sábado, 13 de novembro de 2010

Um Som Que Não Deu Pra colocar...

Porque nem sempre as coisas tem que ter um porque.

Ía colocar um video do Ira e da Pitty, mas a bagaça não entrou por problemas de HTML.... Depois volto pra ver se resolvo isso. Parece que o blogger também tá dando pau...  /:( 
Voltei, não deu... Esse vai ficar assim mesmo.
O link do vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=NwZNsOaY-fU&feature=related
Uma musica que rola redondinha...! Legalzinha...

domingo, 7 de novembro de 2010

Óleos comestíveis: informações básicas

Girassol? Canola? Milho? Soja? Amendoim? Arroz refinado? Gergelim? Não fique mais perdendo tempo no supermercado em frente a gôndola de óleos.
Ômega3, 6 OU 9 ?
O que é, e para que serve.
 O melhor óleo, será sempre o que tiver menor valor para gordura saturada e maior para monoinsaturada, vitaminas e ômegas. Todos os óleos são ricos em gorduras (lipídios), importante fonte energética para o organismo. Funcionam como veículos para a absorção das vitaminas A,D,E,K e atuam na síntese de hormônios, como cortisol, estrógeno, progesterona e testosterona.
Esclareça aqui sua dúvida:
Os óleos vegetais trazem benefícios à saúde e oferecem em média, 115 calorias por colher (de sopa).
Óleo de Milho: Contém ômega6 e baixo teor de gordura saturada. É bom para massas doces. Em confeitaria, é o óleo mais usado.
Óleo de soja: Com ômega6, ajuda a regular os níveis de colesterol. Vai bem em doces ou salgados, especialmente frituras.
Girassol: Com ômega3, 6 e 9 e vitamina E, é rico em gorduras monoinsaturadas, que aumentam o colesterol HDL (bom) e reduzem o LDL (ruim). Serve para conservas e cozidos.
Canola: Tem ômega3 e, como o óleo de girassol, é rico em gorduras monoinsaturadas e previne doenças cardiovasculares. Ideal para peixes, legumes e verduras.
Amendoim: Com vitamina E e ômega6. Recomendado para frituras e também dá sabor a pratos frios.
Arroz refinado: Comparado aos outros óleos, este tipo é 20% menos absorvido pelos alimentos e, por isso, é um dos mais indicados para frituras.
Gergelim: É rico em ômega6 e 9, funcionando como antioxidante. na cozinha dá um toque especial a receitas orientais, mediterrâneas e saladas.
Azeite virgem de oliva (ou azeite): O azeite é muito dispendioso, é mais pesado que os óleos comestíveis comuns e pode tornar-se indigesto, sobretudo nas frituras. Por isso é mais recomendável usá-lo apenas nas saladas; finalização de um cozido ou assado; nas pastas árabes e nos pratos cujas receitas o indicam.


Ácidos ômega:
Ômega 3 – ácido alfa linoléico: Participa do processo de manutenção do equilíbrio hormonal saudável. Antioxidante e imunoestimulante previnem doenças degenerativas.
Ômega 6 – ácido linoléico: Ajuda a reduzir o nível de colesterol indesejado, contribuindo para manter o sistema cardiovascular saudável.
ÔMega 9 – ácido oléico: Seu efeito é notado em todas as enfermidades degenerativas e cardiovasculares, e problemas relacionados ao sistema nervoso central.
Atenção!!! Um único alimento não cura e não impede a manifestação de doenças. A adição desse alimento à dieta pode ajudar você a ter uma alimentação mais saudável e ainda a ajudar na prevenção de algumas doenças.
Descarte o óleo de cozinha sem agredir a natureza.
                                                                                        
                                                                                                 Por Taras Kalapun
Atualização
Recebi um mail de minha irmã em que um palestrante desce a ripa no óleo de canola, dizendo ser o dito cujo uma enganação.  O link é esse:
http://www.ecocidio.com.br/2010/08/19/a-fraude-do-oleo-de-canola/

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

From Me, To You...

     Meu, este vídeo é tão delicioso, que tava pensando em colocar amanhã; mas, como 'amanhã'  já é hoje (agora são 3:30 da matina), tá aí a parada.
     Bom demais!!!!!!!
     O pianista é Silvan Zingg, natural da Suiça. O casal é composto por dois bailarinos profissionais ganhadores várias vezes do Campeonato Mundial de Dança no estilo Boogie Woogie: William Mauvais and Maéva Truntzer.


De mim, procêis:


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cansaço

"Exausta , terminou o namoro com Alfredinho. O Nada interior do rapaz fazia muito barulho."
                                                                                          http://contodavidareal.blogspot.com/

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tudo Tem Um Custo...

Nada como um acontecimento que nos faça pensar, este vídeo pode ser considerado como um desses 'acontecimentos'.
Não é um vídeo que a fará feliz. Pelo contrario. Mas, a intenção foi mostrar o preço que um artigo, um trabalho oferecido pode custar, além do dinheiro que se paga por ele.
Não pensamos nisso de maneira adequada..., e o que este vídeo nos fornece são os subsídios para que enxerguemos, o que rola a nossa volta, de maneira mais abrangente.
Não dará para vc sorrir ao vê-lo, mas não precisa ir até o fim para saber a idéia que o autor quis passar.
Ele dura 4 minutos, assisti a 1 1/2...
Pra mim, foi o suficiente.
Nunca se esqueça de si ao fazer algo: cada um sabe o que lhe é suficiente.



