, que ninguém agüenta conviver a seu lado e por isso você precisa de tratamento sério com remédio e tudo mais.
A mente inventa alças pra não cair em si.
Mas cair em si é a única forma de tomar consciência - primeiro passo para melhorar.
Portanto, remova todas as alças. Caia. Caia em si.
Tá gordo? Tá gordo, então, vamos emagrecer.
Tá infeliz? Sai dessa, viva a vida, aproveite.
Tá duro? 'Bora ganhar dinheiro'.
Só não fique aí, com essa cara de passageiro de circular da eternidade, vendo a vida passar na fresta da janelinha de um puta ônibus cheio, segurando firme na alça do medo, pois você tem que dar o sinal e descer para a liberdade do imprevisível."
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Terra De Todos Os Santos
Na Bahia, já não há mais assaltos...
Porque, quando os assaltantes falam: “Bota a mão na cabeça!!!...”,
os baianos já completam!, cantarolando: “... que já
vai começar...!!!" E engatam uma canção qualquer...,
como o reboleichon, por exemplo..!
Axé...
Porque, quando os assaltantes falam: “Bota a mão na cabeça!!!...”,
os baianos já completam!, cantarolando: “... que já
vai começar...!!!" E engatam uma canção qualquer...,
como o reboleichon, por exemplo..!
Axé...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Como Olhar Uma Mulher
É uma ciência!
Ando meditando (e experimentando), como fazer isso de uma maneira que ambos fiquemos satisfeitos tipo: olhos nos olhos primeiro?, nas pernocas?, no peito e depois nos olhos?... A coisa é complexa!
Como já é tarde, e eu me propus começar a dormir cedo, continuarei a tecer algumas considerações sobre o assunto amanhã.
Abraço a todos.
-----------------x------------------
Terça - feira, 18 de maio de 2010.
Bem, dois dias depois eis-me aqui pra continuar (e desenvolver), uma idéia.
Dois minguxos (rêrêrê), apareceram pra me dar um razoável apoio, sendo que Barbara até uma (boa) dica me deu. Augusto, claro, é uma presença bem vinda: poetas sempre o são, aqui.
Básicamente o título que escolhi para este post se refere às mulheres que não fazem parte de meu círculo familiar pois, neste olhar a que me refiro, tem inserida uma conotação não só sexual mas, sensual também. Claro que podemos sentir algo assim por nossas irmãs, mó natural (normal, a maioria acha que não é), mas não é esse o meu caso nem o do assunto aqui abordado.
Sabe, tenho me preocupado com isso: como olhar para uma mulher de uma maneira que não a ofenda, e que mostre que como macho, e homem, ela não me é indiferente.
Sempre olhei as de quem gostei de maneira diferenciada, só que hoje o faço com mais conciência, então, me veio na cabeça comentar o fato e perguntar (ao mesmo tempo em que 'me' pergunto), o que pensamos disso.
Já estou enchendo linguiça...
"Da testa para baixo.
É só uma dica.
Mas que não seja com ar de experiência científica mas com abertura a receber a poesia que cada mulher poderá lhe mostrar (mesmo sem saber), deste jeito."
Como me deu branco, começarei com as dicas acima, da Barbara.
Na verdade, o caso é simples: olha-se o rosto, faz-se um contato visual, e de maneira discreta, dá-se uma olhada no corpo da dama em questão apreciando os aspectos físicos que mais aprecio.
Simples! Mas nem tanto.
Deixo claro o seguinte: pode até ser uma 'ciência' (se formos levar isso tão a sério que estudemos isso), mas não quero levar pra esse lado; pois que há, realmente, poesia, no encontro de uma mulher que nos agrada.
Fico pensando: o que farei caso a veja? Respondo:
- cada parte de mim olhará cada parte dela. Os cabelos, a testa, os olhos, nariz, boca, seios, barriga, sexo, pernas, o odor ainda desconhecido, o gosto inevitável, baterá em minha aura (como uma imagem), que filtrará a parte física deixando passar sua essência, seu brilho, a cor de seus sentimentos naturais.
Não pensarei em nada, não desejarei nada, apenas viverei o momento, que terei a sensibilidade de fazer eterno; e falarei algo, que fará com que eu ouça sua voz. Não ficarei cozinhando galo, viajando na maionese como um garoto perdido em frente à uma 'deusa' (:aquela vizinha gostosa que nunca deu bola), ligado em sensações 'espirituais', em olhares que acham que estão olhando alguma coisa fora do que é real.
Amanhã eu continuo..., já são uma da matina.
Abrçs à multidão que me acompanha.
O que seria de mim sem vcs!
:)
-----------------------x-------------------------
Quarta - feira, 18 de maio de 2010.
Se usássemos a lingua dos anjos teríamos lido nestas paginas palavras pra lá de sábias, mas, usando sentimentos (que é a linguagem de Deus), não ficaremos muito longe do que pretendíamos sem grandes pretenções.
