sábado, 13 de agosto de 2011

Uma Possibilidade De Calma


     "A maior parte da dor humana é desnecessária. Cria-se a si própria enquanto for a mente inobservada a dirigir a sua vida.


      Por outras palavras, quanto mais identificado você estiver com a sua mente, mais sofrerá. Ou poderá colocar a questão deste modo: quanto mais você honrar e aceitar o Agora, mais livre estará da dor, do sofrimento – e da mente egoica.


     A dor que você criar agora será sempre uma certa forma de não aceitação, uma certa forma de resistência inconsciente àquilo que é. Ao nível do pensamento, a resistência é uma certa forma de julgamento. Ao nível emocional, é uma certa forma de negatividade. A intensidade da dor depende do grau de resistência ao momento presente, e essa resistência por seu lado depende de quão fortemente você estiver identificado com a sua mente. A mente procura sempre recusar o Agora e fugir a ele.


     Porque é que a mente recusa ou resiste habitualmente ao Agora? Porque ela não consegue funcionar nem permanecer no poder sem o tempo, que é passado e futuro e, por conseguinte, para ela o Agora representa uma ameaça. De fato, o tempo e a mente são inseparáveis.


     Imagine a Terra desprovida de vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Teria ela ainda um passado e um futuro? Poderíamos nós falar de tempo de maneira que fizesse sentido? As perguntas “Que horas são?” ou “Que dia é hoje?” — se houvesse quem as fizesse — não fariam qualquer sentido. O carvalho ou a águia ficariam estupefatos com tais perguntas. “Que horas são?” perguntariam.”Bem, é claro que é agora. Que mais poderia ser?”


     Sim, é certo que precisamos da mente assim como do tempo para funcionarmos neste mundo, mas a certa altura eles tomam conta das nossas vidas, e é aí que a disfunção, a dor e o desgosto se instalam.
     A mente, para garantir que permanece no poder, procura constantemente encobrir o momento presente com o passado e o futuro e, assim, ao mesmo tempo que a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, começam a ficar encobertos pelo tempo, também a sua verdadeira natureza começa a ficar encoberta pela mente. Um fardo de tempo, cada vez mais pesado, tem vindo a acumular-se na mente humana. Todos os indivíduos sofrem sob esse fardo, mas também o tornam mais pesado a cada momento, sempre que ignoram ou recusam esse precioso Agora ou o reduzem a um meio para alcançarem um determinado momento futuro, o qual só existe na mente e nunca na atualidade. A acumulação de tempo na mente humana, coletiva e individual, contém igualmente uma enorme quantidade de dor residual que vem do passado.
         Se quiser deixar de criar dor para si e para os outros, se quiser deixar de acrescentar      mais dor ao resíduo da dor passada que continua a viver em si, então deixe de criar mais  tempo, ou pelo menos crie apenas o tempo necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida. Como deixar de criar tempo? Compreendendo profundamente que o momento presente é tudo o que você algum dia terá. Faça do Agora o foco principal da sua vida. Atendendo a que antes você vivia no tempo e fazia curtas visitas ao Agora, estabeleça a sua morada no Agora e faça curtas visitas ao passado e ao futuro quando precisar de lidar com os aspectos práticos da sua situação de vida. Diga sempre “sim” ao momento presente. 
     Que poderia ser mais fútil, mais insensato do que criar resistência interior a algo que já é? Que poderia ser mais insensato do que opor-se à própria vida, que é agora e sempre será agora? Submeta-se àquilo que é. 
     Diga “sim” à vida — e verá como de repente a vida começará a trabalhar para si em vez de contra si."


 “A mente humana é uma mente dispersa, e uma mente dispersa é uma mente infeliz”, escrevem os psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert, da Universidade de Harvard, na revista científica Science.
A habilidade de pensar sobre o que não está acontecendo no momento é uma conquista cognitiva, mas tem um custo emocional”, destacam. A pesquisa acompanhou 2.250 pessoas através de seus iPhones. Um aplicativo foi instalado para perguntar aos voluntários “o quanto felizes estão, o que estão fazendo no momento e se estão pensando sobre a atividade que estão realizando ou sobre qualquer outra coisa – e, neste caso, se é um pensamento agradável, neutro ou desagradável”. A pergunta aparecia na tela dos iPhones em intervalos irregulares."

 http://inconscientecoletivo.net/mentes-dispersas-tornam-as-pessoas-infelizes-diz-estudo/

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Os Porcos-Espinhos E Os Relacionamentos





















   "Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
   Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. 
   Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: o

u desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

   Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos...

  Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor um do outro...

   E assim sobreviveram."



Peguei do perfil da Derli Beti Futema, no Face.



quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Medicamentos: Ache o Genérico Correspondente

Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas, com os respectivos preços em todo o Território Nacional.

http://www.consultaremedios.com.br

Como tudo que é bom, nem sempre é bem  é divulgado.
Façam bom uso!!!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Sufoco




      Peguei lá no bog dEla.