Official Video: Muse and MTV EXIT: MK Ultra from MTV EXIT on Vimeo.



Peguei este vídeo aqui, um blog de responsa: posts legais, humor, raiva, sinceridade; coisas que fazem bem, enfim...!
Ahhh, a dona do blog fez niver por esses dias, postou um cartom em que uma menininha tá peguntando pra vó:
- A professora disse que, quando a gente cresce, podemos escolher o que a gente quiser ser. Porque escolheu ser uma senhora idosa?

Boa né?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ofídica, E Sinuosa Paixão


Gravura do arquiteto, que  ele é;
Do artista que, olé!!


TonhoOliveira





sábado, 23 de outubro de 2010

Marina: Vai Para O Trono Quem Ela Ungir...!

      (...) "Marina não é biônica, não é transgênica; é um produto orgânico. É gente e não sabonete embalado por marqueteiro; não é boneca de ventríloquo. Mostrou-se com personalidade, sincera, autêntica. A mesma autenticidade que a tirou do governo. Deixa essas lições para os dois que ficaram para o segundo turno. Mesmo sem a maciça propaganda e horários amplos na propaganda obrigatória, foi a quase 20 milhões de votos. Elegeu o segundo turno. E agora tem o poder de eleger presidente. Não que o eleitor dela aceite cabresto; quem votou em Marina é eleitor “cabeça”, que não se deixa conduzir por uma palavra de ordem de um candidato. Mas se Marina decidir subir algum palanque, ela poderá ungir a quem ela abraçar e disser: nesta pessoa, posso confiar meu projeto. Não são, Marina e Reguffe, exemplos de que nem tudo está perdido?"       

- É mentira Terta?
Nãããoo, dessa vez  nããoo...!



                               http://www.diariodorioclaro.com.br/product.asp?pid=27628

Segredo Da Vida Longa

Veja o exemplo desta senhora!



Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando a
viu sentada no degrau de sua varanda, fumando um cigarro.
Curioso perguntou:
- Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?
- É simples: consumo dois maços de cigarros por dia e, antes de ir pra cama, fumo um grande baseado.
Fora isso, bebo duas garrafas de Jack Daniels toda semana e só como besteiras.
Nos finais de semana, tomo um docinho aqui, uma balinha ali..., abuso do sexo, detono umas carreiras, e não faço nenhum exercício físico!
O médico, espantando, diz:
- Isso é extraordinário!!! Quantos anos a senhora tem?

 

- Trinta e quatro!


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sol Na Casa 7, Lua Na Casa 1


    Eis que a Lua torna-se cheia, formando uma oposição ao Sol, no eixo 1/7 do seu mapa astrológico, entre os dias 22/10 (Hoje) e 24/10.

   Estes serão dias delicados, onde a palavra-chave é ajuste dos relacionamentos: quem sou eu e quem é o outro? Até que ponto eu vejo o outro como outra pessoa, até que ponto perco a objetividade e o vejo como um espelho de mim?

    Todos nós tendemos a projetar coisas de nossas almas sobre as outras pessoas, em maior ou menor grau, e em alguns momentos específicos. Convém, neste momento, você avaliar melhor se aquilo que você tanto critica ou elogia em seu próximo está realmente no outro ou se é algo seu que se encontra projetado.

     Este pode ser um maravilhoso momento de complementaridade, em que surge alguém com as peças que faltavam para você montar um quebra-cabeças, mas pode também ser um momento de confronto, em que dolorosamente alguém lhe enfia o dedo na ferida.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Lista De Escândalos. Parte I - FHC

Não é correta essa mania de listar o que de ruim acontece em tudo, uma civilização que dá (aparentemente), mais valor a erros do que a acertos, está fadada a sofrer pacas, até aprender...

Dou continuidade a esse 'erro': o de listar o 'pior' de dois governos; pois tá meio difícil de listar os acertos, uma vez que esses são - ou seriam - a obrigação de qualquer  governo; e isso (os acertos),  ninguém nota ou anota, ninguém lista... (maneira de dizer, off course!).

Bem, vamos lá!
Começarei - com detalhes caprichados - com os escândalos do governo  Fernando Henrique Cardoso. São quarenta e cinco no total (coincidência?, acho que não...)!
Depois de nos deliciarmos com essas maravilhas de exemplos a não serem seguidos (mas que insistem em seguir; até criam em cima!!!!), executados (os exemplos, mas nós também) pelo governo anterior, nos voltaremos aos que foram perpetrados pelo atual governo.
Aliás, como dá para perceber, alguns deslizes também foram repetidos pelo governo atual, causando grandes transtornos.

Haja lista!!!!!!


1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

10 - O "caladão"
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.

15 - O fiasco dos 500 anos
As festa do descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000. tividades dos 500

16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.

18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.

19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.

20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.

21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.

22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.

27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.

29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.


30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.

31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

33 - Crescimento pífio do PIB
Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.

34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.

36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.

37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.

38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.

39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.

42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.

43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.


45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.


Ufa!!!!!! Deu trabalho!!!!!

