quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um Exercício De Egoexternismo?

        Que seja.
        Que seja.... Que conjunto de palavras...! Interessante...!
        Queseja. Lembra queijo, queixo...
        È... Poetas costuman ter essa percepção... Bem, nós também! Rsrs!
        Já elogiei muito o povo e a pova que aqui (neste universo), se encontram que estão sendo, se colocando. 
        Claro, não vemos ninguém se beijando, se abraçando, assim... como direi... 'fisicamente'; mas, em cima dos panos, rola...! Em cima, mas discreta e amorosamente. Faço parte deste time.
        Abraço, beijo, dou um apertãozinho nas mocinhas, e nas mulheres do pedaço, sei disso; deixo claro que as amo (que palavra poderia usar a não ser essa????). Nos homens dou másculos e honestos abraços com generosa pitada de bem querer.
        Olho nos olhos de todos voces; de maneira diferente, mas olho.
        De uma certa forma quero mostrar que sou um cara legal, mas isso não... não é bem... não acho isso muito legal: tipo, 'querer ser visto como um cara legal'. Sou, mas ao 'querer me mostrar que sou', cometo uma 'gafe': pra quê fazer isso? o xente!
        Então, neste dia que se inicia (huma da matina do dia 30), tomo a decisão de não querer me parecer legal. Ponto.
        Vou ser o que sou: um cara legal!
        Pronto! tomada essa decisão, parto pra segunda: nadarei toooodos os dias. Ponto.
        3) Darei um breque no cigarro usando tooodas as ferramentas: plastiquinho pra colar no braço, força de vontade, mudança de pensamentos quando a vontade apertar, paquerar mais gatinhas e gatonas, grupos de ajuda, papeis colados na parede, paquerar gatinhas e gatonas, pensar nos meus antepassados, diminuir gradativamente o fumar.
        4) Pararei de queimar fumo, tomar uns ac, e cheirar uma braite (leia-se braitch).
        5)  Pararei de brincar com as coisas, como fiz acima.
        6) Levarei à sério o curso que faço (Massoterapia). Treinarei consenciosamente na minha cunhada, na minha ex, na minha filha, na minha neta, em conhecidas e desconhecidas. Só assim ficarei afiado, tranquilo, seguro. Se cair um homem na minha mão, detono também: meu negócio é saúde!
        7) Seriedade não exclui bom humor, alegria de viver. Então, entenderei que tudo é sério; mas verei isso com paz de alma.
        8) Não pretendo me tornar um paquerador barato, então, gostarei apenas; e ficarei grato pela graça de recebida: a de poder gostar (com, e/ou sem, 'segundas' intenções), das mulheres que gostam de mim.
        9) Apreciar, masculinamente, os homens; mas sem babação. O cara é legal?, inteligente? poeta?, escreve bem?, ótimo! Terá toda minha admiração! Até poderei babar um pouco, pagar um sapo, mas, na moral! Sem ficar abestalhado, tipo: uia!!!!!!!!!
        10) Me dedicarei a fazer o que uma michela faz muito bem e eficientemente: divulgarei blogs que nos deixem meio... digamos.... apalermados. No bom sentido, claro!
Linko o 'michela' pois é uma amiga do peito, é minha madrinha neste universo; esse termo (michela/michelo) veio do italiano: amicci. Coisa de paulistano...
        É isso gente. O que escrevi não deixa de ser uma declaração de amor: por voces, pelo que me intúo, pelo que vou sendo neste caminhar tão cheio de encontros.
        Gosto muito daquele poeta, daquele poeta do Maranhão. Cacilda, me fugiu o nome (já tinha fugido na verdade...). Saco, não tô... Ferreira Gullar!!!!!!!!!!
        Pronto: paguei pra vcs poetas. Não deu pra evitar (e nem teria razão para isso).
        Mas, sou ligado muito num texto!
        Um beijo e um abraço para todos. Que, eternamente, me encontre com vocês.
        Quanto ao Novo Ano que já tá pintando, pegarei leve..., não sou feito de cimento.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Diferenças Na Igualdade



"Pessoas que pensam dessa maneira tiram suas idéias dos sagrados livros bíblicos, onde diz, em um deles: "O homem que deitar-se com outro homem, ambos praticarão uma coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles". Levitico 20:13 (18:20). Gays, ou lésbicas, no geral são antes de tudo humanos. Algumas pessoas tendem a denominar isso como doença. Contudo, escolhas como, torcer pra determinado time de futebol, ou partido político, ou mesmo que profissão escolher, são absolutamente normais.
Homossexualismo é uma opção, uma decisão pessoal e uma coisa completamente normal. Amor é para quem quer amar, seja homem com homem, mulher com mulher, ou como você bem entender. Precisamos ser cidadãos não só na hora de cobrar melhorias nas ruas, nos postos de saúde, ou onde quer que seja. Precisamos aprender a aceitar, respeitar e viver com as diferenças, afinal, seu nariz é igual ao meu?"

Coloquei aqui, quase na íntegra, um post achado no blog GRITO ILEGAL.
Um bolg duca.
Só não acho que o homossexualismo seja uma opção, pois na maioria das vezes este direcionamento não vem de um 'querer', mas de um 'ser'. Não sou hetero por opção, não decidi ser assim.
Esticando um pouco mais o assunto: como uma planta novinha que pode ser 'direcionada', adolescentes atravessam fases de 'incertezas' por falta de comunicação ou, carências afetivas. Acredito também que possa acontecer experiências com alguns por outras razões: por gostarem de sexo pura e simples (sem se incomodarem com sentimentos), ou por dinheiro (sobrevivência).
Talvez pareça que esteja sendo simplista, mas não: apenas coloquei com simplicidade minhas idéias a respeito.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Filhos

       Não me lembro em qual blog, uma mãe se perguntava e falava ao msmo tempo o que achava da educação que é dada aos nossos filhos.
       De um livro tirei as palavras que espelham minha opnião.
       Ao mais Sábio, a Palavra:

(...) A maior parte da raça humana decidiu que o significado, o objetivo e a função da educação é fornecer conhecimento - em geral o conhecimento acumulado da família, do clã, da tribo, da sociedade, da nação e do mundo da pessoa.
      Contudo, a educação tem muito pouco a ver com o conhecimento.
      Tem a ver com Sabedoria.
      Sabedoria é conhecimento aplicado.
      Não ignore o conhecimento em favor da sabedoria, isso seria fatal. Por outro lado, não ignore a sabedoria em favor do conhecimento. Isso também seria fatal. (...)

      Quando transmitimos conhecimento estamos lhes dizendo o que pensar, o que devem saber, o que queremos que compreendam que é verdadeiro.
      Quando transmitimos sabedoria não lhes dizemos o que saber, ou o que é verdadeiro, mas como chegar às suas próprias verdades.
      Deixar a criança descobrir por si mesma. Saibamos que o conhecimento é perdido. A sabedoria nunca é esquecida.