     Gostaria de fazer umas considerações...
     Brincamos com as coisas, taxamos as coisas: se rola uma gozada antecipada por parte do macho já corremos a definir: ejaculação precoce! Pronto, lá vai o nego pela aí com rótulo grudado nas costas.
     Como vemos neste cartoon, o cara tá fazendo um esforço hercúleo para que a dama não fique na mão... Considero isso uma pressão cruel. Há que se desmitificar a idéia de que homem que goza 'antes'; isso tá por fora.
     Claro que os mais informados sabem que existem disparidades nos tempos que um sexo, e outro, levam para chegar ao... hummm..., clímax. Dentro do universo masculino existem os que, naturalmente, não têm a tendência de ficar 'meia hora' em cima da moça tentando esticar o inesticável.
     Acredito que, se não houver bom senso, se o egoísmo transcender ao 'dar-se', vai haver desencontro; que pode ser relevado, ou não.
     Se o cara tiver um problema, ele saberá; e irá tratar-se. Usará a cabeça num auto exame e chegará as suas conclusões perguntando-se se o problema é com ele (caso exista um problema, né), se é com 'elas', ou se é com a 'opinião geral'.
     Já me preocupei com a 'opinião geral', já me preocupei com a opinião da parceira, e já me preocupei comigo. Hoje, no more...! Achei minhas respostas; fiz as perguntas certas, e foram respondidas. De boa.
     Correr atrás do prazer tem seus riscos, que normalmente se concretizam em reclamações e insatisfações de ambas as partes.
     Outra coisa: as vezes o cara que foi rápido numa transa, pode demorar horas em outra; mas, a rapaziada não sabe disso...; demora anos pra sacar que o tempo, pra se chegar lá, vareia. E enquanto isso, vamos ouvindo essa baboseira de que temos que dar o tempo que a mulher acha que tem direito... Pô. Tá na hora de mudar o disco.
     Pra começo de conversa: que porra de 'tempo' é esse???? Que lei divina, ou natural, determina que homens e mulheres (é, também se reclama de vocês) tenham, cada um, um tempo determinado para gozar? Claro, existem as tendências naturais; e as circustâncias..., que modificam e determinam, num certo grau, este tempo.
     Pois é... Sempre é bom considerar as coisas com uma certa isenção (se for total, melhor). É o que pessoas inteligentes e antenadas, sábias vai..., fazem. Sabedoria, convenhamos, não é artigo só para os iniciados. Usemos a que temos, neste assunto e no resto.

Eu? O que rola comigo?
Bem, hoje, tudo rola redondo...; sem preocupações e ansiedades; e quando rola (e se, e com quem rolar), nos damos e nos recebemos; neste diapasão é impossível não ficarmos felizes, e satisfeitos.

Um Lusitano Criativo

Do blog do mfc:

O primeiro economista do mundo foi Cristóvão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Rosto da Relatividade Humana

Tem hora que é engraçado, tem hora que dá medo...: tudo fica por um fio!
Ver este vídeo é uma experiência marcante.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Erotismo Segundo Anaïs


"As mãos dele a agarraram como duas tenazes. Ele a ergueu para penetrá-la, como se não se importasse nem um pouco de partir-lhe os ossos daquela maneira. 
Usou coups de bélier, exatamente como um chifre a penetrá-la, a escornada de um touro que, ao contrário de feri-la, a fez desejar poder reagir com a mesma fúria. Depois de se satisfazer com uma selvageria e uma violência que a deixaram extasiada, ele sussurrou:
— Agora quero que você goze totalmente, está me ouvindo? Goze como nunca gozou
antes em toda a sua vida. 
 E ergueu o pênis intumescido diante de Linda, como o primitivo simbolo de madeira, oferecendo-o para que ela o usasse como desejasse. O homem incitou-a a liberar seus apetites mais violentos. Linda nem se deu conta de que o mordia. Ele arquejou em seus ouvidos:
— Continue, continue. Eu conheço vocês, mulheres, nunca trepam verdadeiramente como querem.
Das profundezas do seu corpo, de algum lugar que ela jamais desconfiara que existisse, subiu uma febre selvagem que a consumiu toda, que não conseguiu se satisfazer com a boca dele, com sua língua,
com seu pênis dentro dela, uma febre que não cedeu nem mesmo com um orgasmo. Linda sentiu que os dentes dele estavam enterrados em seu ombro, quando ela própria lhe mordeu o pescoço, e depois caiu para trás e perdeu a consciência.
Quando acordou, estava deitada em uma cama de ferro, em um quarto miserável. Um homem estava deitado ao seu lado. Ambos estavam meio cobertos pelo lençol. Ela reconheceu o corpo que a
esmagara na noite anterior, no Bois. Era o corpo de um atleta, grande, moreno, musculoso. A cabeça era bem conformada, forte; os cabelos, ondulados. Quando ele abriu os olhos e sorriu, Linda ainda o contemplava cheia de admiração."