Penso que numa situação dessa, a de ficarmos frente a frente com outra pessoa que nos desperte assim como nós a elas, será preciso que nos mantenhamos inteiro: corpo, mente, e espírito integrados, unos. Como uma Santíssima Trindade, que é o que realmente somos. Neste estado de completitude rolará aquilo que faz duas pessoas se tornarem uma.
Claro que o que disse acima é uma realidade que pensamos muitas vezes estar acima de nós, uma realidade poética e espiritualizada inalcançável. Não é. É uma maneira de falar sobre algo real.
De qualquer forma, cito a opnião de Luma (por quem sou agradecido por ter me apresentado a Amargha Reth), que, como todas aqui, foram singelas e verdadeiras:
"Olhar nos olhos, de forma que diga, sem dizer, que já olhou todo o conjunto e gostou do que viu.
Parece simples, mas é um desafio conseguir fazer isso de forma direta e elegante."
Ando meditando (e experimentando), como fazer isso de uma maneira que ambos fiquemos satisfeitos tipo: olhos nos olhos primeiro?, nas pernocas?, no peito e depois nos olhos?... A coisa é complexa!
Como já é tarde, e eu me propus começar a dormir cedo, continuarei a tecer algumas considerações sobre o assunto amanhã.
Abraço a todos.
-----------------x------------------
Terça - feira, 18 de maio de 2010.
Bem, dois dias depois eis-me aqui pra continuar (e desenvolver), uma idéia.
Dois minguxos (rêrêrê), apareceram pra me dar um razoável apoio, sendo que Barbara até uma (boa) dica me deu. Augusto, claro, é uma presença bem vinda: poetas sempre o são, aqui.
Básicamente o título que escolhi para este post se refere às mulheres que não fazem parte de meu círculo familiar pois, neste olhar a que me refiro, tem inserida uma conotação não só sexual mas, sensual também. Claro que podemos sentir algo assim por nossas irmãs, mó natural (normal, a maioria acha que não é), mas não é esse o meu caso nem o do assunto aqui abordado.
Sabe, tenho me preocupado com isso: como olhar para uma mulher de uma maneira que não a ofenda, e que mostre que como macho, e homem, ela não me é indiferente.
Sempre olhei as de quem gostei de maneira diferenciada, só que hoje o faço com mais conciência, então, me veio na cabeça comentar o fato e perguntar (ao mesmo tempo em que 'me' pergunto), o que pensamos disso.
Já estou enchendo linguiça...
"Da testa para baixo.
É só uma dica.
Mas que não seja com ar de experiência científica mas com abertura a receber a poesia que cada mulher poderá lhe mostrar (mesmo sem saber), deste jeito."
Como me deu branco, começarei com as dicas acima, da Barbara.
Na verdade, o caso é simples: olha-se o rosto, faz-se um contato visual, e de maneira discreta, dá-se uma olhada no corpo da dama em questão apreciando os aspectos físicos que mais aprecio.
Simples! Mas nem tanto.
Deixo claro o seguinte: pode até ser uma 'ciência' (se formos levar isso tão a sério que estudemos isso), mas não quero levar pra esse lado; pois que há, realmente, poesia, no encontro de uma mulher que nos agrada.
Fico pensando: o que farei caso a veja? Respondo:
- cada parte de mim olhará cada parte dela. Os cabelos, a testa, os olhos, nariz, boca, seios, barriga, sexo, pernas, o odor ainda desconhecido, o gosto inevitável, baterá em minha aura (como uma imagem), que filtrará a parte física deixando passar sua essência, seu brilho, a cor de seus sentimentos naturais.
Não pensarei em nada, não desejarei nada, apenas viverei o momento, que terei a sensibilidade de fazer eterno; e falarei algo, que fará com que eu ouça sua voz. Não ficarei cozinhando galo, viajando na maionese como um garoto perdido em frente à uma 'deusa' (:aquela vizinha gostosa que nunca deu bola), ligado em sensações 'espirituais', em olhares que acham que estão olhando alguma coisa fora do que é real.
Amanhã eu continuo..., já são uma da matina.
Abrçs à multidão que me acompanha.
O que seria de mim sem vcs!
:)
-----------------------x-------------------------
Quarta - feira, 18 de maio de 2010.
Se usássemos a lingua dos anjos teríamos lido nestas paginas palavras pra lá de sábias, mas, usando sentimentos (que é a linguagem de Deus), não ficaremos muito longe do que pretendíamos sem grandes pretenções.
Penso que numa situação dessa, a de ficarmos frente a frente com outra pessoa que nos desperte assim como nós a elas, será preciso que nos mantenhamos inteiro: corpo, mente, e espírito integrados, unos. Como uma Santíssima Trindade, que é o que realmente somos. Neste estado de completitude rolará aquilo que faz duas pessoas se tornarem uma.
Claro que o que disse acima é uma realidade que pensamos muitas vezes estar acima de nós, uma realidade poética e espiritualizada inalcançável. Não é. É uma maneira de falar sobre algo real.