      Se a maioria pensasse dessa forma teríamos um mundo melhor.
      Sejamos sábios, apliquemos este conhecimento.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Fazendo Papel De Gente

         Tem horas que fazemos (eu faço) o papel de ‘moleque’, infantilmente. Nos firmamos em situações não tão..., firmes. Não tão claras. Digo isso por ter mencionado, num blog, estar morando com  minha ex, que tem um namorado, e por aí vai. Um tipo de relacionamento que já vimos em filmes franceses e americanos, mas que nem todos vivemos. Estou neste momento tendo essa experiência, ela está me mostrando que adquiri (aos trancos e barrancos), uma certa maturidade.
         O texto abaixo é uma maneira de colocar-me perante o povo e a pova que considero. Não é uma justificativa, pois como reza um provérbio árabe nunca se justifique: os inimigos não acreditarão, e para os amigos não é necessário.

         Cheguei à conclusão que nossas vidas são visivelmente compreendidas como uma operação matematicamente simples; mas talvez através de uma equação que ocupasse ‘n’ lousas (por isso talvez o ‘cousas e lousas’...), ela fosse melhor visualizada.
         Minha vida, por exemplo, é simplérrima! Mas vista por determinados ângulos pode parecer meio..., fora de padrão.
         ‘Coisas simples não costumam estar fora de padrões’, diria o mestre. Mas mestre, diria eu, existem também ‘n’ padrões, um para cada pessoa.
          Poderia fazer o jogo do contente, mas isso sim seria infantilidade, e não resolveria pirongas: não há como inserir esse valor (o jogo), na equação citada.
         Deixo estar, para que fique! Se não deixar, ficará do mesmo jeito, queira eu ou não; ou será que num estralar de dedos mudamos de casa, por exemplo?
         Mas, existem situações em que não me comporto deste jeito: aquelas que me dizem de maneira mais profunda. ‘Deixar estar’ não significa um fim, mas um meio de se colocar sem muito envolvimento numa situação que sabemos temporária, pra deixar espaço pra amadurecer sonhos e responsabilidades. Um dá vida ao outro.
         Quando estudo, não estou ‘deixando estar’, entende? Quando me envolvo com uma pessoa que respeito, também não ‘deixo estar pra ver como é que fica’. Meu infinito não permitiria, nem minhas necessidades ‘espirituais’ (entre aspas, desnecessáriamente).
         Algumas coisas que ocorrem agora em minha vida, passarão. Outras não.
         Na minha idade, ter um pingo de sabedoria é...,obrigatoriamente tudo. Através deste ‘pingo’ que consigo equacionar, e perceber a relatividade das coisas, do meu presente.
         Festas como o Natal entram neste ‘pacote’ (relativizo também). Pessoas não.
         Não desvalorizo nenhuma. Relativizo situações, não pessoas. Elas são o que são. Pensam e sentem o que lhes cabe no presente momento.
         Se alguma ‘não encaixar’, procurarei quem ‘encaixe’, quem tenha o valor necessário para entender a complexidade de uma equação, e a simplicidade de uma conta de somar.

         Independente de gostar ou não, aceitar ou não, participar ou não, desejo a todos que me lêem um putz Natal, bem legal!
         Mais do que nunca uma união espiritual vindo do Altíssimo, e partindo do fundo do nosso coração, é necessária. Que nos envolvam essas amorosas, e vitais energias. A todos nós.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Existirá Uma Hora

         Existirá essa hora: em que eu, dentro do mar, envolvido pela água femininamente envolvente, sob a lei de Arquimedes, deixarei minha alma vagar para os braços de mulheres que conheci aqui neste espaço.
         Impossível será não me entregar. Tenho uma sede de eras, por mulheres abertas à vida, à inteligência, à sensibilidade, e que as dividem conosco, homens de boa vontade.
         Vejo vcs escreverem, emitirem opniões, mostrarem cidadania (como a Marina Silva), firmarem o pé na feminilidade, no direito e no prazer de um abraço, um bei jo, e um aperto de mão, dado  no amado, no amigo, no amante. 
         Se vcs soubessem o quanto nos fazem bem quando nos olham de verdade, quando buscam nosso olhar para ver o que tem nele de verdade, de sinceridade..., vocês nos olhariam mais.  Como nós, os que as amamos, olhamos para vocês.
         Pretendia fazer uma homenagem às moças que aqui conheci, como a Wall teve a presença de espírito de fazer com os homens 'dela', mas, parece que descambei pruma pagação de sapo deslavada... Fazer o que, pago mesmo! Assumo!
         Falava ontem pra minha ex:
         - Voces são um milagre da Natureza!
         Deus escolheu bem a personalização do Yin em nossa humana raça.
         Nós, o outro lado dessa moeda, vos saudamos, amadas queridas.
         Estejam aonde estiverem: que A Força Esteja Com Vocês! 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Uma Piada Natalina

A família tomava sua refeição tranquilamente.
Aí, a filha de 10 anos comenta:
- Tenho uma má notícia. Não sou mais Virgem! Sou uma vaca!
E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto, e um ar de vergonha.
Silêncio sepulcral na mesa.
De repente, começam as acusações mútuas:
- Isto é por você ser como é ! - marido dirigindo-se à mulher. Por se vestir como qualquer uma! Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia!
Aí se vira pra outra filha, de 18 anos, e apontando o dedo descarrega:
- E você? que fica se agarrando no sofá, lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem cara de viado?
Tudo isso, na frente da menina!
A mãe, descabelada, raivosamente  revida:

- E quem é o idiota que gasta metade do salário com putas, e se despede delas na porta de casa? Pensa que eu e as meninas somos cegas? Além disso, que exemplo você pode dar se desde que assinou esta maldita TV a cabo,  passa todos os finais de semana assistindo  pornôs de quinta categoria?
A mãe, lacrimosa e desconsolada, com trêmula voz pega ternamente na mão da filhinha e pergunta com carinho:
- Como foi que isso aconteceu, minha filha?
Assustada, soluçando, a menina responde:
- A professora me tirou do presépio! A Virgem agora é a Vanessa! Eu vou fazer a vaquinha...!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Vá Conhecer

Minha amiga Wall coloca no seu espaço, no link Vai Que É Blog, uma porta para os blogs que ela visita e acha legal. Talvez eu faça algo aqui também, sabe?
Estive no blog da Dica. Lá, eu li este conto: Meu Número. Que achei sensacional, surprendente. Não sei quantos anos ela tem, me parece que, se bobear, não tem nem 20. Na verdade não sei.
Ela colocas uns contos aqui, também. 
Em minha opnião, vale conhecê-la.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mario Bortolotto

Este dramaturgo foi ferido a tiros na semana passada. Como é uma figura de proa do teatro brasileito, coloco aqui seu blog.



       Depois de ter tido alta do Hospital Sirio Libanês, onde estava internado desde a madrugada de sábado, quando levou três tiros na perna ao tentar ajudar o dramaturgo
       Mario Bortolotto que reagira a um assalto no bar do Espaço dos Parlapatões, na Praça Roosevelt, o ilustrador Carcarah, como é conhecido Henrique Figueiroa, fala ao Estado sobre a noite o incidente.       "Lembro de tudo. Foi uma covardia", comenta ao relembrar o assalto feito por quatro homens numa Parati Preta, até agora não capturados. "Eu já estou recuperado. Meio manco, dói ainda, mas está tudo bem. A bala só atingiu músculos. A preocupação agora é com a recuperação do Mario."