Aos 27 anos tive contato com essa escritora. Peguei seu livro ao acaso numas das prateleiras da biblioteca do Centro Cultural São Paulo. Sem duvida sua escrita é um desbunde. Na época não tive como evitar uma escapadinha para inaugurar o banheiro do Centro, com uma bem caprichada e prazerosa. Até tentei roubar o livro, mas não deu certo (brasileiro - nem todos - é uma bosta mesmo, quando quer).
Homens reclamam que não existem mulheres suficientes que pensem no sexo da maneira deles; mulheres reclamam que homens metem o pau (figurativamente), quando elas caem de boca (figurativamente), sem dar bola para a torcida.
Nada mais justo pois, que esclareça aos desavisados e desavisadas que sim, existe vida inteligente no que se refere a uma erótica (e sensata) visão, por parte de ambos os sexos.
Além de simpáticos(as), inteligentes, e bem informados, vocês merecem uma postagem lucida e caprichada.

Amplexus affectum omnibus vobis!

Beba-me!

*
*
*

CIO


domingo, 17 de julho de 2011

Definindo A Cana-De-Açúcar











Cana, é o doce entre nós...!





(Palavras de Renato Andrade, um violeiro mineiro que já não se encontra entre nós)

sábado, 9 de julho de 2011

seu sorriso seu olhar
meu olhar meu sorriso
seu sorriso meu olhar
meu olhar seu sorriso
eu me olho em seu sorriso
tu me molhas em seu olhar
se eu olhar em seu sorriso
meu sorriso vem te olhar
 
 
 

terça-feira, 5 de julho de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

Os Secretos Segredos De Dica

     Dica é novinha..., só tem 18 anos (20 talvez...). Ela é morena, queimada pelo sol da Bahia, pelo sangue de seus pais. A conheci  logo que entrei no Blogger. Reverenciei sua delicadeza com as palavras, e o afiado delas..., que causam cortes de uma determinada profundidade (e que ela não assopra); mas, benignos são esses talhos, pois mantém a correta e poética atenção a quem a lê; assim como ao que ela escreve e diz.
     A dois anos a sigo. Melhorei muito neste tempo, por dentro e por fora; e ela acompanhou este desenvolver-se; e eu, o desenvolver-se dela.
     Para ela o amor pesa; mas, ao mesmo tempo, é leve o amor para ela; não se enganem: ela ama amar...; mas, se envolve, se entrega, as vezes sente-se presa. A profundidade do sentir a persegue, a acompanha; aí, alguma coisa acontece. Aí, ela (também), escreve.
     Estive agora; atualmente ela conta segredos... (isso já lhe trouxe problemas: ela não é hermética). Hoje está mais difícil descobrir quem é ele, ou ela, que lhe desvenda um acontecimento da alma.
     Estive lá e escrevi isso:


"Ahhh... Dica...

Por que me demorei tanto para vir vê-la? Estava com sede de suas letras (de sua alma?), e não tinha percebido.
Hummm, e vc acha que dá para esquecê-la? Dá. Dá para esquecê-la sim; mas não quero. Nem agora, nem ontem, nem nunca.

Tem algo de verdadeiro na sua escrita (em você?), que me faz destilar o homem em mim; sua delicadeza e fluência..., águas de regato..., feminina...; percebe-se profundidade..., e me dá vontade de abraçar-me a tudo isso (a você?).

Falo algumas coisas pois você tem que ouvir. Tem que ouvir uma voz que, é masculina por assim querer a natureza; que é razoável por assim querer  minha visão; que é calma por assim se sentir melhor; que é sincera por assim poder estar perto do seu coração; que é amiga, para assim sua alma ficar tranquila.
Assim é minha voz, assim é meu querer (por você).

Carinhoso abraço."

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Relacionamento É Baseado...

RELACIONAMENTO E' BASEADO EM DUAS COISAS: BELEZA E PACIENCIA. SE DER CERTO, BELEZA ! SE NAO DER, PACIENCIA...

Sexo... De novo?

Existe algo de repetitivo no sexo. Assim como na pele.
Não, não estou dizendo que é 'ruim': a sensação de 'pele'..., e o sexo.
Aliás, deveria encerrar este 'meu' assunto; mas falar não tira pedaço.
Vou atrás do que está 'sob' a pele, me sinto atraído pelo que a cobre; e o que a pele cobre é muito mais do que sonha a vã filosofia.
Se sexo fosse tão bom em si, não haveria tanta distância como a que nos encontramos, as vezes, da(o) parceira(o).

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Trepar, Ou Não Trepar.