De qualquer forma, cito a opnião de Luma (por quem sou agradecido por ter me apresentado a Amargha Reth), que, como todas aqui, foram singelas e verdadeiras:
"Olhar nos olhos, de forma que diga, sem dizer, que já olhou todo o conjunto e gostou do que viu.
Parece simples, mas é um desafio conseguir fazer isso de forma direta e elegante."
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Dando Um Tempinho...
A duas semanas estou sem conexão. Minha nova linha telefônica foi instalada dia 6, e até hoje não está operacional... Um saco.
Tinha um perfil no Orkut. O google houve por bem eliminá-lo da face da Terra. Lá se foi um puta monte de comunidades (uma minha), tuuudo que postei em comunas diversas durante 3 anos, amizades em muiiitos Estados, fotos, etc... Que puta sacanagem! Eu num tinha foto de nenhuma mulé pelada, quer dizer, só da Janis Joplin, que tava linda: redondinha, macia, branca como um copo de leite (a flor), e cheia de colar!
Nem tô puto, só meio ressabiado: estou em terras do google (assim, em minúsculas), se esse povo (metido a besta) quiser, me deleta na hora que bem entender, sem dar a mínima satisfação! NA HORA QUE QUISER!!!!!! e eu, nada poderei fazer...!
Entreguei toda minha criação, idéias, relacionamentos, para um filha da puta...
O que farei: salvarei tudo que escrevi aqui (já tenho mais da metade guardado), e manterei minha independência, tipo: se aqui não der certo, pulo pra outro lugar.
Abrçs.
Tinha um perfil no Orkut. O google houve por bem eliminá-lo da face da Terra. Lá se foi um puta monte de comunidades (uma minha), tuuudo que postei em comunas diversas durante 3 anos, amizades em muiiitos Estados, fotos, etc... Que puta sacanagem! Eu num tinha foto de nenhuma mulé pelada, quer dizer, só da Janis Joplin, que tava linda: redondinha, macia, branca como um copo de leite (a flor), e cheia de colar!
Nem tô puto, só meio ressabiado: estou em terras do google (assim, em minúsculas), se esse povo (metido a besta) quiser, me deleta na hora que bem entender, sem dar a mínima satisfação! NA HORA QUE QUISER!!!!!! e eu, nada poderei fazer...!
Entreguei toda minha criação, idéias, relacionamentos, para um filha da puta...
O que farei: salvarei tudo que escrevi aqui (já tenho mais da metade guardado), e manterei minha independência, tipo: se aqui não der certo, pulo pra outro lugar.
Abrçs.
domingo, 9 de maio de 2010
Eu Vejo você
Em várias histórias de ficção científica nos encontramos com situações em que entramos em contato com o conceito de ‘mundos vivos’. Considero muito estranho que não possamos perceber o quanto é verdadeiro este conceito e que ele se aplica, em todos os sentidos, ao nosso planeta Mãe.
De imediato, posso afirmar que Avatar foi a segunda vez em que me deparei com a realidade que nos mostra como tudo está interligado. Em outra história (que li), homens descem num planeta só de árvores, elas tomam toda superfície; a idéia era que, por intermédio das raízes, elas criaram interação aonde todas eram um só ser; em outra (história), os seres que habitavam um planeta estavam tão ligados à ele que eram uma coisa só: podiam pensar de modo individual mas estavam, sempre, ligados em uma consciência da qual o próprio planeta, como uma matéria viva, fazia parte. Interessante...!
Fico pensando: o que se pode fazer para que a idéia da Unidade que formamos (nós e nosso planeta), se transforme em realidade; que realmente venhamos a ver a Terra como Mãe, e que isso não seja considerado uma uma loucura, uma infantilidade.
Confesso: a idéia de ‘união’, seja ela qual for, é benéfica. Talvez, o simples fato de ‘gostarmos’ da idéia, de ‘desejarmos’ que a Vida floresça sem empecilhos, e de ‘querermos’ que assim seja, quem sabe essa idéia se torne uma força palpável, mais real num plano ‘energético' e de atitudes; uma união que possibilite uma ponte para mudanças no pensamento humano de uma forma mais abrangente... De minha parte farei isso: trarei para o consciente esse desejo – o de que: ter consciência do Planeta em que vivemos nos leve a amá-lo e a querê-lo bem.
Uma boa hora para fazermos isso; e um bom dia, já que justamente hoje, é o dia das Mães.
De imediato, posso afirmar que Avatar foi a segunda vez em que me deparei com a realidade que nos mostra como tudo está interligado. Em outra história (que li), homens descem num planeta só de árvores, elas tomam toda superfície; a idéia era que, por intermédio das raízes, elas criaram interação aonde todas eram um só ser; em outra (história), os seres que habitavam um planeta estavam tão ligados à ele que eram uma coisa só: podiam pensar de modo individual mas estavam, sempre, ligados em uma consciência da qual o próprio planeta, como uma matéria viva, fazia parte. Interessante...!