       Na manhã de ontem Carcarah, autor do cartaz da peça Brutal, de Bortolotto, cuja apresentação nos Parlapatões tinha terminado cerca de 2 horas da madrugada, prestou depoimento na delegacia de Homicídios (Rua Brigadeiro Tobias, 47). Um dos tiros atingiu         
       Carcarah no joelho e percorreu toda coxa chegando até a cintura, o que parece comprovar o seu testemunho de que o atirador estava deitado no momento do disparo. "Ele atirou em mim do chão."

       Carcarah dividia uma mesa do bar já fechado, por volta das 5h30 da manhã, com as atrizes Maria Manoella e Marta Nowil. "Um sujeito anunciou o assalto - 'vai dando o celular' - e agarrou no braço de Maria Manoella que pediu para ele soltá-la. Eu empurrei o cara, ele ameaçou mostrar uma arma, mas vi que era blefe. Nisso, um outro bateu com o cabo do revólver na cabeça da atriz Guta Ruiz", conta.

       "O Mário levantou de braços abertos, acho que queria proteger todo mundo, e disse: você não vai assaltar ninguém aqui. E partiu para cima do cara. Ele passou os braços por baixo do sovaco do assaltante, como num abraço. Os braços do cara ficaram nas costas do Bortolotto e com a arma na mão. Eu fui para cima, mas meio de lado, porque eu estava atrás do Bortolotto, o cara podia levantar o braço e atirar em mim. Aí eles caíram no chão, na porta, perto da bilheteria. Foi aí que o sujeito atirou em mim. Na delegacia falaram que tinha oito cartuchos. Eu senti um cheiro de pólvora, senti os tiros, vi a calça furada, mas achei que era chumbinho, porque não doía na hora. O sujeito conseguiu levantar e eu caí. Deitado no chão perguntei ao Bortolotto se ele tinha levado tiro e ele disse que sim, no ombro e na barriga. Ele atirou no Bortolotto deitado, embolado no chão, tanto que um dos tiros entrou pelo sovaco e varou todo o corpo dele."

       Carcarah não lembra do assaltante ter voltado para dar mais um tiro, o que pegou no pescoço no dramaturgo. "Mas as imagens da câmera de segurança, já divulgadas na Internet, mostram isso, que ele voltou para atirar na cabeça, dar o tiro fatal", diz. "Depois que os assaltantes saíram começou uma gritaria desvairada, todo mundo pedia para chamar ambulância, polícia. Logo chegou a polícia e pedimos para levar o Bortolotto primeiro, porque ele já estava inconsciente. Eu pedi água a Manoella porque minha boca começou a ficar seca, deu vontade de vomitar, sentia muita dor, e achei que os tiros tivessem atingido o fêmur. Entrei no carro da Marta (Nowil, atriz da peça Brutal) e pedi para me levar para o Hospital Sírio Libanês, porque tenho plano de saúde. O Bortolotto foi para a Santa Casa, felizmente, porque ali tinha uma equipe muito boa", comenta.
        "Não concordo quando as pessoas criticam a reação de Bortolotto. Se ele tivesse amarelado, talvez o sujeito tivesse atirado em outra pessoa, atirado assim mesmo, e a gente ia ficar culpado de ter sido passivo. Não dá para saber. Acho que as mesinhas e cadeiras dos bares não deveriam ter saído da calçada da Roosevelt. Deveria haver um posto da polícia 24 horas na praça. E a reforma tem de sair logo. Aquele lugar tem vocação para se tornar um Boulevard movimentado."


       Além de Carcarah, hoje pela manhã prestaram depoimento as atrizes Marta Nowil, Maria Manoella e Guta Ruiz. "Por enquanto não há pistas dos assaltantes. Ficou comprovado que eram quatro e fugiram numa Parati Preta. Segundo um perito em balística presente ao depoimento a munição estava muito velha", diz Marta Nowil.


       Na sexta-feira a peça Brutal será apresentada à meia-noite. "Havíamos pensado em não fazer, mas mudamos de ideia porque sabemos que o Mario iria gostar." Toda a renda da bilheteria de sexta será revertida para a família de Mario Bortolotto. Sua ex-mulher Christiane e sua filha Isabela, que moram em Londrina, estão em São Paulo desde sábado.

Outras informações aqui.





segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Amor, E Um Rato Diferente

          Dê uma clicada no link, experimente. 
          É um filminho infantil, muito legal.
          Mostra um ratinho a procura de seu amor. Passava na TV. Talvez a maioria o conheça.
          Deveria saber como postar uma face do filme, mas não sei como, e não tô com saco no momento para perguntar, então fica aí esse negócio meio tosco, que o filme se encarregará de eliminar. Sempre achei esse filminho muito bem produzido, muito criativo.
          O que vcs acham?

Considerações Divinas Sobre O Sexo

"Como podemos expressar melhor essa coisa chamada energia sexual?

Amorosamente. Abertamente.
Alegremente. Prazerosamente.
Desinibidamente. Apaixonadamente. Sagradamente. Romanticamente.
E, é claro, freqüentemente.

Há aqueles que dizem que o único propósito legítimo da sexualidade é a procriação.

Isso é besteira. A procriação é o efeito secundário positivo, não a intenção lógica, da maioria das experiências sexuais humanas. A idéia de que o sexo existe apenas para fazer bebês é ingênua, e a idéia resultante de que, por esse motivo, deveria deixar de ser praticado quando o último filho é concebido, é pior ainda. Viola a natureza humana - que é a natureza que Eu lhes dei.
A expressão sexual é o resultado inevitável de um processo de atração interna, é um fluxo rítmico de energia que permeia toda a vida".

(Passagem retirada do livro Conversando Com Deus de Neale Walsh)

domingo, 13 de dezembro de 2009

HIV - Problema de Informação, Ou É Burrice Mesmo

Deixar claro o perigo a que nos expomos de bobeira em algumas ocasiões é nosso compromisso com aquela pessoa que amamos (nós), com aquelas que amamos, e com aquelas que nos amam.
Vacilar é fácil, ter conciência da gravidade da situação atual também é; então porque escolher a pior das facilidades oferecidas? Só sendo burro(a), ou mal intencionada(o) (leia-se desleixo). É como uma pessoa que bebe e sai dirigindo: um dia a casa cai. Na verdade, pode demorar tanto que a gente acha que não cai. Mas cai.
Difícil imaginar estar recebendo uma notícia dessa:
- Você é soro positava(o).
Difícil mas não impossível.
Imaginemos então. Será mais producente do que se imaginar comendo, (ou dando), (pr)uma delícia ambulante qualquer.