Minha opinião com relação a esse assunto foi comentada no post de minha considerada Ela, no blog Masturbando Idéias (que acho um must!).
A palavra não é o ato, já dizia Krishnamurti; existe uma infinita distância entre uma, e o outro. Não nos enredemos pois em significados linguísticos. Por outro lado, a titulo de informação, sempre tratei deste assunto (o ato em si), de uma maneira delicada: coisa de gente' romântica' (ô palavrinha...).
O comentário feito foi esse:

"O cara não está errado no que disse; o que aconteceu foi ele ter se embananado nos porquês do relacionamento. Isso é imaturidade.
Mas, o fato de vc se relacionar desta forma (até agora), também não significa maturidade.
Estar, ficar, ter um relacionamento maduro, é estar, ficar, e usufruir um antes, um durante, e um depois; tudo junto.

"Homens, nós sempre terminamos com algum nojo de vocês, acreditem".
Nós também podemos sentir, eventualmente, esta sensação. Não é agradável ao paladar. Senti isso uma vez na vida, para nunca mais! Na verdade, senti mais nojo de mim, do que dela.

Pensava igual ao seu amigo: falta mulher que queira sexo. Não penso mais assim: tem de monte!
O que falta, é de pessoas que se gostem, que se sintam. Nunca trepei; fazer o que né?, coisas da vida. Uso outra palavra pra este ato, pois para mim (este ato) tem um significado que não é só físico; mas isso é coisa minha, minha visão da coisa; e palavras não querem dizer muito quando sabemos do que falamos; mas, vamos lá: existe diferença entre trepar e transar? Existe. Uma é melhor que outra? Depende..., de cada um.Tenho uma amiga que pensava como vc; achou um homem que a fez mudar de ideia - assim como ela o fez mudar também.
Defendo o amor, em sua forma física também; ele não foi feito para somente procriarmos, mas para nos divertirmos também. O problema é com quem o fazemos, de que maneira, e porque. Trepar por trepar..., sei não. Ter só o tesão como parâmetro para se relacionar fisicamente..., acho pobre, descalcificante (rsrs), e nos predispõe a ficarmos chateados com a vida e conosco.

Bem, tá feito o comentário... Talvez não seja um bom comentário, mas foi sincero. Onde há sinceridade, há tesão (no minimo, pela vida), pode estar certa!

Grande abraço e, um FELIZ ANIVERSÁRIO!!"

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Poesia Da Mê R Sedes

     Sabe quando você não sente sede, mas, ao ver uma cachoeira, um regato, o sereno em cima da folha, a umidade do ar na floresta, e vem aquela sensação da consciência da sede em volta da língua? Pois é...
     Essa poesia aí em baixo me fez ver a sede que tenho, desapercebidamente, por interligações que rolam nas sinapses por causa de certas palavras escritas onde borbulham idéias e significados.




mimesis


em suma quem somos na soma da última súmula?
e quem sub, trai-se?
quem mais, quando nós?
aquém
plurisabe-se em tantos contextos
quais pingos esparsos num texto.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comportamento Sexual

Recentemente, um grupo de pesquisadores concluiu uma experiência sobre as diferenças de comportamento sexual entre algumas nacionalidades.
Foram escolhidas nove ilhas desertas, e em cada uma delas foram colocados dois homens, e uma mulher. Após um mês, os pesquisadores voltaram às ilhas e verificaram o que tinha acontecido em cada uma delas.
Eis o resultado apurado:

1ª.- Um italiano matou o outro, e ficou com a italiana.

2ª.- Os dois franceses, e a francesa, faziam todo dia um "ménage à trois".

3ª.- Os dois ingleses estavam esperando que aparecesse alguém, para apresentá-los à inglesa.

4ª.- Os dois japoneses aguardavam instruções da matriz, em Tóquio.

5ª.- Os dois argentinos faziam sexo todo dia, a argentina não participava.


6ª.- Cada um dos dois escoceses abriu uma destilaria de coco, em  lados separados da ilha, e estavam muito bêbados para lembrar da escocesa.

7ª.- Os dois búlgaros olharam para a búlgara, olharam para o mar, olharam para a búlgara, olharam para o mar, e começaram a nadar...

8ª.- Nenhum dos dois americanos transou com a americana, mas já estavam respondendo judicialmente por assédio sexual.

9ª.- Cada um, dos dois brasileiros, achava que a brasileira estava transando só com ele...

domingo, 19 de junho de 2011

Palavras De Amor; Para Mim, Para Você...