Fico pensando: o que se pode fazer para que a idéia da Unidade que formamos (nós e nosso planeta), se transforme em realidade; que realmente venhamos a ver a Terra como Mãe, e que isso não seja considerado uma uma loucura, uma infantilidade.
Confesso: a idéia de ‘união’, seja ela qual for, é benéfica. Talvez, o simples fato de ‘gostarmos’ da idéia, de ‘desejarmos’ que a Vida floresça sem empecilhos, e de ‘querermos’ que assim seja, quem sabe essa idéia se torne uma força palpável, mais real num plano ‘energético' e de atitudes; uma união que possibilite uma ponte para mudanças no pensamento humano de uma forma mais abrangente... De minha parte farei isso: trarei para o consciente esse desejo – o de que: ter consciência do Planeta em que vivemos nos leve a amá-lo e a querê-lo bem.
Uma boa hora para fazermos isso; e um bom dia, já que justamente hoje, é o dia das Mães.
sábado, 8 de maio de 2010
Planos De Saúde
Um fiscal do Ministério da Saúde estava visitando um hospital.
Acompanhado pelo diretor, ele passa por um quarto e vê um homem se masturbando.
A situação era meio constrangedora..., o fiscal pede uma explicação ao diretor do hospital.
Ele explica:
- Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de sêmen, e é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia, para evitar que seus testículos fiquem dolorosamente edemaciados.
O fiscal se satisfaz com a resposta, e prossegue a visita.
Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira muito boazuda, ajoelhada, aplicando nele uma bela sessão de sexo oral.
- Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão bem conceituado como este!, irrita-se o fiscal.
O diretor responde:
- É o mesmo problema do paciente anterior, só que este tem Unimed ...
Acompanhado pelo diretor, ele passa por um quarto e vê um homem se masturbando.
A situação era meio constrangedora..., o fiscal pede uma explicação ao diretor do hospital.
Ele explica:
- Trata-se de uma doença rara. Este paciente produz uma quantidade anormal de sêmen, e é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia, para evitar que seus testículos fiquem dolorosamente edemaciados.
O fiscal se satisfaz com a resposta, e prossegue a visita.
Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama com uma enfermeira muito boazuda, ajoelhada, aplicando nele uma bela sessão de sexo oral.
- Exijo uma explicação para esta imoralidade num hospital tão bem conceituado como este!, irrita-se o fiscal.
O diretor responde:
- É o mesmo problema do paciente anterior, só que este tem Unimed ...
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Precipícios Bucais
Não é nova, mas lendo-a de novo percebo o quão perto da realidade ela está, e o quanto é terrível certos silêncios causados por uma bocona, que pode ser a nossa...
:)
Dois amigos conversavam, quando, depois da segunda, terceira, quarta taça de
vinho, Carlos declarou:
- Sabe Beto, descobri uns lances estranhos e acabei com tudo, quase deu
morte. Tô na fase da divisão dos bens. Tá foda.
- Pô, cara, é foda mesmo.
- Tô meio puto, mas agora vou organizar minha vida de forma diferente.
- Mas, Carlos, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Tua mulher tava dando
pra todo mundo e os caras que comeram disseram que ela é mais puta que a
imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três
escravos núbios ao mesmo tempo.
- Caralho, Beto! Eu me separei foi do meu sócio, porra!!!
- ....................................! (silêncio)
:)
Dois amigos conversavam, quando, depois da segunda, terceira, quarta taça de
vinho, Carlos declarou:
- Sabe Beto, descobri uns lances estranhos e acabei com tudo, quase deu
morte. Tô na fase da divisão dos bens. Tá foda.
- Pô, cara, é foda mesmo.
- Tô meio puto, mas agora vou organizar minha vida de forma diferente.
- Mas, Carlos, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Tua mulher tava dando
pra todo mundo e os caras que comeram disseram que ela é mais puta que a
imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três
escravos núbios ao mesmo tempo.
- Caralho, Beto! Eu me separei foi do meu sócio, porra!!!
- ....................................! (silêncio)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Cachaça Estratosférica
Juca e Chico eram dois mecânicos de avião e trabalhavam no aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro. Cachaceiros de carteirinha, não perdiam a chance de derrubar umas e outras.
Num fim de tarde sem movimento, Chico disse:
- Tô seco pra tomar umas...
- Eu também! Respondeu o broder.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de jato?
E o Juca:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.
Detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo muito bem e sem ressaca. Nisso o telefone tocou, era o Juca perguntando:
- Como você se sente?'
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só vou toma dela.
- É da boa mesmo; mas só uma pergunta: já peidou hoje?
- Não, por quê?
-Então se segura, porque eu tô te ligando de Cuiabá!
Num fim de tarde sem movimento, Chico disse:
- Tô seco pra tomar umas...
- Eu também! Respondeu o broder.