Parece que não se falou na inauguração do Valérioduto..., se falou?
E numa parte da grana da venda da Telesp que sumiu, se falou?
Ahhh, na sacanagem que foi a imensa compra de votos para que a reeleição fosse aprovada, se falou né?
E a venda do Banespa, um banco pra ninguém botar defeito, quem foi o idiota mesmo que o vendeu? (Nem me lembro! Tô maus...).
Então tá.

Esqueceram de falar do assassinato em massa de cento e onze presos (sob a guarda da Justiça!!!!), ocorrido na Casa de Detenção em São Paulo, no governo daquele  gordo boçal (no bom sentido) lá...
No governo atual, dentro daquele 'salve geral' do PCC (também em SP), foram mortas 493 pessoas (por baixo). Grupos de matadores formados por..., ahh, deixa pra lá,  fizeram a festa!
Ahhh, guerra é guerra! Tá bom...

Saúde e Educação, PT E PSDB... Uma Bosta?

Se a política voltada a essas duas pastas não é sofrível, então, não sei o que é!

Visitando o blog Venenos, peçonhas e outras gentilezas, que considero pensante, bem humorado (e por isso não xiita), li um post sobre como o governo Lula encara a politica de Saúde e Educação,  que considero satisfatório.
Lá, um rapaz, o Bruno Leonardo (não tive acesso ao perfil dele), que era estudante universitário na época do FHC, tece considerações procedentes, deste e do outro governo. Nos diz ele:

(...) "A sensibilidade social do PT é uma farsa. Só acho que a dos tucanos não é nem um pouco melhor. Por isso, votei na Marina.

Implantar os genéricos e quebrar patentes de remédios para a AIDS são até iniciativas muito louváveis, mas por si só não constituem política de saúde. São ações pontuais. Nem tucanos nem petistas moralizaram o SUS.

Fui estudante universitário durante o período FHC e sofri com o congelamento de salários dos professores e as conseguentes greves, bem como a inexistência de concursos para novos professores, tornando o quadro docente cada vez mais escasso para um corpo discente que não parava de crescer. A política educacional tucana e a petista se engalfinham em ardente luta pelo título de a mais medíocre."

Escreveu bem o ex estudante universitário..., em minha não humilde opnião.
Também votei na Marina... 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Bebendo Com Jânio Quadros

     O texto é bom. Refrescar a memória com ele é um prazer.
     Últimamente tem sido penoso estar ao par de reportagens sobre os atuais personagens de nossa política; não que não o fôsse, também, na época em que Jânio (entre outros que apareceram antes ou depois dele), presidiu este país; mas hoje, para mim, não tem havido reportagens ou artigos leves, mais bem humorados...: a coisa tá pegando mais, tá mais 'pesada'.
     Coloco pois nestas páginas, a transcrição de uma das entrevistas feita pelo jornalista Augusto Nunes em maio de 80, com Jânio em sua residência no Guarujá.
     No governo deste homem foram criadas as primeiras reservas indígenas, dentre elas o Parque Nacional do Xingu, e os primeiros parques ecológicos nacionais. Outras ações foram realizadas por este presidente em seu governo, que não são lembradas com o devido rigor. Mas, que deveriam.

     Ía postar um texto do Ferreira Gullar que tá rolando na net  em que ele fala de seu 'desprazer' com relação ao PT (e a Dilma), mas achei sacanagem relacionar o nome de quem admiro por demais à uma campanha que já me cansou...: por inssôssa, e pobre de candidatos e planos - embora importantíssima como todas que já aconteceram desde a volta da democracia. E tenho dito.


O dia em que bebi com Jânio

                           Jânio usa o dicionário para ensinar alguma coisa ao colunista

Parte 1

A fera do Guarujá

 
─ Eu não disse? ─ ouvi meu pai dizendo em outubro de 1960.

Depois daquele comício em que Jânio Quadros comeu um sanduíche de mortadela no palanque, o prefeito Adail Nunes da Silva tinha dito que o homem seria presidente da República. E repetiu nos dois anos seguintes a profecia que acabara de ser confirmada pelas urnas.

─ Eu não disse? ─ ouvi minha mãe dizendo em agosto de 1961.

Depois daquele jantar em que Jânio lhe pediu um sanduíche de mortadela depois da sobremesa, dona Biloca tinha dito que o homem era maluco. E repetiu durante os sete meses de governo o diagnóstico que, disso ela não tinha dúvida, a renúncia à Presidência acabara de ratificar.

─ Eu não disse? ─ ouvi o repórter Jomar Morais dizendo em maio de 1980, sentado no banco traseiro do fusca que subia a Via Anchieta.

Em companhia de Jânio desde a madrugada, ele estava no jardim da casa de praia no Guarujá quando cheguei com o fotógrafo Pedro Martinelli, no começo da tarde, para a segunda etapa da reportagem de capa da edição 613 de VEJA.

─ Esse é do ramo ─ disse Jomar com voz baixa e cara de espanto. ─ Está tomando todas desde cedo e continua inteiraço. É fera.