"Podemos ir longe, se começarmos de muito perto. Em geral começamos pelo mais distante, o "supremo princípio", "o maior ideal", e ficamos perdidos em algum sonho vago do pensamento imaginativo.
Mas quando partimos de muito perto, do mais perto, que é nós, então o mundo inteiro está aberto -- pois nós somos o mundo.
Temos de começar pelo que é real, pelo que está a acontecer agora, e o agora é sem tempo."
                                                                                                   (Krishnamurti)


"Afirmo que a Verdade é uma terra sem caminho. O homem não pode atingi-la por intermédio de nenhuma organização, de nenhum credo (...) Tem de encontrá-la através do espelho do relacionamento, através da compreensão dos conteúdos da sua própria mente, através da observação."
                                                                             (Krishnamurti)


"Estou apenas a ser como um espelho da vossa vida, no qual podeis ver-vos como sois. Depois, podeis deitar fora o espelho; o espelho não é importante."
                                                                            (Krishnamurti)


"... Falamos da vida -- e não de ideias, de teorias, de práticas ou de técnicas. Falamos para que olhe esta vida total, que é também a sua vida, para que lhe dê atenção. Isso significa que não pode desperdiçá-la. Tem pouquíssimo tempo para viver, talvez dez, talvez cinquenta anos. Não perca esse tempo. Olhe a sua vida, dê tudo para a compreender."
                                                                           (Krishnamurti)

domingo, 5 de junho de 2011

Boas Idéias? Conecte-se!

Mas não só por aqui, pela Net!
Até em bancos de praça batendo papo com vovôs e sendo cagado por pombos, a gente pode ter um insigth!
Experimente!!





(Tirei do blog do Francisco.)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Problemas Do Google, Comigo

     Não tenho conseguido comentar em vários perfis de amigos e pessoas que admiro. Não sei o que isso vai dar caso esta situação não mude, - na verdade ela está piorando. 
     Um perfil que tinha no Orkut (faz tempo!!),  foi sumáriamente deletado sem razão aparente, nem satisfação. Não seria a primeira vez, então, ser eu 'prejudicado' por esta entidade (quase sobrenatural eu diria), que é o Google.
     Sei lá..., talvez eu desista daqui; desta plataforma, eu digo.
     Será que sou o único?


     Ai, qui diliça! Consertei a bagaça! 
     Instalei o Chrome. 
     Ía fazer isso, mas... Cêis sabem como são as coisas: sempre inventamos alguma coisa para fazer, e vamos deixando algumas pra depois. Hoje, respondendo a um post d'além mar, do Manuel,  resolvi tomar vergonha na cara e instalar o dito cujo, resultado: visitei tooodos os blogs pra postar comentarios que tinha guardado, e estou aqui, esfusiante, escrevendo...!
     Que coisa!, como ficamos quase que dependentes disso aqui!! Podemos até não aceitar o fato...; eu, por exemplo, não aceito. (Rsrs!)
     Se por algum acaso eu ficar impedido de entrar no meu bloguitcho, na hora me baixa o Lao Tsé, que me dará a devida reação filosófica ao fato, imunizando-me de reações ansiosas e/ou violentas - não quero me transformar naquele menininho que sai arrebentando o teclado de maneira insana, lá no Youtube.
     De olho nesse negócio de vicio, já me programei: só fico até as quatro da manhã. Nem um minuto a mais!!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Frases

"Aprendi que toda vez que decido algo com o coração aberto, eu normalmente tomo a decisão certa."
(Maya Angelou)


"Cada um de nós é afetuosamente desconhecido pela maioria dos amigos e parentes."
(Aníbal M. Machado)


"Deus, põe teu olho amoroso sobre todos os que já tiveram um amor sem nojo nem medo, e de alguma forma insana esperam a volta dele."
(Caio Fernando Abreu)


Sorrio porque muitas coisas que rolam torto, são para que a gente role certo.
(Sylvio de Alencar)


Entre a arte e a loucura, há um fio de seda pura.
(Peguei no Face)


Melhor escapar fedendo, que morrer cheiroso.
(Ditado popular)



Deus não trabalha na ansiedade do Homem.



A velhice é boa, mas é uma merda. Já a juventude é uma merda, mas é boa.


Não faça o que quer, e então poderá fazer o que preferir

(Sadasiva) 


A convicção de minha liberdade de expressão é a lei que outorga a minha escravidão.
(Não me lembro do nome do cara) 


Nunca se justifique: os inimigos não acreditarão, e para os amigos não é necessário.
(Provérbio Árabe)


Marido e mulher estavam dividindo uma garrafa de um bom vinho, quando ele disse: 
- Querida, aposto que você não é capaz de dizer algo que me deixe alegre e triste ao mesmo tempo!E a mulher responde na bucha:
-Teu pinto é o maior de toda a vizinhança!


A verdadeira inclusão digital é o exame de próstata.


O objetivo de um relacionamento é decidir que parte de si mesmo você gostaria de revelar, não que parte de outra pessoa pode possuir e dominar.
(Deus)


Espiritualidade nada mais é do que a capacidade que temos de manifestar o Universo neste planeta!