Os dois foram até o vestiário, mas a garrafa no armário estava vazia. Nessa altura, a vontade aumentou e então Chico sugeriu:
- Que tal a gente experimentar combustível de jato?
E o Juca:
- Vamo lá, de repente esse troço é bom.
Detonaram perto de um litro. No dia seguinte, ao acordar, Chico ficou surpreso, pois estava se sentindo muito bem e sem ressaca. Nisso o telefone tocou, era o Juca perguntando:
- Como você se sente?'
- Tô inteirão. A coisa é boa pra cacete. Agora só vou toma dela.
- É da boa mesmo; mas só uma pergunta: já peidou hoje?
- Não, por quê?
-Então se segura, porque eu tô te ligando de Cuiabá!
terça-feira, 27 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O Enviado do Senhor!
Um dia Deus, muito insatisfeito com a humanidade e os seus pecados, decidiu
pôr fim a tudo. Reuniu os presidentes e disse:
- Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas.
E o povo dizia:
- Mas, Senhor...
- Nada de MAS, este é o limite, a humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre! Portanto, voltem aos respectivos países e digam ao povo que estejam preparados. Têm 24 horas!
O primeiro a reunir o povo foi Obama.
Em Washington, através de uma mensagem à nação, Obama disse:
- Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar. A boa notícia é que Deus existe e fala comigo (mas, claro, já sabíamos disso). A má notícia é que esta grande nação, o nosso grande Sonho, só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus.
Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
- Camaradas, tenho duas más notícias. A primeira é que Deus existe... Sim, eu O vi, estava na minha frente!!! A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica Revolução pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir.
Finalmente, no Brasil, Lula dá uma conferência de imprensa:
-Brasileiros e brasileiras! Hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias:
a primeira boa notícia é que eu sou um enviado de Deus, um mensageiro, porque conversei com Ele pessoalmente!
A segunda boa notícia é que, conforme constava do Programa do Governo, em apenas 24 horas, serão erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, de burocracia, e, o mais espectacular de tudo: todos
os impostos vão acabar, assim como a miséria e a pobreza neste País!!
É o Governo cumprindo tudo o que prometeu!!!"
pôr fim a tudo. Reuniu os presidentes e disse:
- Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas.
E o povo dizia:
- Mas, Senhor...
- Nada de MAS, este é o limite, a humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre! Portanto, voltem aos respectivos países e digam ao povo que estejam preparados. Têm 24 horas!
O primeiro a reunir o povo foi Obama.
Em Washington, através de uma mensagem à nação, Obama disse:
- Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar. A boa notícia é que Deus existe e fala comigo (mas, claro, já sabíamos disso). A má notícia é que esta grande nação, o nosso grande Sonho, só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus.
Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
- Camaradas, tenho duas más notícias. A primeira é que Deus existe... Sim, eu O vi, estava na minha frente!!! A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica Revolução pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir.
Finalmente, no Brasil, Lula dá uma conferência de imprensa:
-Brasileiros e brasileiras! Hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias:
a primeira boa notícia é que eu sou um enviado de Deus, um mensageiro, porque conversei com Ele pessoalmente!
A segunda boa notícia é que, conforme constava do Programa do Governo, em apenas 24 horas, serão erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, de burocracia, e, o mais espectacular de tudo: todos
os impostos vão acabar, assim como a miséria e a pobreza neste País!!
É o Governo cumprindo tudo o que prometeu!!!"
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ahhh!! O Amor...
Datas..., sempre as esquecia. Hoje não me preocupo mais com isso: minha agenda me lembra se for o caso.
Este vídeo é emblemático: sofremos muito com datas que se relacionem ao 'nosso amoreco' (que aliás, estou sem faz um tempo).
Um salve aos 'homens de boa vontade'!!
Este vídeo é emblemático: sofremos muito com datas que se relacionem ao 'nosso amoreco' (que aliás, estou sem faz um tempo).
Um salve aos 'homens de boa vontade'!!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Angola, Terra Prometida
Uma pessoa que assina MARIANJARDIM, mantem um blog que fala da Angola em particular, e da África no geral.
Os textos são ilustrativos e fáceis de se ler, o conteúdo é que é difícil de engolir.
Das vozes que se levantam contra um estado de coisas, a dessa pessoa me parece bem clara.
Conheçam um pouco mais do assunto, um pouco mais de um país, um pouco mais de um continente.
http://povosmartires.blogspot.com/2009/01/petrleo-gera-pobreza-no-paradoxo.html
Os textos são ilustrativos e fáceis de se ler, o conteúdo é que é difícil de engolir.
Das vozes que se levantam contra um estado de coisas, a dessa pessoa me parece bem clara.
Conheçam um pouco mais do assunto, um pouco mais de um país, um pouco mais de um continente.
http://povosmartires.blogspot.com/2009/01/petrleo-gera-pobreza-no-paradoxo.html
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Não Se Assuste Pessoa, Se Eu Lhe Disser Que A Vida É Boa!