Tendências Na Blogosfera

           Existem opniões e gostos. Seguindo o primeiro, direcionamos o segundo aos mesmos interesses.
          Alguns gostam de poesias, outros de fotos, ou textos coloquiais ou não, ou que falem do espiritual, do corpo, artes visuais, modernidade... Vixi, é pra qualquer um sentir-se como pinto no lixo. Porque, então, criticar esse ou aquele? Simples: necessitamos de qualidade, profundidade, veracidade, sentimento, conectividade. 
          Às vezes encontramos isso nos comentários, por isso não abro mão deles! Só temos um lugar para nos encontrarmos: aqui. Tenho que abraçar quem se digna a vir até mim através do que escrevo, faço-o respondendo ao que escrevem. Isso me alimenta, e me aproxima de quem se aproxima. Amamos tanto nossas mães exatamente por isso: recebemos de imediato qualquer demostração de afeto no momento em que nos expomos. Somos o espelho uns dos outros: sempre haverá um reflexo; é bem interessante e agradável, alimentício eu diria, quando esse reflexo se transforma em palavras (que é com que lidamos aqui).
          Mas, quero falar sobre posts (sejam eles de que assunto for ou da maneira como são colocados). Creio que qualquer opnião a respeito de qualquer blog, que for ventilada entre blogueiros, é válida. Se perceber entre os blogs que visito, um que não estiver à altura do que esperamos, falo na hora a quem perguntar sobre o dito cujo. A maioria das pessoas que conheço pensa dessa forma; o que tá certíssimo. Na verdade, o que sublinho aqui é o que queremos - sempre queremos: estarmos em um lugar onde nos sintamos bem.
          Escrevi o óbvio aqui, hoje. Mas faz parte.

          Encarem isso com um PS.: escrevi um textão abaixo, formado por palavras divinas.
 Sei que muitos não têem tempo, às vezes nem saco, para ler. Concordo; tanto que estarei mais atento a isso, evitando textos longos. Mas..., leiam um pedaço; um ponto, que possa ser interessante. Tenho certeza que os fará bem. Pedir não mata ninguém; e deixar de fazer o que lhes pedirem, também. Então, bom domingo e bola pra frente, que atrás vem gente.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Um Olhar Crítico Sobre: O Sentir-se Bem, e Religião.

          De tempos em tempos coloco aqui palavras que leio Daquele Que É O Princípio Amoroso. O Que É, Foi, E Sempre Será, A Energia Que Nos Sustenta.
          Essas palavras estão contidas no livro Conversando Com Deus, de Neale Donald Walsh.
          Hoje, quando abri o livro, li algumas Considerações Divinas sobre como educar nossos filhos. Como todas elas desenvolvidas neste livro, também essas calam fundo, também são espiritualmente cristalinas. Falarei hoje, ou melhor, farei uma transcrição sobre o dito por Ele com relação à religião e o sentir-se bem:
        (...) “Sentir-se bem” é o modo de a alma gritar: “É assim que eu sou”!
        Você já esteve em uma sala de aula em que o professor fazia chamada, e quando seu nome era dito você tinha que dizer “presente”?
        “Sentir-se bem” é o modo de a alma dizer “presente”!
        Agora, muitas pessoas estão ridicularizando toda essa idéia de “fazer o que o faz sentir-se bem”. Dizem que esse é o caminho para o inferno “(que sabemos não existe)”. Contudo Eu digo que é o caminho para o “céu”.
        É claro que depende muito do que você diz que “o faz sentir-se bem”. em outras palavras, que tipos de experiências o agradam? Contudo, Eu lhe digo que nenhum tipo de evolução ocorreu através da negação. Se você evoluir, não será porque conseguiu negar-se as coisas que “o agradam”, mas porque se permitiu esses prazeres – e encontrou algo ainda superior. Por que: como você pode saber que algo é “superior” se nunca experimentou o “inferior”?
        A religião desejaria que você aceitasse o que ela tem a dizer em relação a isso. É por esse motivo que todas as religiões em última análise fracassam.
        Por outro lado, a espiritualidade sempre será bem sucedida.
        A religião lhe pede para aprender com a experiência dos outros. A espiritualidade exige que você busque a sua própria.
        A religião não suporta a espiritualidade, porque a espiritualidade pode levá-lo a uma conclusão diferente de uma determinada religião – e isso nenhuma religião conhecida pode tolerar.
        A religião o incentiva a explorar o pensamento das outras pessoas, e aceitá-los como seus. A espiritualidade o convida a deixar de lado os pensamentos das outras pessoas e ter os seus.
        “Sentir-se bem” é o seu modo de dizer a si mesmo que seu último pensamento foi verdadeiro, sua última palavra foi sábia e seu último ato, de amor.
        Para perceber o quanto você progrediu, avaliar o quanto evoluiu, veja o que a faz “sentir-se bem”.
        Contudo, não procure forçar sua evolução – evoluir mais e mais rápido – negando o que o agrada, ou evitando-o.
        A negação de si mesmo é autodestruição.
        Mas saiba que o auto-ajuste não é negação de si mesmo. ajustar o próprio comportamento é uma escolha de fazer ou não algo baseado em sua decisão a respeito de quem é. Se você declara que respeita os direitos de outras pessoas, a decisão de não roubá-las ou estuprá-las não é uma “negação de si mesmo”. É uma afirmação de si mesmo. é por isso que diz-se que avaliação do quanto alguém evoluiu é o que faz essa pessoa se sentir bem.
        Se agir de forma irresponsável – comportar-se de um modo que você sabe que poderia prejudicar os outros ou causar-lhes sofrimentos – é o que o faz “sentir-se bem”, então não evoluiu muito.
        O segredo aqui é a consciência. e é tarefa dos mais velhos em suas famílias e comunidades criar e expandir essa consciência entre os jovens. De igual modo, é tarefa dos mensageiros de Deus aumentar a consciência em todas as pessoas, para que elas possam entender que aquilo que é feito para ou por alguém, é feito para ou por vocês todos – porque todos vocês são Um.
        Quando você parte de “todos nós somos Um”, é praticamente impossível achar que prejudicar os outros o “faz sentir-se bem”. O assim chamado “comportamento irresponsável” desaparece. É dentro desses parâmetros que os seres em evolução procuram experimentar a vida; que Eu lhe digo para permitir-se ter tudo que a vida tem a oferecer – e você descobrirá que ela tem mais a oferecer do que você imaginou.
        Você é aquilo que experimenta. Experimenta aquilo que expressa. Expressa aquilo que tem a expressar. Tem o que se permite ter. (...)