Quem enxerga o ridículo onde o que está em jogo é o trágico e o sinistro, tem que se preparar para o horror. 
(Isabela Boscov)


"Se manifestarem aquilo que têm em si, isso que manifestarem os salvará. Se não manifestarem o que têm em si, isso que não manifestarem os destruirá"

(Deus) 


Dê um peixe a um homem e você o alimentará por um dia. Dê-lhe uma religião e ele morrerá de fome enquanto reza por um peixe. 


L I V R O  N Ã O  E N G U I Ç A !
(Millôr)



Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... 
isto é circunstância. 
Solidão é muito mais do que isto. 
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.


Amnésia é o cara esquecer o que é clítoris, depois de estar várias vezes com a resposta na ponta da língua.


Nunca dormi no volante, mas já acordei dirigindo.

domingo, 29 de maio de 2011

Um Pensar, Que Também É O Meu

Vou confessar que, quando abordo uma mulher, estou disposto a tudo, inclusive a ser amado.




Esta frase, que diz também de mim, foi vista no perfil de Mauricio Machado - http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100000143928052

sábado, 28 de maio de 2011

Com Receita, Até Arsênico

Relutei em colocar uma piada agora... Mas, a tanto tempo que eu estou sem postar...!!
Então, resolvi 'ponhar'; mesmo que seja já meio velhinha.

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsênico.
- Mas... não posso vender isso ASSIM!
- Qual é a finalidade?
- Matar meu marido!!
- Pra este fim... piorou... não posso vender!!!
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico..
- Ah bom!... COM RECEITA É OUTRA COISA!!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Atitudes Que Drenam Energias

     Entre otras cositas, faço deste blog um balcão de informações. Nada mais justo para um cara multifuncional como eu, que leva esse ecletismo até para o campo profissional; senão como justificar que eu seja pintor residencial/industrial, desenhista projetista arquitetônico e massoterapeuta, ao mesmo tempo?
     Essas dicas rolam na Net, trouxe-as para cá. De tempos em tempos é bom a gente rever certas atitudes, relembrá-las; o que faço é dar uma forcinha para que isso role.

1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3. Maus hábitos - Falta de cuidado com o corpo. Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça, e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Misoginia: Relações Amorosas Conturbadas.


     Este texto foi retirado no Portal Mulher; e é de autoria de Sonia Nemi, que devenvolve um trabalho de apoio e ajuda a mulheres, em seu site.
     Por um lapso não indiquei a autoria no momento da postagem, mas somente dois dias depois; cheguei, colei, pus umas aspas no começo do texto e não coloquei no fim, e fui que fui; impressionado com um assunto muiiito importante para todos nós. Sou estabanado, mas não afoito. Fica aqui então minhas desculpas a Sonia, cujo site sem duvida visitarei.



"Em seu livro 'Homens que odeiam suas mulheres; mulheres que os amam', cujo subtítulo é 'quando amar é sofrer e você não sabe porquê', Susan Forward e Joan Torres, escolhem usar, para descrever tal tipo de homem, a palavra misógino. Misógino é uma palavra grega utilizada como referência a quem odeia mulheres: miso (odiar) e gyne (mulher).

 

