sábado, 16 de dezembro de 2017
Palmas Para Você
Minto se dissesse que torcia
Para tudo isso um dia acontecer
Peregrinava nos sertões sem poesia
Me entranhava nas veredas do viver
Confesso. Não sabia o que queria
Nem sonhava com o metafísico aparecer
Virei cigana, em muitas mãos seguraria
E largaria todas antes de conhecer
Quem me mostrou a noite virando dia
Com um beijo que jamais quero esquecer
Doeu tudo por não usar anestesia
E de miserável com seu carinho enriquecer
Assusta de perto e, se distante, que agonia
Pois amor quando gigante ao florescer
Faz pensar sobre o que ontem eu mesmo ria
Ao me transformar pelo todo do seu ser
Meus aplausos de onde estiver são cantoria
Que emergem do meu corpo para você.
Elika Kalimoto
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Atitudes Seguem O Que Pensamos
Livrinho sobre cultura e xamanismo Kahuna do Havaí, de Serge Kahili.
Segue um trechinho:
Segue um trechinho:
"Na linha de visão kahuna de que a experiência segue o pensamento e que todas as coisas são parte de um todo, segue-se que você não pode cometer violência sem primeiro se sentir violento sobre si mesmo; você não pode odiar os outros sem primeiro odiar a si mesmo; e você não pode realmente amar sem primeiro amar a si mesmo.
Amor é direcionado para o crescimento e desenvolvimento, enquanto violência é restritiva e repressiva. O que se chama de amar, então, é muito prático. Se você quer crescer e desenvolver uma vida prazerosa, pratica amor. E o grau em que você o pratica, necessariamente começa com você mesmo, no mesmo grau em que cresce, e se desenvolve, e sente prazer."
Amor é direcionado para o crescimento e desenvolvimento, enquanto violência é restritiva e repressiva. O que se chama de amar, então, é muito prático. Se você quer crescer e desenvolver uma vida prazerosa, pratica amor. E o grau em que você o pratica, necessariamente começa com você mesmo, no mesmo grau em que cresce, e se desenvolve, e sente prazer."
sábado, 10 de junho de 2017
Patativa Do Assaré - Um Poeta
Menino de Rua, garoto indigente
Infanto Carente,
Não sabe onde vai
Menino de Rua, assim maltrapilho
De quem tu és filho
Onde anda o teu pai?
Infanto Carente,
Não sabe onde vai
Menino de Rua, assim maltrapilho
De quem tu és filho
Onde anda o teu pai?
Tu vagas incerto não achas abrigo
Exposto ao perigo
De um drama de horror
É sobre a sarjeta que dormes teu sono,
No grande abandono
Não tens protetor
Exposto ao perigo
De um drama de horror
É sobre a sarjeta que dormes teu sono,
No grande abandono
Não tens protetor
Meu Deus! Que tristeza! Que vida esta tua
Menino de Rua,
Tu andas em vão
Ninguém te conhece, nem sabe o teu nome
Com frio e com fome
Sem roupa e sem pão
Menino de Rua,
Tu andas em vão
Ninguém te conhece, nem sabe o teu nome
Com frio e com fome
Sem roupa e sem pão
Ao léu do desprezo dormes ao relento
O teu sofrimento
Não posso julgar
Ninguém te auxilia, ninguém te consola,
Cadê tua escola,
Teus pais, teu lar?
O teu sofrimento
Não posso julgar
Ninguém te auxilia, ninguém te consola,
Cadê tua escola,
Teus pais, teu lar?
Seguindo constante teu duro caminho
Tu vives sozinho
Não és de ninguém
Às vezes pensando na vida que levas
Te ocultas nas trevas
Com medo de alguém
Tu vives sozinho
Não és de ninguém
Às vezes pensando na vida que levas
Te ocultas nas trevas
Com medo de alguém
Assim continuas de noite e de dia
Não tens alegria
Não cantas nem ri
No caos de incerteza que o seu mundo encerra
Os grandes da terra
Não zelam por ti
Não tens alegria
Não cantas nem ri
No caos de incerteza que o seu mundo encerra
Os grandes da terra
Não zelam por ti
Teus olhos demonstram a dor, a tristeza,
Miséria, pobreza
E cruéis privações
E enquanto estas dores tu vives pensando,
Vão ricos roubando
Milhões e milhões
Miséria, pobreza
E cruéis privações
E enquanto estas dores tu vives pensando,
Vão ricos roubando
Milhões e milhões
Garoto eu desejo que em vez deste inferno
Tu tenhas caderno
Também professor
Menino de Rua de ti não me esqueço
E aqui te ofereço
Meu canto de dor
Tu tenhas caderno
Também professor
Menino de Rua de ti não me esqueço
E aqui te ofereço
Meu canto de dor
Entre Sorrisos & Olhares
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Piadinha - I
Um rapaz chega a um velório e a primeira coisa que pergunta é:
- Qual a senha do wi-fi??
Um parente, incomodado, responde:
- Respeite o morto, companheiro!
Pergunta o rapaz, de volta:
- Tudo junto?
- Qual a senha do wi-fi??
Um parente, incomodado, responde:
- Respeite o morto, companheiro!
Pergunta o rapaz, de volta:
- Tudo junto?
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)