Saber não ter ilusões é absolutamente necessário
para se poder ter sonhos.
Fernando Pessoa
(Caramba, me esqueci de onde peguei esta frase do F. Pessoa)
para se poder ter sonhos.
Fernando Pessoa
(Caramba, me esqueci de onde peguei esta frase do F. Pessoa)
domingo, 11 de abril de 2010
Um Cômodo Vazio - (Mulheres!!)
"Vocês ganharam seu próprio espaço na casa até agora possuída exclusivamente por homens. [.] mas esta liberdade é apenas um começo; o cômodo é de vocês, mas ainda está vazio. Ele tem que ser mobiliado; tem que ser decorado; tem que ser repartido. Pela primeira vez vocês são capazes de decidir por si mesmas quais poderiam ser as respostas. Eu poderia ficar e discutir essas questões e respostas de bom grado – mas não esta noite. Meu tempo acabou e devo terminar.”
Era 1931 e Virginia Woolf dirigiu-se com essas palavras para um público de mulheres trabalhadoras. Ela ainda se empenhou por mais dez anos na busca da voz feminina na ficção antes de resolver de fato terminar. Não gosto de pensar que ela desistiu, prefiro acreditar que a literatura lhe prolongou uma vida de muito sofrimento psíquico.
Temos trabalhado nesse desafio que ela nos deixou. Para nós nada é certeza, mais que novos papéis, a liberdade conquistada nos legou a dúvida. Cabem filhos em nosso cômodo? Queremos um amor ou sucessivas paixões? O que mexe com nossa libido? Trabalharemos para viver ou viveremos para trabalhar?
Virginia conviveu com a primeira geração de mulheres numericamente significativas que tinham questões a colocar, mas elas não tinham precedentes. As mães delas sabiam o que seriam: esposa, mãe, solteirona, freira. Já elas precisavam fundar um destino e amadrinharam as gerações seguintes que tentavam preencher esse novo lugar.
A busca da voz é tema recorrente para todos aqueles que escrevem: como preencher um papel, uma tela em branco, que parecem zombar do pobre escritor? Ao referir-se ao vazio do recém-adquirido cômodo, Virginia inseriu a própria condição feminina nesse impasse criativo. Porém, hoje esse problema autoral coloca-se para ambos os sexos, já que a identidade masculina tornou-se inquieta.
Sexos frágeis
Outra matriarca, cuja obra sexagenária, O Segundo Sexo, foi finalmente reeditada em nosso país, tem uma explicação para isso: Simone de Beauvoir acreditava que a mulher fazia-se “Outro” para que o homem pudesse ser “Um”, fazia-se de fundo para que ele pudesse ser a figura. Eram papéis complementares, de tal modo que quando se rompe um lado desse enlace soltam-se os dois.
Não há por que pensar que as mudanças de comportamento provêm somente das mulheres, e que os homens apenas as teriam tolerado. Foi para ambos que o elo dos lugares fixos se dissolveu: houve homens que se apaixonaram por mulheres livres, elas por sua vez abriram mão do abrigo do patriarca. Assim foi o amor de Simone e Sartre, o de William Godwin pela feminista Mary Woolstonecraft, o de Virginia e Leonard. Homens e mulheres saíram do piloto automático, sentem-se frágeis, mas não cessam na busca do tom, de uma voz autêntica, e compartilham uma dúvida interior: o que me torna uma mulher, o que me faz um homem?
Por isso esperamos tanto do amor e do desejo, que parecem confirmar alguma coisa, qualquer coisa. Virginia, Simone e outras tantas nos deixaram essas ideias, com elas pelo menos não ficamos tão órfãs.
(Diana Corso)
Um texto, muito bem vindo nos dias de hoje e, porque não, por muitos dias do amanhã.
Foi postado por Amèlie, no blog Lost In Traslation (porque a palavra é valorosamente conotativa)
Iracema, A Voz Da Terra
Iracema Forte Caingang, é o nome dessa artista plástica, dona do blog Mil Contos Indígenas, que nos fala diretamente à alma, à cidadania, ao nosso coração brasileiro. É do Acre, um Estado que merece nestes dias mais acurada atenção, pela riqueza humana de alguns de seus filhos.
Ouçamos o que têm a dizer, é a Natureza falando.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Eucaliptos Na Janela
O título deste post é o nome do blog de Solange Maia.
Quarta, as duas da manhã, encontrei-a. Ela gosta de eucaliptos; eu a vejo mais frondosa (mas não carente de resina).
Me senti atraído: pelo que ela tem, pelo que dela vem; uma visão amorosa das coisas e pessoas: pela visão sensível do que a cerca: pelo carinho ao que é humano e natural.
Aqui, uma poesia dela, e o seguinte comentário por mim emitido:
'parece que necessito de um amor assim desde o dia em que nasci'.
Queria um amor assim,
desses que ficam grisalhos,
de histórias divididas e afetos desmedidos.