     Ao primeiro contato com um misógino, em geral, ele é considerado um gentleman. Ele é o homem que conquista a mulher de uma forma deliciosamente amorosa e sedutora e passa a ser por ela descrito através de uma farta lista de superlativos. Ele é tão intensamente maravilhoso que fica impossível para a mulher atribuir a ele qualquer responsabilidade dos problemas da relação quando estes começam a acontecer.
     O contrato relacional velado se define no início do relacionamento quando o homem vai, aos poucos, verificando até onde pode ir com o seu estilo controlador e manipulador. À medida que a mulher evita confrontá-lo tentando ser boa para preservar a relação, ela está estabelecendo um tópico contratual que configura o contexto para a atuação do misógino, ao tempo em que ela vai enfraquecendo. Como diz Susan Foward: “ela contrata amor e ele controle”.
     Esse controle se evidencia nas armas abusivas em que as palavras se tornam, através das quais as críticas e ataques são feitos, até alcançar o controle da sexualidade e o controle financeiro. Mesmo que a mulher tente agradá-lo, tudo que ela faz está errado e ele a convence de que ela é culpada.
     Quando as explosões repentinas do homem começam a acontecer, mais elas são sentidas como ameaças veladas pela mulher que fica perplexa e cada vez confusa com o que dá errado. Ela passa a “pisar em ovos”, medindo as palavras, para falar com ele. A forma sutil como ele a desqualifica impede que ela possa perceber que é isso que mina a sua auto estima. Ela se torna irreconhecível, principalmente se antes era uma mulher independente financeira e emocionalmente, uma vez que definha.
     Os argumentos utilizados pelo homem parecem tão lógicos e tão cheios de interesse pelo bem da relação que, a mulher vai, cada vez mais afundando no seu pântano emocional. Tudo que ele quer é que ela demonstre seu amor por ele, sendo compreensiva e conhecendo-o tão bem que seja capaz de atender suas necessidades, sem nunca se aborrecer com ele. Com o tempo, a relação parece uma gangorra onde de um lado ele estoura e do outro se arrepende, pede desculpas e se torna o homem maravilhoso do início do relacionamento.
     Apesar da descrição devastadora do misógino, ele não tem consciência do seu funcionamento e sequer se dá conta da dor do outro. A construção de tal dinâmica pessoal pode ser entendida a partir da sua história, na família de origem, quando vivenciou sofrimento psicológico o qual não poderia evitar.
     O misógino é filho de uma relação conturbada onde aprendeu, observando seus pais, que a única maneira de controlar a mulher é oprimindo-a. Ao lado disso, ele pode ter sentido que a sua mãe não poderia existir sem ele, já que seu pai a maltratava; ou ainda, ele pode ter tido uma mãe que o oprimiu ou rejeitou, ao lado de um pai passivo.
     Qualquer que tenha sido a sua história, o misógino está na fase adulta “atuando” a sua dor de “criança” ferida, buscando desesperadamente ser amado ainda que de uma forma equivocada.
     No caso da mulher que escolhe formar uma relação com um misógino é possível que ela tenha sido infantilizada pela sua família de origem e busque no seu parceiro o apoio, suporte e amor que não recebeu do seu pai, ou talvez ela teve uma mãe que desqualificava o pai; ela pode também ter vindo de uma família tão caótica que desde cedo ela aprendeu que toda relação é problemática e que ela como mulher não tem chance.
     Ainda que o misógino seja visto como algoz e a mulher como vitima, esta também contribui para que tal padrão relacional se implemente e perdure. A mulher instiga o misógino a atuar na medida que ela não estabelece limites claros, diferenciando-se dele e ocupando seu próprio espaço na vida e na relação.
     O homem e a mulher nessa relação estão interagindo dentro de seus próprios papéis; da mesma forma que um círculo não tem começo nem fim, a relação se desenvolve sem que se possa indicar um culpado. Um “precisa” do outro para continuar com o padrão, mas para sair dele um dos dois precisa funcionar de uma forma nova.
     Uma mulher que sofre numa relação como essa pode: (1) manter-se submissa para preservar seu homem, (2) separar-se, ou (3) construir uma nova relação com o mesmo homem.
     Aquelas que escolhem a terceira opção terão que resgatar sua auto estima, assumir o seu lugar no mundo e na relação, estabelecer limites claros e ser firme ao se posicionar diante do seu parceiro. Ela provavelmente precisará de suporte terapêutico até que se tenha fortalecido. É possível que, à medida que ela conquiste seu objetivo, o seu misógino desista do lugar de algoz para ficar ao seu lado ou desista da relação. Se ela sente que o ama, precisará amar a si mesma também para ter coragem de correr o risco de “perdê-lo”.
     De qualquer forma dificilmente um misógino busca terapia e, se assim o faz, tão logo se fortalece interrompe o seu processo. Parece que o sofrimento do seu mundo interno é tamanho que ele não suporta ter que contactá-lo através da análise da sua dinâmica e efeito do seu comportamento no outro; para tanto ele teria que admitir que é co-construtor das dificuldades da sua relação e que é, na verdade, um homem sedento de amor. Ele teria que admitir que é o único responsável pelo seu auto preenchimento."



Uma indicação, li e gostei!:
MENTES PERIGOSAS: O PSICOPATA MORA AO LADO
Ana Beatriz Barbosa Silva



quarta-feira, 11 de maio de 2011

A Magica, Aonde Está?

                                                                          -<>-



Uma amiga (formada em Fisica) se perguntou, em seu perfil do MSN: Se tudo é possível. Como pode haver mágica?!

Respondi-lhe nestes termos: Bem, que tudo é possível a gente já sabe!
Agora, o barato, está em 'como' tornar esse 'tudo', possível... É aí que, as vezes, entra a magica...


                                                                           -<>-

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Curto Curtos Poemas

O que é mais importante, o nome de um blog ou seu conteúdo?
Depende. Um nome as vezes quer dizer muito; as vezes o conteúdo é mais cativante; as vezes, os dois!
Este blog que lhes apresento pertence a terceira categoria: gosta-se do nome, e do conteúdo.
Ahh, o nome dele!...: POEMA CURTA-METRAGEM!
Uma dilíça!


Não dizes, mas sei,

eu sei, meu bem,
que gostas,


de escrever poemas de amor
em minhas costas,


pra que eu não perceba
mais do que mostras


e acabe por dobrar
as apostas.

                                                                                   < - Flá Perez ->


Esse também é duca!:


Autoral

É de outros,
se eu ponho entre aspas.