domingo, 6 de dezembro de 2009

O Sentimento Da Amizade

        Ahhh... Minha juventude... 'Que saudade dos tempos que não voltam mais'!
        Com 16 anos eu saía no sábado com trocentas festas pra ir! Saía todo todo, cheiroso, com minha calça Lee (gostava mesmo é da Levi’s), que comprava na terça e lavava trocentas vezes em quatro dias, pra desbotar a bendita pra depois tacar ela na máquina de costura (eu mesmo!) e deixar ela justa e baixa...
        Saía umas 8 da noite, ía na primeira festa, na segunda, na terceira... A uma da matina eu já tava na sexta, mas queria mais! Pensando bem, nem eu mesmo sei que porra que eu queria. Sei sim... Na verdade, eu pensava encontrar um grande amor..., o amor da minha vida se possível. Não encontrando ia pra sétima, que já tava uma bosta. Não tinha carro, então fazia essa maratona a pé, às vezes só, às vezes acompanhado de outro infeliz.
       Pensando nisso agora, nem posso afirmar que era feliz e não sabia. Eu era um afobado ansioso.
Sabe, na verdade nem que fosse um masoquista assumido eu sentiria saudade desse tempo. Era muita babaquice prum rapaz só.
      Açambarquei 20% da babaquice dos adolescentes da época, acho que é por isso que tantos se deram bem: eram menos babacas que eu...
      Mas não estou aqui pra falar disso.
      Ganhei três camisetas, e uma polo branca, de meu cunhado. Chegando em casa, tirei-as da sacola e tive a sensação de estar ganhando algo de um irmão. Engraçado essa sensação. A roupa nem é tudo isso, e foi dada de uma maneira... prosaica; lembrei-me na hora também de outra pessoa (um amigo), que teve essa mesma idéia, e o coloquei nesta minha sensação, que se transformou em sentimento. Sei o que é ter um irmão, tive um durante cinqüenta e quatro anos; então, essas duas pessoas me fizeram sentir fraternalmente querido. Não exatamente pela roupa ganha, nem pelo ato em si, mas pelo significado que ‘eu’ senti: tipo ter um irmão de novo.
      Daí, comecei a pensar numa pessoa que conheci (mais) aqui: falando umas coisas, dizendo outras (mais seriamente), brincando de paquera, ouvindo-a, recebendo dela sentimento, conversando um dia sim, outro não, outro não, outro sim; estabelecendo enfim (prosaicamente ou nem tanto), uma amizade interessante. Não quero me referir à amizade ‘em si’ (que já é um milagre, como todas), mas, ao processo de descoberta pessoal que nos leva à ela, ou que ela nos traz. Tem lógica né: amizades são processos que nos amadurecem, vcs não acham?
       Continuando: algumas vezes houve silêncios nesta relação; mas palavras foram ditas, deixando esses silêncios, para trás. Talvez outros silêncios virão, mas a mente não pára de emitir, nem o coração de bater, o melhor portanto é sempre querermos bem; não àquela pessoa que não a vê, que tá em outra, mas a que tem uma idéia do que vc fala (no mínimo), e que percebe as inúmeras possibilidades de amar que você como pessoa traz em si. Falo de um amor universal, seria delimitador atrelar sentimentos a um determinado fim.
      Um viva aos encontros de almas que, como elementos químicos, se juntam para formar importantes substâncias (como o hidrogênio e o oxigênio), cuja união nos mata a sede e alegra a alma.
      Quanto às calças Lee que ajustei para desfilar minha romântica solidão, concluí que, como modelo era um péssimo alfaiate. (Rsrsrsrsrs!)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Linda Noite

          A de terça feira... (ontem). 
          Uma lua branca, prateada, iluminadamente redondinha, redondona, redonda. Por um bom tempo, de 85 a 2000, quando a via cheia no céu, pensava em minha mãe..., vai saber porque. Mainha ainda vem ao pensamento, mas hoje em dia é a beleza do universo em si que chama mais minha atenção.
          Fico abismado também pela reunião de pessoas tão criativas que acontece hoje nos blogs. Jamais pensei que houvessem tantas pessoas por aí com tanta riqueza para oferecer. Não é a toa que profetas vaticinam novos tempos. Dizem que temos que brilhar, na escuridão que por aí existe. Talvez seja a hora de se mostrar, de se dizer o que sentimos, de colocar-se perante si, de valorizar o próximo que está longe ou perto, que é conhecido ou não, que é bonito ou não..., que é mais idoso, que é mais jovem, ou, que ainda é criança. O próximo, que já não pisa mais neste planeta, ou que pisará em breve.
Preparar-se para a vida é importante. Eu, pretendo nadar. Humm? Nadar? É!...
          Estou ensaiando começar a viver, então creio que terei que juntar tudo o que sou, e dar um passo adiante. Tirar lá de dentro o momento do caminhar. Ahhh, não é difícil falar sobre isso, ficaria um bom par de horas divagando sobre o que é um ‘passo espiritual’, aquele que nossa alma amorosamente exige. Fazer isso já é mais..., complicado.
          Aquele Que Nos Ampara disse o seguinte: ser é a razão do viver. Não é pensar correto, agir de maneira corajosa, pedir humildemente..., o certo é Ser correto, Ser corajoso, agradecer o que vc acha acha que ainda não recebeu.
          Não quis deixar passar o dia de hoje sem escrever algo.
          Lá fora tá tão gostoso...! Vou dar mais uma olhadinha no céu, respirar esse ar fresquinho.
          Boa noite. Bom dia.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O “Nada” Nosso De Cada Dia

Sempre tive consciência dessa dimensão. Desde pequeno, me apercebia separado de um acontecimento que julgava pueril, desnecessário, estranho à minha sensibilidade (que considero ‘normal’). Situações familiares estão inseridas neste contexto, e não há nada que se possa fazer na dimensão ‘real’, as pessoas, e eu, somos o que somos.

Não sou importante para minha família, e ela, de um momento para o outro, deixa de ser também. Essa é a real. Seria egoísta, sonso e ingênuo também, se não percebesse o outro lado. Cada um tem suas necessidades, neuroses, enfim: um histórico psiquiátrico. Hummm..., ficou forte essa palavra: até parece que acredito que haja desvios entre componentes de uma família, essa "entidade abençoada"... Usarei outra: histórico psicológico.

De psiquiatria eu entendo: já fui considerado um patso que necessitou de seu amparo. Como todo amparo vindo de humanos, esse também é falho; ou melhor: cumpre o que não promete – se ao contrário, cumprir o que prometer..., sai de baixo.

Não só o caminho do inferno está atapetado de boas intenções, o da indiferença também. Pais ensinam diligentemente seus filhos e filhas a serem indiferentes, nem começarei a enumerar as razões disso, acharemos inúmeras. Cheguei nos meus 25/40 anos sem ter uma consciência real de que pobre era gente, imaginem o resto de minha visão de mundo... Minha tendência era achar que essa idiota e energúmena situação eram derivadas de uma consciência social torta, muito característica da classe média, que consegue ser idiota elevada a n em suas posturas. Considero hoje que a estupidez é geral (claro, assim como o bom senso...), independente do sexo, raça ou posição social. É neste contexto que fui criado, e que estou. O que sou gera conflitos. Ao tentar me afastar, isentar-me de minha mágoa, me vejo direcionado pela inteligência e sensibilidade: salvando-me de amargos ressentimentos.  
Minhas reações contra esses estados das coisas são ‘neuróticas’, pelo menos é assim que vejo a maneira como me vêem. Considero ser, também, o que ('me') vêem. Goste ou não.
Entro, então, no meu ‘nada’ – modo de dizer: é outra parte do ser; ‘trocar de visão’ seria mais correto. Creio que todos têm essa capacidade..., normal.