Devia ter entendido o aviso, penitenciei-me em silêncio ao lado de Jomar no carro, com Pedrão no banco do co-piloto, que escalava a Serra do Mar à noitinha de volta a São Paulo. Que o homem era bom de copo eu sabia desde 1958, quando o vi derrubar mais de meia garrafa de conhaque enquanto jantava em Taquaritinga. Mas achei que o tempo conspirara a meu favor. Quase 22 anos depois da aparição lá em casa, ele já tinha 63 e eu, pouco mais de 30. Dá pra encarar, acreditei naquele 28 de maio de 1980. Foi o dia em que bebi com Jânio Quadros.

Jomar soube com quem estava lidando logo depois de apresentar-se a Jânio em São Sebastião, última escala da rota percorrida pelo cargueiro norueguês que o trazia da temporada de dois meses na Europa. O viajante resolveu descer para passear na cidade deserta às sete da manhã. Ele já fez o aquecimento no navio, deduziu o repórter ao ver o candidato a homem da capa de VEJA beijar com a mesma animação uma septuagenária vestida decorosamente e uma jovem de biquíni, traje que havia banido por decreto tão logo assumiu a Presidência.

Entre São Sebastião e Santos, enquanto Jomar bebia água mineral, Jânio traçou 20 latas de cerveja dinamarquesa. Era só o começo, mostraria durante o almoço. Entre garfadas no prato com arroz, feijão, bife e batatas fritas, o anfitrião derrubou seis copos americanos de caipirinha sem interromper a entrevista, sem perder em nenhum momento o ritmo e o rumo. “Quem bebe caipirinha enquanto come é craque”, observou Pedro Martinelli ao ouvir a informação sussurrada no jardim. E então Jânio Quadros apareceu na porta da casa. Vestia um slack preto.

E continuava alegre, avisou o sorriso. Continuava loquaz, avisou a discurseira durante os cumprimentos. E continuava sedento, avisou a pergunta formulada tão logo se acomodou por trás da mesa do escritório:

─ O que os senhores jornalistas vão beber?, quis saber, estendendo a mão para a garrafa de vinho do Porto na estante.

Pedrão já estava do lado de fora da casa, testando lentes e ângulos perto da janela da sala. Jomar pediu mais um copo de água mineral.

─ Uísque ─ caprichei na voz de frequentador de saloon.

O duelo do Guarujá iria começar.








quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Buscar Deus Juntos

Yogananda (a direita), e seu Guru: Sri Yukteswar

Na Índia, desde tempos imemoriais, os que estavam ansiosos para alcançar a realização divina procuraram associar-se a santos, ou meditarem diante de seus retratos, na companhia de outros aspirantes espirituais. Há uma profunda razão espiritual para essa prática, endossada pelos mestres durante séculos. Muitas tentações para reverter aos maus hábitos, ao pensamento dispersivo e a inquietude assediam o iogue principiante. A força ilusória de maya é poderosa e difícil de vencer, especialmente no começo. Por isso, aqueles que desejam aperfeiçoar-se são instados pelos mestres a manterem-se em estreita associação com outras pessoas de mesma índole, com a finalidade de fortalecer suas justas aspirações.

Nós nos tornamos semelhantes às pessoas com quem convivemos, não apenas por causa do que elas falam, mas também pela silenciosa vibração magnética que delas emana. Quando entramos no campo magnético de seu magnetismo, somos afetados.

Se quer se tornar um gigante espiritual, deve associar-se a devotos de Deus.


                                                                         Paramahansa Yogananda



Foto Do Perfil

     Fiquei interessante de branco, em minha foto de perfil, completando uma ficha de anamnese de uma cliente que fez parte do atendimento necessário - e obrigatório -  à conclusão do V Módulo do curso de massoterapia, concluído na semana passada nas dependências do SENAC de Jundiaí.

    
     O curso foi legal? Foi.
     Aproveitei legal? Poderia ter feito melhor...
     Fiz amizades? Fiz.
     Serei um bom profissional? Depende...
     Como assim, ô nhambiquara!?

     Pois é, é nisso que tenho pensado.
     Existe uma determinada distância entre o se formar, e o atuar. O que define esta distância é o barato que vc tem com relação ao que faz: quanto mais vc gostar do que faz, do curso que faz, menor será essa dicotomia, essa divisão entre o estudado e sua atuação dentro da profissão.
     Ahhh...! Mas isso é óbvio!

     Humm... é, é verdade...
     Saiamos dela então, da obviedade: acordei outro dia com um pensamento: fazer as coisas que têm que ser feitas: organizar-se!: arrumar a cama, lavar louça, limpar casa, estudar, ir ao médico, visitar maínha, praticar as várias técnicas aprendidas em pessoas de meu relacionamento, para poder atuar com mais desenvoltura e conhecimento em outras pessoas que não fazem parte de meu círculo; estudar (de novo), ler, ler emails, visitar meu blog e outros que gosto, meditar (é se conhecer mais profundamente), lembrar-me de estar com Deus, nadar... Essas são algumas coisas que tenho que fazer, religiosamente; das quais, algumas, tenho deixado pra lá.
     Lavar louça, por exemplo, posso deixar pra depois...
     Posso? Não. Podia...! Casa arrumada dá outra sensação, outra vibração; que necessito neste momento. Cuidar da saúde é outra coisa que tenho deixado pra lá, embora não seja prudente.
     Então, como dizia, acordei com uma certa urgência em inserir dentro de minha vida um ritmo...; o engraçado é que sempre fui meio 'desleixado' -  ainda sou, mas isso tem que acabar - e acordar com uma quase sensação de que algo eu teria que mudar, foi engraçado...; se isso tivesse acontecido no dia trinta e um de dezembro poderia passar batido, mas, em pleno outubro...; acho que a coisa é séria!