Quando ponho entre as pernas
é só meu
e ninguém tasca.





domingo, 24 de abril de 2011

A Mente Mente - II

     Aos 24 do mes de maio de 2010,  dia de Nossa Senhora Auxiliadora para os católicos,  coloquei um post neste blog que falava sobre certas qualidades, e defeitos, da Mente. 
     Neste dia prometi-lhes que iria voltar ao assunto, mostrando-lhes as conclusões a que chegou um Homem Sábio: Krishnamurti.
    Não não!! Não é um guru! Quiseram fazer dele o líder de uma seita, ele rechaçou a idéia, e seguiu sózinho o caminho dos próprios ensinamentos; alcançando um nível de Espiritualidade que o permitiu tocar o Inefável, a Verdade, ainda em vida.
    Suas idéias, assim como a de todos os Mestres que nos foram mandados, são claras, cristalinas! Têm a transparência característica que só a Verdade nos oferece.
    Este trecho  é o que interessa, por se tratar da Mente; mas  ele discorre sobre este assunto em todo o livro: Diario de Krishnamurti, editado pela Culttrix.
    Vamos a ele:

    "O fato de ter suas raízes na memória, determina o reduzido alcance do pensamento. Ao desejar transcender aos seus próprios limites, ele se torna meramente especulativo, fantasioso,  e destituído de significado. É vedado ao pensamento descobrir algo além de seus limites temporais. E, ainda que decifre seu próprio enigma, ele é incapaz de penetrar nos mistérios da meditação. Esta, para existir, depende do findar do pensamento.
    O cérebro é um instrumento de surpreendente sensibilidade. Incansável em sua capacidade de captar, registrar, interpretar, e acumular impressões, ele não para jamais de funcionar. Herdando do animal o instinto de sobrevivência e a busca de segurança fisica, o cérebro tomou como base de todas suas atividades as projeções tais como deus¹, a virtude, a moral, a ambião, os desejos, as exigências, e os ajustamentos.
    Por ser extremamente sensível o cérebro, com sua capacidade de pensar, passa a dedicar-se ao cultivo do tempo: do presente, do passado, e do futuro. Com isso, ele tem a capacidade de deter a ação, de buscar a satisfação, de perpetuar-se através da busca do ideal, e do preenchimento. Daí nasce a dor, a fuga na crença, no dogma, no misticismo, em todas as atividades, e nas múltiplas formas de entretenimento.
    A morte e o medo estão sempre presentes, obrigando o pensamento a buscar alívio e refúgio nas crenças, na esperança, e nos conceitos, racionais ou irracionais. a verbalização e as teorias adquirem grande importância, servindo de base ao cotidiano, e suscitando sentimentos e pensamentos condicionados.
    Por mais que se julgue profundo, o pensamento atua num âmbito bem estreito da vida. Seja ele hábil,seja experiente ou erudito, o pensamento é superficial. Como parte do todo, o cérebro, com sua incenssante atividade, valorizou-se demais perante si mesmo e dos restantes fragmentos.
    Por serem a desintegração e a contradição suas características essenciais, é ele incapaz de perceber o todo. Acostumado a reagir e a pensar em termos de opostos, o cérebro vive até hoje no conflito, na confusão, no sofrimento.
    O pensamento não pode compreender a vida integral. Essa compreenção nasce da  absoluta imobilidade do cérebro e do pensamento; sem estar ele adormecido, embotado pela disciplina e compulsão, ou hipnotizado².
    Extraordináriamente sensível, o cérebro pode permanecer imóvel e quieto, sem que isso implique na perda de sensibilidade ou capacidade de penetração.
    Surge assim, o insondável mistério do incognocível: quando o tempo e a medida cessarem de existir."

Notas do blogueiro aqui presente.
1- O Deus que as religiões nos impingem, não é Aquele em que acredito. Um deus que castiga, que determina caminhos, que vira as costas aos 'erros' que as religiões convencem que possamos cometer, justifica pois esta palavra, grifada no diminutivo.
2- O termo hipnotizado, utilizado aqui, é o que fazemos quando queremos nos convencer de algo, pródigos em livros de auto ajuda.


Jiddu Krishnamurti nasceu na Índia em 1895 e a partir dos treze anos de idade passou a ser educado pela Sociedade Teosófica, que o considerava o veículo para o "Instrutor do Mundo", cujo advento proclamavam. Krishnamurti logo emergiu como um poderoso, descompromissado e inclassificável instrutor, cujas palestras e escritos não estavam vinculadas a nenhuma religião específica, não sendo do Oriente nem do Ocidente, mas para o mundo todo. Repudiando com firmeza a imagem messiânica, em 1929 dissolveu dramaticamente a grande e rica organização que havia sido criada à sua volta, e declarou ser a verdade "uma terra sem caminhos", à qual nenhuma religião formalizada, filosofia ou seita daria acesso.