O que faço com essas coisas que sinto, vejo, e experimento? Nada. Elas não estão aí para serem mudadas ao bel prazer: fazem parte da estrutura geral. Como a areia que inevitávelmente irá entrar em seu olho num dia de vento. Fico amuado então?, tristonho em meu canto?, entro na turma do Dexter? Não. Pretendo entrar em mim, conhecer a plenitude do meu Eu, ter essa experiência que sempre busquei através de introspecções, cogumelos, papos, abraços e conversas (chapado) dentro de madrugadas, ou caminhando numa estrada sobre as estrelas...

A raiva está aqui, do lado de cima do coração; sinto-a perto, mas não há lugar para ela.

Uma hora paro de deixar as coisas para amanhã.

sábado, 28 de novembro de 2009

Tabagismo

        Ia escrever não sei o quê... Do título me lembro: Não Somos Invertebrados Inertes.
        Depois pensei em colocar uma parte de um texto da Maitê Proença (que escrevia na última página da Época), sobre o que é conviver com um drogado.  Mas resolvi fazer minha jantinha, pois acabei de sair da Escola. E aqui estou agora escrevendo sobre cigarro: sobre minha férrea intenção de largá-lo!

        Férrea é a intenção -  o saber que ele não é legal pra saúde, que tá me ferrando. Mais maleável é minha atitude, frente a esse vício...

        Existem vários fatores que levam a afasta-me do tabaco:
        1) Meu ritmo na natação (de que dei um tempinho), é fraco.
        2) Fico mais ereto, esperto, ativo, quando não fumo. Ele me deixa um pouco letárgico, indiferente: se estou bundando, faço isso com menos justificativas que me tirem do lugar, tipo: tô ferrando com meu pulmão mesmo, ferrar com meu tempo não me custará mais...
        3) Tô meio de saco cheio com esse vício, como fiquei com outros, mais caros e deletérios.
        4) Gasto 3 paus por maço (1 cada 2 dias), em um ano já dá pra dar entrada num treco qualquer – mas não penso em economia, sou mal nisso.
        5) Tou me conscientizando que fumar não é legal...
O 1º trago de manhã não é ‘aquela’ maravilha... (embora aquele depois do almoço, ou acompanhado de um whisky, ou de uma gelada, ou após o sexo, possa ser bem vindo).
        6) Sinto que minha musculatura abdominal fica mais relaxada ao fumar.
        7) Se dou uma por dia, posso dar três (caso haja querer). Rêrêrê!!!!!

        Bem, o caso é que posso namorar quem fuma ou não; e isso é importante! Tem muita gata (mulher), que não fuma.
        Sei que não vou parar agora, já. Pretendo buscar um apoio em medicamentos, e talvez no posto de saúde participar de grupos (ou não). Acabei de pegar um livro sensacional, sério, sobre tabagismo; tou me preparando pro dia D! (parece coisa de AAA...)
        Por enquanto, vou dar uns pegas nessas pontas que tão aqui no cinzeiro; depois desço pra comprar um maço.
        Mas, semana que vem, começo a me mexer!
        Ninguém merece ficar refém de porra nenhuma. Menos ainda de um vício.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ilusão De Ótica

Ilusões estão aí pra isso: deixar-nos mais espertos. Quanto às coisas da vida, podemos e devemos, sempre, termos a amplitude de poder brincar com elas. Homens babam em bundas, mulheres em bíceps avantajados; enquanto isso outros brincam com esses dois objetos de desejo. É pra esse time que torço!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Sentir-se Certo

Não existe uma maneira ‘errada’ de pensar. Tampouco existe a ‘certa’.
Ao usar seu ‘pensamento’, você estará criando aquilo que você acha que está acontecendo. O que de fato está ocorrendo em sua vida, não está nem perto do que você pensa, mas daquilo que você sente. Usar o sentimento dá mais amplitude ao seu pensar, trás ele mais para perto da realidade. O problema que encontramos com a realidade é que ela é ampla demais, desenrola-se em infinitas possibilidades que aumentam quanto mais você pensa. Ou não, você pode chegar à conclusão de que sua realidade não tem saída, que terminará por lhe levar a um fim próximo. Pensar requer solução, direção, conclusão. Impossível inserir a vida neste contexto. E em qualquer outro.

Podemos colocar o sentimento em palavras, e sairá de dentro de nós idéias, textos, poemas, que impressionará a alma das pessoas. Podemos também colocá-la em nossos gestos. Ou, em nossas vidas. Nesta, tudo será abrangido.

Se, num momento de criação, deixarmos nossos sentimentos soltos, percebemos que eles abrangem o universo, o entendimento se expande, o pensamento se torna intuitivo. Fazemos parte de algo maior, é um sentimento palpável.

Percebemos que tudo está à nossa mão: sucesso, dinheiro, acesso ao que quisermos. Na verdade, sempre esteve á mão. Percebemos as pessoas como pessoas, tudo fica em seu devido lugar dentro da natureza, do universo. Não há discrepâncias, tudo é natural.

O entendimento de hoje será a compreensão de amanhã.

Sentir-se certo é saber que a realidade nossa de cada dia é perfeita aos nossos desígnios, à nossa possibilidade de crescimento. Despidos de maiores e complicadas defesas percebemos o quanto ela é importante, o quanto é perfeita. Queiramos ou não é nela que vivemos, é o resultado do que pensamos e desejamos, consciente ou inconscientemente.

Quanto mais formos as pessoas que têm consciência, de si e das coisas, maior será nossa possibilidade de vivermos de uma forma digna e verdadeira.

Se formos pensar corretamente, nosso copo nunca esteve vazio, nem meio cheio. Mesmos nos momentos de desilusão tivemos pessoas de nosso lado. Deus, ou Quem Quer Que Seja, deu-nos a possibilidade de vivenciar nossas experiências, por isso estamos aqui, juntos neste momento. Um momento sagrado, como todos os que vivemos. Ontem, agora, e sempre.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Hora do Lanche

                                                                 O BILHETE

Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as Contas de LUZ e de ÁGUA.
Era o último dia para pagamento, antes do corte. Também era o último dinheiro do mês.
O filho na rua viu uma propaganda de um jogo: 'COMPRE UM BILHETE E CONCORRA A 2 PICK UPs ZERINHAS!!!'.
O garoto pensou: - 'Eu poderia ganhar esses 2 carros! E deixar meu pai com um carro e dinheiro sobrando!
Então com o dinheiro das contas, comprou vários bilhetes.
Chegou em casa, desviou-se do pai, nem jantou, e foi logo deitar.
No outro dia, logo cedo, o pai preocupado com as contas, ao acordar, pergunta ao filho pelos comprovantes de pagamento.
Então o filho lhe respondeu que havia comprado os bilhetes e que daqui dois dias o pai iria ganhar duas camionetes.
O pai ficou uma fera! Ficou doidão, esbravejou porque aquele era o último dinheiro que tinha e teria para pagar as contas e como se não bastasse, a bronca, deu uma bela de uma surra em seu filho.
Passados dois dias, chegou o dia do sorteio e então....

S U R P R E S A!!!!!!

Ao acordar, a família teve uma surpresa, estavam estacionados em frente à casa: DUAS CAMIONETES NOVINHAS!!!!!!!!!!!

Todos ficaram emocionados e começaram a chorar!!!!!!