     Dizem que mulheres têm um sentido maior de intuição; diferente pode ser, em alguns aspectos, maior não. Mulheres têm um histórico de colocar as coisas, e se colocarem, em ordem: aonde elas estão (de uma maneira geral) fica tudo arrumadinho. Nós, não; não fazemos muita questão: limpo sim, arrumado..., se der. É nisso que estou pensando: quem se arruma por fora, pode se arrumar por dentro.
     A ilusão, maya, é poderosa; vc vai, vai.., e a pessoa acaba fondo; a pessoa vira um 'trapo' pensando que tá tudo bem! Exagerei, mas é por aí.

     Amanhã vou fazer exame de sangue, achava o Frank Zappa muitcho louco, mas, não quero ir-me embora deste mundo pelas mesmas razões que ele.

     Abrçs!
     Se fosse um guru, completaria este Abraço dizendo: meus Amados, e minhas Amadas!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ahhhh, A Velhice.... Que' Lindju'!

UM CASAL DE VELHINHOS ESTÁ  DEITADO NA CAMA.
A ESPOSA NÃO ESTÁ SATISFEITA  COM A DISTÂNCIA  ENTRE ELES, E DIZ:
- QUANDO A GENTE ERA MAIS JOVEM, VOCÊ COSTUMAVA  SEGURAR A MINHA MÃO...!
ELE HESITA,   DEPOIS ESTICA O BRAÇO E SEGURA A MÃO  DELA.
ELA NÃO SE DÁ POR SATISFEITA...
- QUANDO ÉRAMOS JOVENS, VOCÊ COSTUMAVA FICAR  BEM PERTINHO DE MIM...!
UMA HESITAÇÃO MAIS PROLONGADA E,  FINALMENTE,  RESMUNGANDO UM POUCO, ELE VIRA O CORPO  COM DIFICULDADE E SE ACONCHEGA PERTO DELA.
 ELA AINDA  INSATISFEITA:
- LEMBRA?, VOCÊ  COSTUMAVA MORDER MINHA ORELHA....
ELE DÁ UM LONGO SUSPIRO, JOGA A COBERTA DE  LADO, E SAI DA CAMA.
ELA SE SENTE OFENDIDA, E  PERGUNTA:
- AONDE VOCÊ VAI???????
- UAI! BUSCAR A DENTADURA, NÉ???!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Diz o político matinho:




Valeu galeraaaaaaaaaaa!!!




   
  Nos anos 60 um rinoceronte de um zoológico carioca levou uma
porrada de votos, mais que muiiiita gente!
  Então, evoluímos: tamos votando num palhaço!

Millôr/Fábio/Millôr

Millôr Fernandes lançou um desafio através de uma pergunta:
- Qual a diferença entre Político do PT e Ladrão?
Chamou muita atenção a resposta enviada por um leitor :
- Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão : a diferença entre o político e o ladrão é que um eu escolho, o outro me escolhe. Estou certo?" Fábio Viltrakis, Santos - SP.
Eis a réplica do Millôr :
- Puxa, Viltrakis, você é um gênio... Foi o único que conseguiu achar uma diferença!


PS.: O PT entrou meio de gaiato na história... Talvez por causa dos vacilos...

domingo, 3 de outubro de 2010

A Escalada Da Pobreza (De Espírito)

O texto fala de Dilma, do PT, de escândalos recentes, de posturas generalizadas. Mas, não só disso: também nos direciona a um pensar menos 'satisfeito', menos ufanista. Nada do que li neste texto é calunioso, maldoso, gratuíto. Existe lógica nele, e a ela me atenho.
Se mudará vossa opnião? E eu sei lá? Quem dera poder, um postzinho, mudar algo na maneira de fazer política nacional!
Vai dar tudo 'certo'? Vai dar tudo 'errado'?
Quem viver, verá.
Por enquanto, fiquem com o Guilherme Fiúza (de quem, se não me engano, nunca ouvi falar).


"O último debate entre os presidenciáveis na TV, com seu clima de chá de senhoras na Confeitaria Colombo, produziu uma única certeza: a opinião pública está morrendo.

Os candidatos não falam com ninguém.

Falam com as pesquisas. E como as pesquisas são cada vez mais imunes ao que acontece na vida real, o debate na TV Globo foi uma espécie de horário eleitoral gratuito coletivo. Perguntas, réplicas e tréplicas compuseram uma animada conversa de surdos.

Cada um com seu monólogo ensaiado, falando diretamente ao coração do seu marqueteiro, olho no olho.

Foi assim, nessa conjunção de mundos límpidos e sem conflitos, que sumiu na paisagem a grande ausente do debate.

Erenice não deu as caras. E dessa vez não foi culpa dela. A fiel escudeira de Dilma Rousseff fez tudo certo para protagonizar a reta final da campanha.

Empenhou seus familiares e simpatizantes, em diferentes graus de parentesco, para exibir por completo a doutrina petista de privatização do Estado. Com sua coleção de indícios de tráfico de influência, manteve o lema revolucionário de endurecer sem perder a prepotência jamais, chamando o candidato adversário de "aético" e "derrotado" em nota oficial. Mas o Brasil é magnânimo.