Queria o gosto da constância,
um pouco de rotina e o charme do tempo.
Gosto das marcas, dos vincos e da pele,
que mesmo sem o viço de ontem
é tão mais habitada, tão mais real.
Porque amor se aprende com o tempo,
no limite das renúncias,
no abandono das horas...
Quarta, as duas da manhã, encontrei-a. Ela gosta de eucaliptos; eu a vejo mais frondosa (mas não carente de resina).
Me senti atraído: pelo que ela tem, pelo que dela vem; uma visão amorosa das coisas e pessoas: pela visão sensível do que a cerca: pelo carinho ao que é humano e natural.
Aqui, uma poesia dela, e o seguinte comentário por mim emitido:
'parece que necessito de um amor assim desde o dia em que nasci'.
Queria um amor assim,
desses que ficam grisalhos,
de histórias divididas e afetos desmedidos.
Queria o gosto da constância,
um pouco de rotina e o charme do tempo.
Gosto das marcas, dos vincos e da pele,
que mesmo sem o viço de ontem
é tão mais habitada, tão mais real.
Porque amor se aprende com o tempo,
no limite das renúncias,
no abandono das horas...
terça-feira, 6 de abril de 2010
Ficha Limpa, Já!!!!!!!!!!!!!! - Assine!
Pense Maior!
Acabemos, com o que
Temos de Pior!
Dentro de menos de 48 horas o Congresso irá finalmente votar no Projeto de Lei Ficha Limpa.
Nós só temos dois dias para convencê-los de passar esta legislação ousada que irá mudar a política brasileira para sempre!
A Lei Ficha Limpa irá remover das eleições candidatos que cometeram crimes sérios como desvio de verba pública, corrupção, assassinato e tráfico de drogas. Vamos pressionar nossos deputados conseguindo 2 milhões de assinaturas para mostrar que se eles não votarem pela "Ficha Limpa" não votaremos neles!
http://www.avaaz.org/po/brasil_ficha_limpa/?cl=520425289&v=5741
Acabemos, com o que
Temos de Pior!
Dentro de menos de 48 horas o Congresso irá finalmente votar no Projeto de Lei Ficha Limpa.
Nós só temos dois dias para convencê-los de passar esta legislação ousada que irá mudar a política brasileira para sempre!
A Lei Ficha Limpa irá remover das eleições candidatos que cometeram crimes sérios como desvio de verba pública, corrupção, assassinato e tráfico de drogas. Vamos pressionar nossos deputados conseguindo 2 milhões de assinaturas para mostrar que se eles não votarem pela "Ficha Limpa" não votaremos neles!
http://www.avaaz.org/po/brasil_ficha_limpa/?cl=520425289&v=5741
Marina: Conteúdo Humano
No blog da Marina está uma entrevista na qual responde que, o crescimento nas pesquisas é resultado de um amplo "Movimento" .
"Eu acho que tem um processo de re-namoramento, re-apaixonamento, com a Politica. Não em função da pessoa (Marina), obviamente, mas em função da ideia. Parafraseando Victor Hugo: "Não há nada mais forte no mundo do que uma ideia cujo tempo chegou". E "uma ideia cujo tempo chegou" é isso, ela mobiliza os corações, ela mobiza as mentes, as ações das pessoas. Eu gosto muito de usar o termo pessoas, por que as eleições viraram máquenas de gahar o poder. Eu acho que a gente tem que ter um Movimento para discutir propostas, discutir o Brasil que a gente quer, conversar com (..) os diferentes segmentos da sociedade, na ideia de um Movimento. O Brasil é muito maior do que nós, e para dar conta dos desafios nas próximas décadas, há que ser um Movimento de todos para o Brasil."
Estou com 60. Pela primeira vez ouço palavras vindo de uma política que bate com o que anseio, com o que penso. Juscelino era simpático, possuía uma enegia que era visível - para mim, um estadista!
Faria Lima: um prefeito digno de prefeitar Nova York.
Existe um livro que fala de nossos políticos, e de situações acontecidas com eles. É MUITO legal!
"Eu acho que tem um processo de re-namoramento, re-apaixonamento, com a Politica. Não em função da pessoa (Marina), obviamente, mas em função da ideia. Parafraseando Victor Hugo: "Não há nada mais forte no mundo do que uma ideia cujo tempo chegou". E "uma ideia cujo tempo chegou" é isso, ela mobiliza os corações, ela mobiza as mentes, as ações das pessoas. Eu gosto muito de usar o termo pessoas, por que as eleições viraram máquenas de gahar o poder. Eu acho que a gente tem que ter um Movimento para discutir propostas, discutir o Brasil que a gente quer, conversar com (..) os diferentes segmentos da sociedade, na ideia de um Movimento. O Brasil é muito maior do que nós, e para dar conta dos desafios nas próximas décadas, há que ser um Movimento de todos para o Brasil."