...Uma era da Sabesp e outra da Eletropaulo. Cortaram a luz e a água.
Pobre tem sorte, mas, não vamos exagerar...!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Filmes. By Sylvio Boscov

      Tenho dois para falar:
      1) Obrigado Por Fumar, e 2) Dexter.

      O primeiro, ÓTIMO! Muito bão. Simpático, inteligente.
      O cara que faz o personagem de gerente do mocinho, trabalhou na série OZ (era  chefe de uma facção no presídio, a dos italianos. Adorava comer os carinhas que chegavam, se eles fossem bonitinhos. O cara era um bicho!).
      O mocinho é legal, do bem (não, não é viado). É do bem mas não é uma anta, faz parte da nata de lobistas de empresas 'assassinas' como a do tabaco, armas, álcool. Ele representa a do tabaco.
      Um filme bem produzido, com bons atores. Embora seja seja lobista o rapaz joga limpo, joga de acordo com regras 'intendíveis' por seres humanos 'normais', não existe 'frieza' nelas: apenas discernimento e argumento.  E o carinha usa e abusa deles. A relação que tem com o filho (fera, muito legal), demonstra sua lisura no jogo profissional.
      Assistam.

      Dexter...
      Esse, é foda. Assunto mais pesado não existe: a gênese de um serial killer. Mas não de um qualquer, mas a do Dexter.
      Só assisti o primeiro disco, mas dá pra comentar.
      Em retrospectiva, vemos o pai falando com ele quando menino:
      - Faz tempo que faz isso (mata animais, como cachorros)?
      - Só os que incomodam.
      Mais tarde, já jovem, o pai conversa de novo com ele:
      - Continua fazendo isso? Pensei que estivesse sobre controle.
      - Não mato pessoas.
      - Mas vai matar. Antes que isto aconteça, temos que dirigir essa compulsão. Vc não se lembra de nada antes de sua adoção?
      O pai, que o ama e é policial, o ensina a esconder o que fará no futuro, e o ensina também a dirigir essas ações à pessoas que são realmente más.
      Claro que ser 'má', ou 'boa', é relativo. Mas tem gente em que é fácil perceber essa relatividade.
      Bem. É uma série interessante, mesmo que seja para assistir a uns capítulos (que é o que faço com algumas).

Por hoje é só, folks!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Trabalho

       Cavar buraco para SABESP. Essa a idéia que vinha quando pensava em trabalho. Talvez por causa do meu pai, que tinha a certeza que eu faria isso. Hoje sei que não tem nada de mais, pois penso o mesmo de meu sobrinho.
       Brincadeirinha.
       Toquei no assunto com minha psicóloga, ela disse que minha paúra era por eu não ter maturidade. Que quando a tivesse perceberia que é por intermédio dele que nos posicionamos como Homens e Mulheres, no mundo. Falou mais: que nunca ele é realizado para nós, mas por nós a outras pessoas. Interessante.
       Na verdade, só me livrei da idéia de escravidão depois que desisti que tinha que trabalhar. Quando descobri isso percebi, ao mesmo tempo, que podia trabalhar. Daí pra trabalhar foi um pulo. Fui ser porteiro de supermercado. Olhem, não me entendam mal: já trampei pra caraio. Esporádica mas intensamente! E nem tão esporadicamente assim. Eu diria que..., intermitentemente.
       Minha mãe acha que sou assim, ‘vagau’, por querer demais. Ela afirma que, desde os tempos de ofice boy o que eu queria, e merecia, era ser gerente, diretor, dono de empresa – se não podia, pra que se humilhar, sofrer? Não é isso, apenas achava que trabalhar, era o fim: dos sonhos, da leveza, da alegria, do viver..., de tudo!
       Falei pra minha psicóloga o porquê da visão catastrófica que tinha do trabalho: o culpado era meu pai (sobrou pra ele). Sempre preocupado. Intensamente preocupado. A seriedade dele me assustava, era a antítese do que imaginava para minha vida. Nunca vi uma pessoa tão..., caxias. Nunca. Por outro lado, via homens alegres. E eu os admirava. Faziam parecer que tudo que faziam era prazeroso, inclusive o trabalho.        Descobri que não era um vagabundo porque, quando estava empregado (a partir dos 14), fazia minhas obrigações com vontade, mergulhava nelas, ficava feliz! Mas..., eram tão idiotas e estéreis que desistia de continuar tentando ser um rapaz de bem, trabaiadô. 
       Não agüentava trabalhar mais que meses.
       Essa consciência, a de sentir alegria (e orgulho) profissional, preservou minha autoestima. Tanto que voltei da Escola hoje com umas idéias de ‘atividades profissionais’, duas na verdade: 1) Oferecer serviço de massoterapia em empresas, e ao mesmo tempo atuar como. 2) Oferecer serviços como ‘marido de aluguel’, para senhoras que vivam sós, ajudando com pequenos reparos residenciais. Ou (3), fazendo uma representação de massa de mandioca, pra se fazer bolos (de-li-ci-o-sos). De repente faço tudo de uma vez!
       Independentemente disso (dessas idéias), se aparecer uma residência para pintar, tou dentro.
       Sabem, brinco um pouco; mas considero o trabalho como 'inevitável'. 
       O mínimo que se pode fazer é exercer um que traga prazer, para que a decicação a ele tenha frutos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Santidade

Só de pensar nisso fico arrepiado. Não deveria...
Mas a carga religiosa que essa palavra contém apavora qualquer santo!
Me vem a certeza: se penso nela dessa forma, não o sou.
O que é um santo, um santo homem?
É aquele que santifica, que nos santifica.
Fale de um santo e penso logo no Sto. Agostinho.
Sei lá..., pra Igreja ele foi. Pra mim, de pronto assim, acho que ele se aprofundou intelectualmente num tema (teológico), desenvolvendo-o com intensa profundidade. Se bobear, a igreja deve ter criado dogmas em cima do trabalho deste inteligentíssimo homem. Será que afirmar que ele foi o Nilton da teologia é sacrilégio? Igrejas me deixam com um pé atrás; dois na verdade.
Ser santo para mim é estar bem pertinho do próximo, até descobrir que ele é você.
Não sei sobre a vida de Sto. Agostinho para poder falar dele... Se ele é tão querido é porque deve ter sido especial.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sobre Reconhecimentos e Posicionamentos