Já começou a esquecer que teve uma Erenice na chefia da Casa Civil.

Se Erenice Guerra, a breve, fosse só um acidente na República dos companheiros, melhor mesmo seria deixá-la despontar para o esquecimento.

O problema é o quanto o estilo Erenice diz sobre Dilma - essa desconhecida com cerca de 50% das intenções de voto.

A ministra que Lula teve que "suicidar" a menos de um mês das eleições seria, por assim dizer, o homem forte do governo Dilma. Com o escândalo já cheirando mal a céu aberto, a candidata petista ainda tentou salvar sua protegida, classificando de "factoide" a revelação das peripécias de Erenice na penumbra do Planalto. O factoide custou a cabeça da ministra, mas Dilma continuou firme: "Não vi nenhuma ação inidônea da ex-ministra Erenice." Quanto desse tipo de idoneidade tomará posse junto com Dilma Rousseff, se eleita? O Brasil não quer falar sobre isso agora. Prefere esperar pelo futuro tomando seu chá na Confeitaria Colombo.

Como foi possível a Dilma entrar e sair do debate na Globo sem ouvir o nome de Erenice? Como foi possível à candidata de Lula desfilar na TV para milhões de brasileiros sem dar uma única explicação sobre a propensão fisiológica, autoritária e conspiratória de seu projeto político, flagrada no caso Erenice? É simples. Os bem-pensantes estão convencidos de que o povo não sabe o que é Casa Civil. Não adianta falar de tráfico de influência, porque o povo também não entende. Aliás, o povo também não sabe o que é violação de sigilo fiscal. Será que o povo sabe o que é falcatrua? Possivelmente sim, mas não liga o nome à pessoa. Ligar Erenice a Dilma, então, nem pensar.

Segundo essa doutrina, para ser ouvido pelos brasileiros, o candidato de oposição José Serra, por exemplo, tem que se apresentar como Zé, filho de feirante. No Brasil emergente da era Lula, a pobreza é quase um diploma.

E a ignorância enseja carinho e condescendência. Independentemente de seus atos, o presidente sociólogo desperta antipatia; o presidente operário desperta orgulho. E assim o país vai reduzindo suas desigualdades: orgulhando-se de falar a língua inteligível pelos que não sabem falar, substituindo brilhantismo por bom-mocismo.

Estudiosos formados nas melhores escolas do Rio e de São Paulo produzem estudos confirmando um novo Brasil descoberto em 2003. O proselitismo lulista envaidece a elite envergonhada.

Na FGV, no Ipea, na USP, na Unicamp proliferam os papers deslumbrados com a nova classe C que não lê jornal e vai ao shopping.

De que vale saber quem fundou a estabilidade econômica, ou o que é Casa Civil? Essas coisas não cabem na fábula do filho do Brasil, com seus mais de 80% de audiência. O freguês tem sempre razão. Rumo ao Oscar.

O presidente operário está tirando o Brasil da pobreza, e legará sua obra social à primeira presidenta do país.

Soa bonito, melhor não contrariar.

Ainda assim, sem querer ofender o arrastão do bem, caberia perguntar: um país que perde discernimento, que compactua com a falta de esclarecimento, que não fala o que os emergentes da classe C supostamente não vão entender, que faz debate de mentirinha para não perturbar o sono da opinião pública, está saindo da pobreza para onde? A indiferença nacional com o caso Erenice é um indicador seguro de elevação da pobreza - pobreza moral, cultural, cívica. A imprensa flagrou a pobreza de espírito dos que chegam ao poder para "se servir", como disse o próprio Lula sobre Erenice. Mas, como alertou o Verissimo, foi tudo uma tentativa de impedir a vitória da Dilma.

É o velho Fla-Flu ideológico - a face mais pobre do Brasil. E aí não há Bolsa Democracia que dê jeito."

sábado, 2 de outubro de 2010

Vamos Nos Dar Uma Chance?

     Normalmente corremos muito, atropelamos a gente, os outros,  e as coisas.

     Deixemos rolar, pois; não é fácil! Parece, mas, não é: andar junto com o fluir, deixar acontecer, e estar junto - vivendo - na hora em que acontece, é difícil...!
     A ansiedade, companheira de uma vida inteira, plantada por nosso pais, sem querer, gruda na alma, fazendo a gente perder a paciência com a gente de vez em quando..., ou com os outros; ahh... essa ansiedade, companheira inseparável, que nos faz antecipar uma conversa como se ela já tivesse existido, que nos faz antever o beijo, o abraço, a conversa, o não, o sim, que não aconteceu... E o medo que a ansiedade nos traz? Vixi...: nos faz errar, apelar para o emocional, para a reserva de sentimentos adormecidos que, queremos, continuem assim. 
     Atropelamos e nos atropelamos com palavras mais rápidas, ríspidas às vezes, inseguras, que nos levam a caminhos esburacados e incertos..., longe da gente.

     Muita coisa conspira contra nós, principalmente nós mesmos... Mas, vamos nos dar essa chance, de, pausadamente, calmamente, amorosamente, construirmos nossa amizade, nosso relacionamento.

     Quem sabe dessa vez vai.

     Abrçs.

