sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Sentir-se Certo

Não existe uma maneira ‘errada’ de pensar. Tampouco existe a ‘certa’.
Ao usar seu ‘pensamento’, você estará criando aquilo que você acha que está acontecendo. O que de fato está ocorrendo em sua vida, não está nem perto do que você pensa, mas daquilo que você sente. Usar o sentimento dá mais amplitude ao seu pensar, trás ele mais para perto da realidade. O problema que encontramos com a realidade é que ela é ampla demais, desenrola-se em infinitas possibilidades que aumentam quanto mais você pensa. Ou não, você pode chegar à conclusão de que sua realidade não tem saída, que terminará por lhe levar a um fim próximo. Pensar requer solução, direção, conclusão. Impossível inserir a vida neste contexto. E em qualquer outro.

Podemos colocar o sentimento em palavras, e sairá de dentro de nós idéias, textos, poemas, que impressionará a alma das pessoas. Podemos também colocá-la em nossos gestos. Ou, em nossas vidas. Nesta, tudo será abrangido.

Se, num momento de criação, deixarmos nossos sentimentos soltos, percebemos que eles abrangem o universo, o entendimento se expande, o pensamento se torna intuitivo. Fazemos parte de algo maior, é um sentimento palpável.

Percebemos que tudo está à nossa mão: sucesso, dinheiro, acesso ao que quisermos. Na verdade, sempre esteve á mão. Percebemos as pessoas como pessoas, tudo fica em seu devido lugar dentro da natureza, do universo. Não há discrepâncias, tudo é natural.

O entendimento de hoje será a compreensão de amanhã.

Sentir-se certo é saber que a realidade nossa de cada dia é perfeita aos nossos desígnios, à nossa possibilidade de crescimento. Despidos de maiores e complicadas defesas percebemos o quanto ela é importante, o quanto é perfeita. Queiramos ou não é nela que vivemos, é o resultado do que pensamos e desejamos, consciente ou inconscientemente.

Quanto mais formos as pessoas que têm consciência, de si e das coisas, maior será nossa possibilidade de vivermos de uma forma digna e verdadeira.

Se formos pensar corretamente, nosso copo nunca esteve vazio, nem meio cheio. Mesmos nos momentos de desilusão tivemos pessoas de nosso lado. Deus, ou Quem Quer Que Seja, deu-nos a possibilidade de vivenciar nossas experiências, por isso estamos aqui, juntos neste momento. Um momento sagrado, como todos os que vivemos. Ontem, agora, e sempre.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Hora do Lanche

                                                                 O BILHETE

Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as Contas de LUZ e de ÁGUA.
Era o último dia para pagamento, antes do corte. Também era o último dinheiro do mês.
O filho na rua viu uma propaganda de um jogo: 'COMPRE UM BILHETE E CONCORRA A 2 PICK UPs ZERINHAS!!!'.
O garoto pensou: - 'Eu poderia ganhar esses 2 carros! E deixar meu pai com um carro e dinheiro sobrando!
Então com o dinheiro das contas, comprou vários bilhetes.
Chegou em casa, desviou-se do pai, nem jantou, e foi logo deitar.
No outro dia, logo cedo, o pai preocupado com as contas, ao acordar, pergunta ao filho pelos comprovantes de pagamento.
Então o filho lhe respondeu que havia comprado os bilhetes e que daqui dois dias o pai iria ganhar duas camionetes.
O pai ficou uma fera! Ficou doidão, esbravejou porque aquele era o último dinheiro que tinha e teria para pagar as contas e como se não bastasse, a bronca, deu uma bela de uma surra em seu filho.
Passados dois dias, chegou o dia do sorteio e então....

S U R P R E S A!!!!!!

Ao acordar, a família teve uma surpresa, estavam estacionados em frente à casa: DUAS CAMIONETES NOVINHAS!!!!!!!!!!!

Todos ficaram emocionados e começaram a chorar!!!!!!


...Uma era da Sabesp e outra da Eletropaulo. Cortaram a luz e a água.
Pobre tem sorte, mas, não vamos exagerar...!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Filmes. By Sylvio Boscov

      Tenho dois para falar:
      1) Obrigado Por Fumar, e 2) Dexter.

      O primeiro, ÓTIMO! Muito bão. Simpático, inteligente.
      O cara que faz o personagem de gerente do mocinho, trabalhou na série OZ (era  chefe de uma facção no presídio, a dos italianos. Adorava comer os carinhas que chegavam, se eles fossem bonitinhos. O cara era um bicho!).
      O mocinho é legal, do bem (não, não é viado). É do bem mas não é uma anta, faz parte da nata de lobistas de empresas 'assassinas' como a do tabaco, armas, álcool. Ele representa a do tabaco.
      Um filme bem produzido, com bons atores. Embora seja seja lobista o rapaz joga limpo, joga de acordo com regras 'intendíveis' por seres humanos 'normais', não existe 'frieza' nelas: apenas discernimento e argumento.  E o carinha usa e abusa deles. A relação que tem com o filho (fera, muito legal), demonstra sua lisura no jogo profissional.
      Assistam.

      Dexter...
      Esse, é foda. Assunto mais pesado não existe: a gênese de um serial killer. Mas não de um qualquer, mas a do Dexter.
      Só assisti o primeiro disco, mas dá pra comentar.
      Em retrospectiva, vemos o pai falando com ele quando menino:
      - Faz tempo que faz isso (mata animais, como cachorros)?
      - Só os que incomodam.
      Mais tarde, já jovem, o pai conversa de novo com ele:
      - Continua fazendo isso? Pensei que estivesse sobre controle.
      - Não mato pessoas.
      - Mas vai matar. Antes que isto aconteça, temos que dirigir essa compulsão. Vc não se lembra de nada antes de sua adoção?
      O pai, que o ama e é policial, o ensina a esconder o que fará no futuro, e o ensina também a dirigir essas ações à pessoas que são realmente más.
      Claro que ser 'má', ou 'boa', é relativo. Mas tem gente em que é fácil perceber essa relatividade.
      Bem. É uma série interessante, mesmo que seja para assistir a uns capítulos (que é o que faço com algumas).

Por hoje é só, folks!

terça-feira, 10 de novembro de 2009