Estou com 60. Pela primeira vez ouço palavras vindo de uma política que bate com o que anseio, com o que penso. Juscelino era simpático, possuía uma enegia que era visível - para mim, um estadista!
Faria Lima: um prefeito digno de prefeitar Nova York.
Existe um livro que fala de nossos políticos, e de situações acontecidas com eles. É MUITO legal!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A Política, E Os Erros De Informação
Lendas urbanas, pulhas virtuais, desinformação, teorias conspiratórias, mentiras, vírus, cavalos de tróia, golpes e muitas outras coisas que vagam pela Internet e tiram o sossego do Internauta.
http://www.quatrocantos.com/LENDAS/407_bolsa_familia_costureiras_ceara.htm
(Veiculei, neste blog, uma informação que não procedia. Retirei-o, mas ele está na íntegra, no link que disponibilizei acima.)
Grandes estadistas (como sir Winston Churchill por exemplo, (César foi assassinado!...)), devem ter tido dores de cabeça com noticias plantadas e/ou ações que visavam desmerecê-los, ou, simplesmente destruí-los.
Convenho que Inacio não é um estadista, está mais para um Bóris Yeltsin.
Nunca gostei de 'política'. Tinha verdadeira ojeriza ao assunto. Hoje não mais; discuto, converso, opino, surgiro, e me interesso. Claro, cometi erro como esse: o de postar públicamente uma notícia que carece de fundamento. Lamento, ainda mais neste caso, nestes tempos, onde demasiados atos políticos (mas que sempre existiram em governos, aqui e ali), carecem de quase tudo que é bom para o cidadão. Neste caso, o erro se potencializa por se tratar de um homem público com 75% de aprovação (se bobear, passou o Hitler neste índice!), e que algumas vezes me envergonhou de ter o presidente que tenho.
Ter servido como um agente propagador de notícia falsa (coisa que Dilma já fez na cara dura, sem se desculpar), me leva a tomar a decisão de pesquisar mais a fundo o Bolsa Família, suas qualidades, e suas distorções. E é o que farei, por uma questão de consciência política; que aliás devo usar este ano de maneira mais efetiva, e num plano mais real.
Por outro lado tendo mais conciência do que rola (e quais os motivos), em termos de ações políticas, poderei afastar para segundo plano preocupação com ATITUDES de pessoas que se ofendem ao ouvir opniões contrárias. Não posso, e não devo, priorizar opniões políticas em detrimento de valores humanos: os últimos, são os primeiros; no caso de Marina (trazendo o assunto político à realidade), mesmo que não se eleja, essa afirmação também se aplica.
Nasci um animal político, hoje sou um homem que valoriza atitudes conscientes; até porque recebo de volta as consequências de cagadas que cometo. Que todos recebam sua parte, como reza a Lei Universal.
http://www.quatrocantos.com/LENDAS/407_bolsa_familia_costureiras_ceara.htm
(Veiculei, neste blog, uma informação que não procedia. Retirei-o, mas ele está na íntegra, no link que disponibilizei acima.)
Grandes estadistas (como sir Winston Churchill por exemplo, (César foi assassinado!...)), devem ter tido dores de cabeça com noticias plantadas e/ou ações que visavam desmerecê-los, ou, simplesmente destruí-los.
Convenho que Inacio não é um estadista, está mais para um Bóris Yeltsin.
Nunca gostei de 'política'. Tinha verdadeira ojeriza ao assunto. Hoje não mais; discuto, converso, opino, surgiro, e me interesso. Claro, cometi erro como esse: o de postar públicamente uma notícia que carece de fundamento. Lamento, ainda mais neste caso, nestes tempos, onde demasiados atos políticos (mas que sempre existiram em governos, aqui e ali), carecem de quase tudo que é bom para o cidadão. Neste caso, o erro se potencializa por se tratar de um homem público com 75% de aprovação (se bobear, passou o Hitler neste índice!), e que algumas vezes me envergonhou de ter o presidente que tenho.
Ter servido como um agente propagador de notícia falsa (coisa que Dilma já fez na cara dura, sem se desculpar), me leva a tomar a decisão de pesquisar mais a fundo o Bolsa Família, suas qualidades, e suas distorções. E é o que farei, por uma questão de consciência política; que aliás devo usar este ano de maneira mais efetiva, e num plano mais real.
Por outro lado tendo mais conciência do que rola (e quais os motivos), em termos de ações políticas, poderei afastar para segundo plano preocupação com ATITUDES de pessoas que se ofendem ao ouvir opniões contrárias. Não posso, e não devo, priorizar opniões políticas em detrimento de valores humanos: os últimos, são os primeiros; no caso de Marina (trazendo o assunto político à realidade), mesmo que não se eleja, essa afirmação também se aplica.
Nasci um animal político, hoje sou um homem que valoriza atitudes conscientes; até porque recebo de volta as consequências de cagadas que cometo. Que todos recebam sua parte, como reza a Lei Universal.
Assinar:
Postagens (Atom)