Dilma, E A Tartaruga Em Cima Do Poste

- É quando a gente vai indo por uma estradinha e vê um poste.
Lá em cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar.
Isso é uma tartaruga em um poste.

- Você não entende como ela chegou lá;
- Você não acredita que ela esteja lá;
- Você sabe que ela não subiu lá sozinha;
- Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
- Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
- Você não entende porque a colocaram lá;

- Então, tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá, e
providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não
é o seu lugar !

O Caminhoneiro E A Sogra

José, caminhoneiro, passou muito tempo viajando e chegou em casa de madrugada.
Como estava com saudades, correu pro quarto, agarrou a esposa e fez amor com ela três vezes.
Quando acabou foi para cozinha beber água. Chegando lá viu a esposa tomando café.
- Amor, você não estava no quarto nesse momento?!!
- Não,  mamãe veio me fazer companhia enquanto você viajava, é ela que tá no quarto. 
- Amor! Pelo amor de Deus! Você nem imagina o que aconteceu! Cheguei morrendo de saudade sua, corri para o quarto, estava escuro, e pensando que fosse você transei 3 vezes com a sua mãe!!!
A esposa, indignada, foi correndo falar com a mãe.
- Mãe! É verdade que o José transou 3 vezes com você, pensando que fosse eu?
- Foi.
- E a senhora não disse nada!!??
- Você sabe muito bem que eu não falo com esse nojento !

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PT - Carta Aos Empresários/O Tom De Um' Recado'. E VAMOS DE AZUL!



O PT enviará as cartas para 385 empresas e espera arrecadar R$ 157 milhões. Nos textos, redigidos com ajuda do marqueteiro João Santana, Dilma é definida como "candidata à sucessão do presidente Lula para dar continuidade à transformação do País que ele iniciou".

O último parágrafo diz: "Contribuir para o processo eleitoral é uma forma concreta de o dirigente empresarial influenciar no aprimoramento da política".

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100727/not_imp586535,0.php


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O tom do recado

"A pergunta feita a um empresário, numa conversa com várias pessoas, foi: "É verdade que emissários do PT telefonam para empresas avisando que sabem quem não está fazendo doações para a campanha?"
O empresário respondeu: "Para mim, telefonaram e foram pessoalmente dizer que notaram que eu não tinha feito doação na última eleição nem tinha feito ainda nesta."
Eu ouvi essa conversa estarrecedora. Esse tipo de encaminhamento do pedido de doação, se estiver generalizado, é uma forma de ameaça.
A frase: "Notamos que você não fez doação na última eleição e ainda não fez nesta" pode ser entendida pelo que está embutido: estamos de olho em você."

Miriam Leitão, artigo completo em :
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/09/29/o-tom-do-recado-328385.asp



VAMOS ÀS URNAS DE AZUL PARA EVIDENCIAR
       A VERDADEIRA PREFERENCIA DOS ELEITORES!


( Este post foi desavergonhadamente surrupiado do blog da Jurema Cappelletti -




terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Encontro...

Dona Tereza era muito religiosa e cumpria os mandamentos de Deus.
Casou-se e teve 11 filhos.
Depois o marido morreu.
Passado pouco tempo, voltou a casar.
Teve mais 17 filhos.
Depois o segundo marido morre.
Cinco semanas mais tarde, Dona Tereza também morre.
No funeral o padre, olhando a defunta no caixão, comenta:
- Ah! Finalmente juntos!
Uma velhota que se encontrava perto perguntou:
- Desculpe padre... mas quando o senhor diz "finalmente juntos", refere-se a defunta e o seu primeiro marido, ou a defunta e o seu segundo marido?
E o padre, muito contrito:
- Refiro-me aos joelhos de Dona Tereza...

domingo, 26 de setembro de 2010

Depoimento Crível Da Soninha Sobre O Serra

Ontem, nosso amigo Leando Dalle questionou a Soninha Francine
sobre seu apoio ao Serra.
Enviamos a mensagem, e ela nos enviou a seguinte resposta:

"Leandro, posso explicar, sim. Talvez não em poucas palavras, mas em muitas informações sobre o que vi, vivi e aprendi nos últimos anos. Pra não deixar sem nenhuma resposta agora, posso resumir assim:

- Descobri que o meio em que eu vivia - de petistas - inventava muitas barbaridades sobre o Serra. Por que o Serra? Não sei, talvez porque ele tenha sido o candidato do governo à sucessão do Fernando Henrique, portanto rival direto do Lula na disputa presidencial... Porque os petistas já pintavam os tucanos como o fel da terra (e eu, mesmo quando era do PT, achava isso um pouco absurdo), e o Serra como o próprio Satanás. Só que os fatos, mesmo vistos de longe, já desmentiam algumas coisas que diziam sobre ele: como ele podia ser "queridinho" da grande mídia quando comprava briga contra a publicidade de cigarro, por exemplo - que era uma baita fonte de receita para os meios de comunicação? E como ele era parte da elite imperialista internacional, quando foi à OMC e lutou contra os lobbys e cartéis da indústria farmacêutica, conseguindo as quebras de patente em nome da saúde pública dos países mais pobres?