      
       É dito por Quem de direito, que o ser humano é, em sua essência, alegre. Em suma, é um ser que tem a perfeição em si.
       É claro, ficamos na duvida, é um direito que Ele nos deu; direito que usamos nem sempre em assuntos reais, tipo: devo dirigir minha vida à conquista do quê?
       Duvidas não estão aí para pensarmos nelas, mas para partirmos imediatamente para a resposta que ela nos traz. Até aqui é fácil. Mas elas são constantes, como nossa respiração...
       Tiro, com a consciência que Deus me deu (ahh, falar Dele não mata ninguém, né) certos tipos de obstáculos meio óbvios que aparecem.
       Pra simplificar: tem gente ‘salvando’ oficialmente o mundo neste momento. Muita gente: médicos, mártires de regimes, sociólogos, professores, etc... Todos nós o estamos salvando. Todos os dias. Ou então, evitando que vá para o buraco no ano que vem. Claro, tem outra parte querendo que ele (e nós) se exploda.    
       Todos temos papéis a viver representativamente, mas não só dessa forma. Tem que haver uma verdade nas coisas. E tem. Embora não necessariamente aquela que pensamos que seja.
       Sinto que o que digo é meio óbvio. Pessoas que conheci de perto (jornalistas, fotógrafos, homens do comércio), já eram melhores que eu quando os conheci, hoje estão ‘lááá na frente’, respeitados, inteligentes, antenados, na mídia – fazem parte do que considero a nata.   Precisamos deles, mas não só deles.
       Neste momento percebo minha importância: imensa. Tanto quanto a do gari que recolhe meu lixo, quanto a do médico que me atende no posto. Cruzamos com pessoas por quem temos admiração, e de repente elas são mesmo especiais, vêem mais longe, e, como estão num plano em que cruzamos com elas, temos a tendência de supervalorizá-las em detrimento de nossas pessoas. Comigo isso aconteceu.
       Hoje penso diferente: fico feliz por elas, e por mim.
       Ficar feliz por si próprio é uma bênção. Ficamos felizes por quem se busca.
       Por isso, não perco a chance de gostar. De me posicionar dessa forma perante pessoas que admiro. Isso me eleva, me coloca em posição de dar, de partilhar essa descoberta. Como disse uma amiga, de uma forma meio labiríntica, é verdade, mas normal para quem está se conhecendo.
       Nada como ‘casca de banana’ pra gente prestar mais atenção por onde andamos. Nada como achar uma manga ‘daquelas’, pra valorizar a natureza. Nada como se descobrir nas pessoas.
       Sei lá, às vezes penso que caminho na minha frente...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Aprendendo Com Deus

“A verdadeira aprendizagem não é um processo pelo qual se aprende, mas que leva você a se lembrar.
Não há nada aqui que seja novo para você. Sua alma não se surpreende diante de coisa alguma. O verdadeiro ensinamento não é jamais um processo de introdução de conhecimentos, mas de extração de conhecimentos. O verdadeiro Mestre sabe que não tem mais conhecimento do que o aluno. Apenas mais memória.
Você disse que queria aplicar – no mundo real, na vida cotidiana, como verdade prática e funcional – tudo que houve de valor em nossos diálogos. Eu o estou ajudando a ter o que quer.
É isso que significa ter uma amizade com Deus.”

domingo, 1 de novembro de 2009

Amizade Em Uma Viagem De LSD 25


O que tem a ver a chamada com essa foto? Nada. É aqui que molho o saco, e douro minha cútis. 
O lugar é comum, mas a foto ficou bonita. 
Sou sensitivo, gosto de ver, de tocar, de sentir. Sempre me achei bom nessas coisas (fotos por ex). Estou percebendo que não estou mau nessa fita.


O que pode significar uma Amizade?
Ela pode significar uma ponte entre a sanidade e a loucura.

Numa tardezinha dos anos 70, lá na Costa Rica, eu e o Cesar tomamos um ácido (LSD - 25, dos bons, era uma época honesta em vários sentidos). Ele bateu lá pelas 6 da tarde, numa praça de San José, Costa Rica. Embora não demonstrasse, estava apreensivo; é uma droga muito forte. Muitos a usam como uma forma de ‘transcender’, eu também buscava algo parecido, mas nunca cheguei a saber exatamente porque usava.
Bem, ela começou a pegar... E eu, comecei a pensar , a raciocinar, a racionalizar. É uma das grandes cagadas que um carinha pode fazer: tentar entender o ‘intendível’. A gente até pode fazer isso, mas o resultado é roça. E pra lá fui me dirigindo como boi no matadouro, consciente e paulatinamente.
Não senti medo, nem pavor, a coisa era mais aterrorizante que isso, pois não era um ‘sentimento’, mas uma certeza. Era a minha realidade naqueles momentos, palpável, concreta, real; a racionalização de um evento que tomava meu corpo, minha mente, e minha alma: estava me cristalizando.
Meu amigo percebeu que eu não estava interagindo; que não estava livre, leve e solto – mas me tornando em algo como uma pedra cinza, um mineral com vida, mas com baixa vibração. Como ele estava comigo, tinha me convidado, tinha laços de amizade, e não queria ver um cara empedrar na frente dele, tratou de conversar comigo. Engraçado (este é o terror dos esquizofrênicos), conversei com ele, mas meu papo ia prum lado totalmente superficial; eu usava fórmulas pra interagir, minha voz devia soar meio vazia, atonal. E a coisa foi pegando..., o ácido batendo..., e eu lá: tentando achar uma saída.
Ele continuou puxando assunto, tipo de que músico gostava.
- Gosto do Martinho da Vila.
Onde fui encontrar esse nome???? Nem gosto do cara, nunca fui ligado! Porque citei o nome dele? Aí vi que tava ruim mesmo! Pensei em falar do Jorge Ben, e me saiu esse...
O papo foi aos trancos e barrancos, ele tentando me trazer da viagem em que me meti, em que meti minha alma. Um abismo cresceu, nasceu ali, naquela praça, entre eu e ele. Notei que jamais poderia falar com ele, transmitir o que sentia. Estava constrangido por oferecer um espetáculo desses para meu amigo.
Torcida, manietada, sofrendo, ela (minha alma), foi sendo forçada a pensar, racionalizar; e isso nem de longe é atributo dela.
Fui sendo levado, pela procura insana de respostas, ao inevitável final.
Ela, minha mente, começou então a delinear uma resposta: comecei a visualizar, dentro de mim, na altura do plexo solar, da minha fronte talvez, um diamante. Essa pedra, ofuscante em um fundo preto, tomou meu corpo e minha mente. Quase me transformei nela, uma parte de mim continuou, uma outra parte, a mental suponho, cristalizou-se. O diamante, visível, pairando na minha frente, dentro de mim, iridescente, era perfeitamente visível. Realmente fiquei com medo, não havia mais saída.
Externamente minha aparência devia ser a de quem olhou para a Medusa.
Até que meu amigo começou a cantar uma música, que mostrava para o Universo como ele se sentia naquele momento, e que também mostrava, a mim, como ele se sentia. Eu não era o único a querer saber das coisas; mas, a procura dele foi mais..., correta. Ele usou todo seu Ser, não só uma parte dele, para me trazer à sanidade.
A música era do Erasmo Carlos: Sentado a Beira de Um Caminho.
Entendi, naquele momento que ele estendia sua alma para mim, seu querer, sua preocupação, sua mão. Fiquei realmente enternecido; chapado, mas enternecido. Esse sentimento cálido me deu um alívio, foi uma brisa para minha mente cansada.

 Depois dessa viagem, ele seguiu o caminho dele. E eu o meu. Minha impressão é a de que ele sempre andou mais rápido.
Fico feliz por perceber que, de lá pra cá, tenho caminhado também.

 “Sentado a beira de um caminho que não tem mais fim...
Preciso acabar, logo com isso.
Preciso pensar, qu’ieu existo, qu’ieu existo, qu’ieu existo...”