Mesmo com esses fatos, eu acreditava nas versões do PT... Afinal, o PT era o meu partido, eu tendia a concordar com tudo... Pensava: "Ok, eles fez uma ou duas coisas importantes, corajosas, mas nem por isso é uma pessoa decente". O PT dizia que ele era covarde, porque tinha "fugido" da ditadura... Que era um manipulador ardiloso, porque "armou" um flagrante pra Roseana Sarney (se bem que eu já pensava naquela época: o marido da Roseana Sarney tem um milhão e meio de reais de origem desconhecida e a culpa é do Serra?).

Enfim, eu o detestava. Até ser vereadora e ele, prefeito. E descobrir que o demônio que pintavam não era nada daquilo. Mal humorado, impaciente, carrancudo, ríspido demais às vezes? Sim. Mau caráter? Não.

Em 2005, começo do meu mandato, o Serra me recebeu (a meu pedido), ouviu atentamente tudo o que eu disse e reconheceu que estava equivocado em algumas medidas que havia tomado como prefeito. Na manhã seguinte, desfez o que tinha feito. Depois, me procurou inúmeras vezes para perguntar de assuntos que acreditava que eu conhecesse melhor do que ele - políticas de juventude, meio ambiente, cultura. Cansei de vê-lo pedindo idéias, sugestões, opiniões. O contrário do que diziam dele...

Enquanto isso, o PT - que era o meu partido - continuava inventando, mentindo. Uma barbaridade. Analisava um projeto de lei enviado á Câmara pelo prefeito, concluía que o projeto era muito bom e... No plenário da Câmara, fazia DE TUDO para barrar o projeto. Saía do plenário para não dar quórum, subia na tribuna e passava meia hora falando horrores de um projeto que TINHA CONSIDERADO BOM - apenas para prejudicar "os tucanos" na eleição seguinte. Mesmo assim, mesmo no meio da guerra mais suja - petistas espalhavam mentiras para assustar a população, uma coisa realmente horrorosa - se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PT e ele considerasse o projeto bom para a cidade, ele sancionava (isto é, aprovava). E se chegasse um Projeto de Lei de um vereador do PSDB e ele considerasse o projeto ruim para a cidade, ele vetava. Aliás, nós ficamos amigos, e ele... vetou vários projetos meus. Ou seja, um comportamento REPUBLICANO, de respeito à Casa Legislativa e ao interesse coletivo. Mas o PT continuava espalhando que ele era autoritário, mentiroso, privatista, neoliberal... E que era repressor, "inimigo dos pobres", "amigo das elites", tudo de pior no mundo.

Mas o Serra ia fazendo coisas muito legais na cidade - criou a Coordenadoria da Diversidade Sexual, a Secretaria da Pessoa com Deficiência... O Centro de Juventude da Cachoeirinha, que é do cacete... Pegou um esqueleto que estava lá abandonado desde o Janio Quadros e fez um troço muito legal. Terminou o primeiro trecho do maldito Fura-Fila do Pitta, que também estava abandonado. Voltou atrás na história dos CEUS - porque essa foi uma das coisas que eu consegui convencê-lo de que ele estava errado - e mandou fazer vários outros, mantendo o nome "CEU" (bandeira da Marta...). Idem com os Telecentros - que os petistas diziam que ele "destruir", transformar em Acessa São Paulo, que era bem diferente... Criou a Virada Cultural. Fez os benditos hospitais de Cidade Tiradentes e do M'Boi Mirim - que o PT anunciava que a Marta tinha feito, quando na verdade ela não tinha começado nem a cavar o alicerce... Sem falar que a Marta, que passou os 2 primeiros anos de seu governo sanando as contas da prefeitura detonadas pelo Pitta, passou os dois últimos anos destroçando as contas da prefeitura - e deixou dívidas absurdas, contratos temerários de 20 anos assinados "no apagar das luzes"... O Serra deu muita força para a Secretaria do Meio Ambiente, que sempre era das mais pobrezinhas. E chamou para trabalhar com ele pessoas que tinham trabalhado com a Marta, sem a menor hesitação, sem rancor e ressentimento, porque considerava que elas eram competentes.

Enfim, eu VI, eu testemunhei, condutas absurdas do meu partido - e condutas admiráveis do Serra, que o meu partido pintava como o enviado do capeta.

Resultado: (lembre-se, este é um resumo, a história completa é uma enciclopédia) saí do PT, que foi se distanciando barbaramente dos ideais que pregava, adotando o "vale tudo" (pra governar, pra ser oposição), e fui para um partido de oposição. Que hoje apóia o Serra para presidente, assim como eu.

E eu nem falei do governo do estado... De mais uma seqüência enorme de mentiras e terrorismos, como de costume ("ele vai privatizar o metrô!"; "ele publicou decretos para acabar com a autonomia universitária!"), e, da parte dele, realizações admiráveis, mais ainda para quem ficou 3 anos e pouco no governo (e 1 ano e meio na prefeitura). Uma lista de pontos em que a atuação dele me agrada muito: trens metropolitanos, metrô, meio ambiente, cultura, pessoa com deficiência... E outros mais.

Se você odeia o Serra como eu odiava, eu sei que não vai mudar de idéia assim tão fácil. Não tenho essa pretensão. Mas gostaria que você acreditasse em mim: é com muita convicção que eu voto nele, baseada nos meus 6 anos de vida mergulhada integralmente na política.

Abração

Soninha